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Vitória, 20 de
Junho de 2013
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Economia
29 abr 2013

Atenção para os pequenos

Publicado às 20:17 | Postado por Folha Vitória

“Eles não olham para nós, preferem olhar para os grandes”. O desabafo é de uma pequena empresária do setor de cosméticos. Ela tem a empresa há mais de 15 anos e há 15 anos luta para se manter. Tem relativo sucesso, se preparou ao longo da últia década e agora está prontinha para deslanchar. Mas como? O dinheiro vai para as grandes. Os financiamentos não chegam e os programas de desenvolvimento parecem bons mas são verdadeiras arapucas. “Peguei cerca de R$ 250 mil em um desses programas, mas resolvi devolver tudo. Não vale à pena”. A realidade mostra que não adianta oferecer linhas de crédito se elas realmente não forem vantajosas e, acima de tudo, se não houver preparação. Do microempresário. E os números mostram como é importante preparar a principal massa econômica do país. Para se ter ideia, 99% dos CNPJs registrados no país são de micro e pequenas empresas. 25% do PIB do país são gerados por elas, que absorvem 52% da mão de obra. 99% da massa assalariada está nos nanicos. Se tem esse peso todo, o que falta para investir de verdade em programas práticos, que dêem certo? Não sei. E eles também sabem e não param a batalha, mesmo contra um gigante invencível chamado descaso do Estado.

Experiência gringa

Uma obra de rodovia de pouco mais de 5 km, orçada em mais de R$ 44 bilhões, mais de 6 mil funcionários, 20 anos para a conclusão e fortes denúncias de fraudes e escândalos. Você conhece essa realidade? Com certeza, mas não em Boston Massachussets. A rodovia mais cara dos Estados Unidos, a Big Dig, é o tema de uma apresentação do representante do Departamento de Transportes dos Estados Unidos, Robert Westbrooks. Ele vai falar no XV Simpósio Nacional de Auditoria de Obras Públicas (SINAOP) “Obras Públicas: compatibilizando qualidade, preço e prazo”, entre 13 e 17 de maio, no Itamaraty Hall, em Vitória.

Stone Fair Cachoeiro

Os espaços da Cachoeiro Stone Fair 2013 já estão 90% comercializados. Dentre os motivos para a alta procura estão o crescimento do segmento no Brasil e o fortalecimento do mercado interno, principalmente com as obras da Copa do Mundo e das Olimpíadas. É o ritmo de festa, afinal, a feira completa este ano 25 anos.

Finalmente, a tecnologia

Estão bastante adiantadas as negociações para a implantação de um polo tecnológico na área da Suppin em Vila Velha. O local tem a pretensão de ser uma referência para a pesquisa em tecnologia, além de ser uma incubadora de empresas. Pelo menos cinco empresas já estão confirmadas e o apoio é de instituições gabaritadas, como Sebrae, Ifes, Governo e sindicatos setoristas, como o Sindiquímicos. A implantação sai a qualquer momento.

Que beleza

Sabia que o segmento de beleza no Brasil é o terceiro em consumo do mundo. Por que será que não temos uma marca forte, mundial, de cosméticos? Pergunte aos empresários do setor e eles vão dizer que o problema nem é competir com as grandes. O problema é que o regulador maior do mercado ainda não percebeu que o setor é o “filé” para investimentos. Sabe quem é esse regulador? O Estado!

Eles não olham para nós, preferem olhar para os grandes”. O desabafo é de uma pequena empresária do setor de cosméticos. Ela tem a empresa há mais de 15 anos e há 15 anos luta para se manter. Tem relativo sucesso, se preparou ao longo da últia década e agora está prontinha para deslanchar. Mas como? O dinheiro vai para as grandes. Os financiamentos não chegam e os programas de desenvolvimento parecem bons mas são verdadeiras arapucas. “Peguei cerca de R$ 250 mil em um desses programas, mas resolvi devolver tudo. Não vale à pena”. A realidade mostra que não adianta oferecer linhas de crédito se elas realmente não forem vantajosas e, acima de tudo, se não houver preparação. Do microempresário. E os números mostram como é importante preparar a principal massa econômica do país. Para se ter ideia, 99% dos CNPJs registrados no país são de micro e pequenas empresas. 25% do PIB do país são gerados por elas, que absorvem 52% da mão de obra. 99% da massa assalariada está nos nanicos. Se tem esse peso todo, o que falta para investir de verdade em programas práticos, que dêem certo? Não sei. E eles também sabem e não param a batalha, mesmo contra um gigante invencível chamado descaso do Estado.

Experiência gringa

Uma obra de rodovia de pouco mais de 5 km, orçada em mais de R$ 44 bilhões, mais de 6 mil funcionários, 20 anos para a conclusão e fortes denúncias de fraudes e escândalos. Você conhece essa realidade? Com certeza, mas não em Boston Massachussets. A rodovia mais cara dos Estados Unidos, a Big Dig, é o tema de uma apresentação do representante do Departamento de Transportes dos Estados Unidos, Robert Westbrooks. Ele vai falar no XV Simpósio Nacional de Auditoria de Obras Públicas (SINAOP) “Obras Públicas: compatibilizando qualidade, preço e prazo”, entre 13 e 17 de maio, no Itamaraty Hall, em Vitória.

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11 abr 2013

Precisamos de Eikes?

Publicado às 21:51 | Postado por Folha Vitória

Querem nos tomar o que é nosso! Querem passar a mão no nosso petróleo, nas nossas empresas. Mobilizem-se capixabas, defendam a terra! Será que é assim mesmo que temos que pensar? Tudo que falam é que devemos sim pensar assim. Eu acho que não. Acho que já temos maturidade para saber que as coisas não funcionam mais como em uma província, colônia ou Capitania Hereditá¡ria. Chegou a hora de gerarmos novos Eikes que naturalmente invistam no Estado porque o Estado é um bom lugar para investir. E qual o papel de todos os níveis de produção? Empresários devem aproveitar as oportunidades de forma consistente, com planejamento, estratégia e gestão sustentável. Quer um exemplo? O Grupo Dadalto. Está em processo de profissionalização, tem metas consistentes e crescimento linear pelo menos nos últimos 15 meses. Governo deve criar o ambiente para que os empresários atuem. E não é preciso beneficiar determinada empresa. Basta fazer a máquina andar, com eficiência e, por favor, menos burocracia. Não é  possível que um Estado funcione como uma grande repartição pública onde é preciso de encaminhamentos em quatro vias, todas com firma reconhecida e autenticadas em cartório. Também chegou a hora de deixar para trás as lamúrias do passado e arregaçar as mangas. Chegou a hora do Independência ou Morte! Significa criar um país Espírito Santo? Claro que não. Mas significa criar a agilidade que os setores produtivos precisam. Exemplo? A cultura de café. Batemos recorde na produção de conilon no ano passado e pode vir mais recorde por aí este ano. Os produtores sabem qual é a política, sabem a quem recorrer e são ajudados pelo Estado pelo simples fato de o Estado cumprir seu papel. E ponto. Se há um empresário que vê vantagens em levar um porto para outro Estado, é porque ele vai ganhar mais com isso. E se o porto for, é porque será mais vantajoso. Criemos esse ambiente aqui. E a força de trabalho també tem papel fundamental nesse grito de independência, afinal, é inadimissível perder investimentos por falta de mão de obra qualificada. Já pensou ganhar a antipatia de um investidor que vem conhecer o Estado  porque ele foi simplesmente mau atendido na hora de comprar um cafezinho na padaria? Pasmem leitores, isso acontece aqui.

Prêmio Ademi

Termina nesta sexta, dia 12, o prazo para incrição no Prêmio Ademi. Profissionais e projetos do setor imobiliário podem concorrer e este ano a novidade é que iniciativas do interior do Estado também podem entrar no páreo. Para se inscrever basta entrar no site ademi-es.org.br. A entrega dos prêmios em 34 categorias está prevista para o dia 25 de junho.

Aprenda a investir

A Valor Investimentos ministra curso Como Investir na Bolsa de Valores, nos dias 19 e 20. O investidor aprende como comprar, vender e analisar o mercado. Informações e inscrições pelo valoreducacao.com.br/agenda.

Visita de Hamburgo e oportunidade

A coluna já publicou um nota  sobre o interesse, ainda no governo PH, de um empresário de Frankfurt pelo aeroporto de Vitória (http://folhavitoria.com.br/economia/blogs/enfoqueeconomico/wp-admin/post.php?post=2033&action=edit). E tem uma nova oportunidade que pode vir de terras germânicass. Uma comitiva com o prefeito de Hamburgo visita o país nos próximos dias, vem ao Rio de Janeiro. A cidade alemã é famosa pela atividade portuária e há interesse no setor aqui no Brasil principalmente no Porto de Águas Profundas que deve sere anunciado agora, no meio do ano (É aquele mesmo que seria anunciado em dezembro do ano passado e está entre Vitória e Vila Velha). O consulado daqui do Estado já conseguiu uma brecha na agenda e só espera um retorno de representantes do governo capixaba para marcar uma reunião. Prefeitos na Alemanha têm status de primeiro-ministro e, por isso, não foi possível trazê-lo direto ao Estado.

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26 mar 2013

Como a iniciativa privada pode (e deve) ajudar

Publicado às 20:44 | Postado por Folha Vitória

Em Vila Velha, uma iniciativa pode virar referência para as prefeituras do Estado. Pelo menos deveria. A Asevila, que reúne empresários vilavelhenses, assinou um convênio com a prefeitura em fevereiro. O objetivo é assessorar o poder municipal na construção do planejamento estratégico. Conhecimento técnico para isso os empresários têm, de sobra. em uma série de reuniões, a associação vai definir um diagnóstico sócioeconômico da cidade, que vai ajudar a traçar pelo menos 80% do planejamento. A partir dessas informações, o poder público poderá definir que áreas atacar e de que forma. Um bom começo de conversa, principalmente para uma cidade frágil, descapitalizada e sem o mínimo de credibilidade.

Lei do motorista

Semana que vem tem uma discussão importante para o setor de transportes do país, aqui em Vitória. Procurador do Ministério do Trabalho do Mato Grosso, Paulo Douglas Almeida Moraes  e a assessora jurídica na NTC&Logística, Gildete Menezes debatem a lei que regulamenta a profissão. Dia 3 no Sheraton, das 13h às 19h

Energia

Estão abertas até sábado inscrições para o Negócios & Energia, fórum que acontece semana que vem. Micro e pequenos empreendedores podem se inscrever pelo negocioseenergia@aspe.es.gov.br. No encontro, micro e pequenos poderão oferecer produtos e serviços para grandes empresas do setor, como Vale, Samarco, EDP Escelsa, Petrobras, Térmica Linhares e outras.

Demo Brasil 2013

Em junho tem o Demo Brasil 2013, um dos maiores eventos de tecnologia e inovação do mundo, que acontece há 22 anos. E tem prêmio de R$ 1 milhão para a empresa que se destacar. A TecVitória vai dar uma força para as capixabas que tentarem abocanhar o prêmio. Só pra gente ter uma ideia, o Picasa e o Java apareceram para o mundo neste evento

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12 mar 2013

Mercado que não para de crescer

Publicado às 20:46 | Postado por Folha Vitória

Itaparica é a bola da vez do mercado imobiliário. É fato. E agora começa a ganhar investimentos que vão além de prédios de apartamentos residenciais. Agora o mercado hoteleiro está de olho, e a Kemp  vai lançar o Bristol Easy Hotel Praia de Itaparica, o primeiro da operadora em Vila Velha. Serão 130 apartamentos funcionais e inteligentes de alto padrão, com ar-condicionado split, fechadura eletrônica, cama box spring, televisão de LCD e internet wi-fi. As unidades do Bristol já estão disponíveis para venda. Fica na Rodovia do Sol, esquina com a rua Itapemirim.

Acompanhamento empresarial e royalties

O Grupo de Acompanhamento Empresarial do Estado fez uma reflexão sobre o cenário atual que envolve principalmente a perda de royalties do Estado. Michal Gartenkraut, membro da comissão de especialistas do Senado Federal para Questões Federativas, participou da reunião e foi categórico: “Tecnicamente, os royalties deveriam ser destinados ao ressarcimento dos estados produtores que tem os benefícios do investimento mas, também, tem o ônus enorme do impacto que causa a extração desse recurso finito. A partilha proposta entre os outras unidades federativas não leva em consideração o conceito básico de sua existência”.

Metroconsumidores

O Brasil é o terceiro mercado no consumo de beleza, atrás apenas dos Estados Unidos e do Japão. Significa uma conta de  R$ 15,4 bilhões por ano e os cuidados com os cabelos lideram o ranking de gastos, segundo dados do IBGE. Os produtos voltados para os homens representam 37% do volume de vendas das categorias de higiene e beleza. . A Natura está de olho e aposta no segmento. A Natura Homem teve ampliação e já para bombar no caminho até o dia dos pais, em agosto.

Oportunidades que passam voando

Essa aconteceu na visita de uma comitiva alemã, no último ano do governo Paulo Hartung. A comitiva acertou a visita ao Estado, para tratar de assuntos comerciais e econômicos e firmar parcerias. O representante alemão, na preparação da visita, ficou surpreso ao saber que o Estado não tinha uma aeroporto internacional. Então convidou o gestor do aeroporto de Frankfurt, para vir ao Estado. Aqui, o executivo alemão fez a proposta: Derrubo o aeroporto de vocês, construo um aeroporto aos moldes do aeroporto de Frankfurt e em troca quero 5 anos de exploração do espaço. Há testemunhas. Proposta nem considerada pela Infraero. Com o movimento federal de liberar aeroportos para a iniciativa privada e com a perda significativa de royalties, será que não é a hora de retomar o contato para tentar aproveitar o momento político? Será que não há viabilidade para outro aeroporto, na Serra por exemplo, que tem espaço e proximidade da Grande Vitória? Vale a pena pensar. Vale a pena acordar…

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12 mar 2013

Start You Up: futuro, inovação e uma grande sacada

Publicado às 0:19 | Postado por Folha Vitória

Logo na chegada a impressão é diferente. A Start You Up funciona em um galpão em Jardim da Penha, bairro povoado por estudantes universitários. Aliás, o galpão fica quase em frente à Universidade Federal do Espírito Santo e não por acaso. Ali está a efusão de ideias e sonhos que são combustível para esta aceleradora de empresas. Quem me recebe é um jovem com barba estilosa, bem diferente da tradicional, e com olhar vivo, sempre brilhante. Me diz educadamente que a pessoa que falaria comigo, André Fiorini, diretor de Marketing e Tecnologia da empresa, não pode comparecer e ele mesmo dará a entrevista. Logo depois ele oferece o cartão, que diz: Marcílio Riegert, CEO. O CEO é uma sigla em inglês que define o maior cargo administrativo de uma grandes empresa. É o cara que pensa e faz com que sejam executadas as diretrizes para que a empresa que já é grande, continue a crescer.

A Start You Up não é uma grande empresa. Mas a definição no cartão de visitas aponta para cima, para onde esses jovens querem chegar. E por falar em jovens, o CEO me conduz a uma sala de reuniões, onde será a entrevista. A sala fica bem no final do galpão que tem pé direito altíssimo e nenhuma divisória. No meio exato, duas fileiras de mesas com os dois lados aproveitados e transformados em baias, estações de trabalho onde operam as empresas que serão “aceleradas”. Por enquanto elas ainda não estão ali, mas é questão de tempo. São ao todo 60 posições, para abrigar representantes de 11 empresas que foram selecionadas em um processo extremamente concorrido.

Mais de 200 empresas concorreram a uma oportunidade de serem aceleradas. São empresas que lidam principalmente com tecnologia e informação no amnbiente da Internet e que podem fazer algo realmente inovador e sem precedentes no mercado. É o perfil exigido e cuidadosamente avaliado no processo de seleção. As selecionadas entram em um programa que inclui investimento, desenvolvimento dos produtos e inserção no mercado. E quem faz tudo isso é a Start You Up. “É um investimento de risco. Entramos com a meta de acelerar a empresa, tracioná-la no começo para que ela tenha força de ganhar o mercado e aparecer. Em troca, temos uma participação na empresa. Ao final deste ano pode não dar em nada, mas ao mesmo tempo a empresa pode deslanchar. Queremos escala. Não queremos que a empresa venda para 10, 20 ou trinta. Queremos que ela ofereça seus produtos para milhões de pessoas”, conta Marcílio Riegert.

Parece megalomania, pode até ser, mas o que a Start You Up faz é inovação das boas e aposta em um tipo de gestão desconhecido para nós, que pensamos o mundo com empresas tradicionais, que oferecem produtos físicos, serviços palpáveis e o salário fixo no fim do mês. “Para o processo de seleção tivemos inscritas empresas da Índia, de Portugal, de todo o mundo. Nosso mercado é o mundo. Para o que fazemos, pouco importa onde estamos, mas temos orgulho de sermos aqui do Estado e de sermos colocadas lado a lado de gigantes como a aceleradora da Microsoft, por exemplo”, conta com o mesmo brilho nos olhos o diretor de novos negócios Ricardo Tosi. Igualmente jovem e igualmente crente nas convicções que regem a Start You Up, Ricardo é dono de uma outra empresa, no ramo de móveis para escritório. Aliás, é só mais um perfil entre os sete sócios, cada um de uma área bem específica.

Uma vem da área de tecnologia, outro da construção civil, outro lidava com projetos sociais de empresas privadas, outro é investidor, outro atua na área de alimentação, mais um com e-commerce. Todos juntos colocaram no negócio R$ 1,2 milhão, sem perspectivas de retorno em curto prazo. Mas o que é curto prazo ou longo prazo para empresas que lidam principalmente com o mutante meio da Internet? Antes da resposta, nossa entrevista é interrompida por outro sócio que passeia pelo galpão sede da empresa com um notebook aberto em punho, com uma figura sorridente na tela. O sócio é Fernando Rivera, um cara que aparenta mais de quarenta e usa camisa, calça jeans e chinelos. Ele é arquiteto e tem passagem pelo Vale do Silício, meca da tecnologia mundial. O notebook está aberto porque ele apresenta, com a câmera do computador, o espaço para o interlocutor do outro ladoO homem barbudo e com sorriso extra-largo está no México. É o irmão que conhece a sede da Start You Up pela primeira vez.

Fronteiras não são um conceito muito respeitado na Start You Up. Não há parede e o galpão é por isso. Não é mesmo para haver paredes. Muito menos para negócios há qualquer tipo de barreira. “Trabalhamos 24 por 7 irmão. Esse é nosso horário. Até por causa do fuso horário, nossos telefones estão sempre ligados e atendemos a todos a qualquer hora. É o mínimo que podemos fazer. Quando a gente seleciona a empresa para ser acelerada, a gente quer ver sangue no olho e por isso também temos que ter sangue no olho para dar o suporte necessário para a empresa deslanchar. Eles têm que ver na gente a mesma disposição que eles têm para tocar o negócio”, conta Ricardo Tosi.

E para deslanchar em qualquer mercado, fica muito clara a importância que esses empreendedores dão para a informação. Informação é tudo no trabalho de acelerar e tracionar, como eles mesmos dizem, uma empresa. De posse de informações de mercado, de percepções do que o público quer, é possível apostar as fichas em empresas que tenham grande chance de dar retorno. “Um exemplo de empresa que vamos acelerar é a Baixou. Olha só a sacada dos caras. Você quer comprar um item qualquer, mas não está disposto a pagar R$ 2 mil, R$ 3 mil. O Baixou é um serviço que filtra e faz a pesquisa para você. É só cadastrar o item com o valor que você está disposto a pagar. Quando o item chegar àquele preço, o Baixou avisa o usuário, que então pode comprar. O que os caras ganham com isso? Um percentual da venda, acordado com as lojas que vendem o item. Agora temos que fazer esse serviço deslanchar, é o nosso papel”, explica Marcílio Riegert.

Quase chegando ao final da entrevista somos interrompidos mais uma vez, agora pelo filho do CEO, que tem problemas para operar um dos computadores que estão nas estações de trabalho. “Não sei muito o que fazer para te ajudar. Procura alguém que vai poder resolver”, diz o sócio para o menino de seis anos que veste um uniforme de escola da rede pública de Vitória. E na retomada de nossa entrevista, vem a pergunta: Onde vocês querem chegar? E a resposta é imediata”e típica de quem não tem uma resposta pronta: “Boa pergunta”. Mas a resposta existe e é bem definida e clara. “Em torno de cinco anos ser uma das maiores geradoras de negócios em aceleração de empresas e ser referência mundial. A gente quer ser diferente no mercado e fazer com que quem esteja com a gente também seja diferente. E já tivemos uma prova disso com o processo seletivo que abrimos e tivemos mais de 200 inscrições com gente da Índia, Estados Unidos e Portugal. Somos uma empresa nova e temos confiança no potencial porque logo no primeiro ano já tivemos aval do Governo Federal, que nos incluiu no programa StartUp Brasil. Também fomos selecionados pelo Google, como representantes aqui no Estado das plataformas de soluções para negócios da gigante mundial. Tudo isso nos coloca em pé de igualdade com as grandes do mercado”, diz empolgado o CEO Marcílio.

E para encerrar, vem a pergunta: “Vocês querem ficar ricos?”. A resposta pode até surpreender quem começa a ler este texto do fim para o começo. “Este não é o objetivo, mas seria uma boa consequência”, diz Ricardo Tosi. “Nós vamos gerar negócios aqui, vamos mostrar que uma empresa aqui do Espírito Santo é capaz de gerar negócios”, finaliza, com o mesmo brilho nos olhos, Marcílio Riegert.

Start You Up: www.startyouup.com.br

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6 mar 2013

Google no ES

Publicado às 17:16 | Postado por Folha Vitória

A Start You Up, empresa aqui de Vitória, é a representante do Google Business Group no Estado. E a ideia é trazer para o mercado capixaba o estímulo e a disseminação das ferramentas do Google. O GBG é uma comunidade que compartilha e debate tecnologias para melhorar empreendimentos. A programação por aqui começa com o evento “Conectando o Google às Comunidades Locais de GBG”, nesta quinta, às 18 horas. O foco é o universo das microempresas. Na sede da Start You Up, na rua Comissário Octávio Queiroz,, 40, Jardim da Penha, Vitória. Inscrições pelo site www.startyouup.com.br/pt-br/evento/gbglivevitoria.

Casamento

O mercado de casamentos movimentou perto de R$ 14 bilhões no ano passado o Brasil. Dado da Associação Brasileira dos Profissionais, Serviços para Casamentos e Eventos Sociais (Abrafesta).  E o mercado está de olho grande aqui no Brasil. Afinal, são  39 milhões de homens e mulheres na faixa de 20 a 40 anos solteiros. É o cenário para a  Casar no Espírito Santo 2013, evento para 8, 9 e 10 de maio, no Centro de Convenções de Vitória. Oitenta por cento dos estandes já foram vendidos.

Termômetro das rochas

“Acabamos de chegar ao Espírito Santo e a movimentação da feira e as visitas ao estande nos mostraram a ótima receptividade do público capixaba”.  Quem disse isso foi  Pedro Neto, diretor administrativo da MTEQ,que distribui equipamentos pesados Doosan e Bobcat para indústrias e empresas de construção, como mineradoras, siderúrgicas, entre outras. Otimismo no ar e esperana de um ano ainda melhor para o setor.

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30 out 2012

Banestes: Agência Valores pode ser nova referência de mercado

Publicado às 9:49 | Postado por Folha Vitória

Entrevista com José Antônio Bof Buffon, diretor comercial do Banestes

Uma agência que promete ser um marco em produtos e serviços bancários no Estadop. A Agência Valores, do Banestes, foi lançada no dia 15 de outubro, dia em que o banco capixaba completou 75 anos com o objetivo de mudar o conceito de atendimento e criar uma cultura de investimento. E nesta entrevista, o diretor comercial do banco José Antônio Bof Buffon fala um pouco dos rumos do Banestes, dos objetivos e da vontade de explorar o público jovem. Ele é formado em Economia pela Universidade Federal do Espírito Santo, tem mestrado pela Universidade Estadual de Campinas, (Unicamp – 1985) e Doutorado em andamento também pela Unicamp. Entre 1985 a 2001 atuou em diversas funções na Universidade Federal do Espírito Santo, entre eles Professor, Sub-Coordenador e Coordenador do curso de Economia (nível graduação). Também foi presidente do Bandes.

Por que o Banestes resolveu, agora, abrir uma agência Premium?

O banco fez uma pesquisa e nós fizemos uma leitura do que a sociedade pensa do banco. Qual é a leitura que a sociedade fez? Que é um banco ainda de funcionário público, ainda de pessoa física, um banco muito respeitado, muito confiável, que as pessoas gostam, mas um banco que atendia todas as pessoas do mesmo jeito, ou seja o banco não tinha uma preocupação de segmentar e fazer uma leitura seletiva da clientela. Evidentemente que no passado o banco já deu um passo à frente e já criou a figura das agências empresariais. Na pessoa física, o banco não tinha nenhum tratamento. O objetivo dessa agência é conceitual, em que a gente vai trabalhar clientes que já estão na carteira, que virão de outros bancos para trabalhar conosco e em cima disso vãos desenvolver produtos e atendimento.

Falando em clientes de outros bancos, o que faz esta agência ser competitiva?

É a agência mais bonita e mais funcional de vitória para este tipo de atendimento. E tem uma DTVM que nenhuma outra tem. Faz todo o atendimento de investimentos do lado da agência e nenhuma outra tem isso.

É uma agência Premium que vem junto com uma agência de investimento.

É, nós tínhamos a DTVM que nunca foi priorizada nas administrações anteriores como um negócio do banco. Pois ela é um negócio do banco e é um suporte às agências que têm na carteira pessoas físicas de alta renda.

O que fez essa agência ser priorizada neste momento?

Foi priorizada em função da leitura que nós tivemos. Nós temos uma base de clientes que demanda esse tipo de serviço. Claro que a concorrência bancária é cada vez mais sofisticada e acirrada e a gente aprende com a concorrência. E com a concorrência todos ganham. Um aprende com o outro e vamos evoluindo juntos.

E falando de concorrência, o que além da beleza e da estrutura da agência pode ganhar o jogo?

Nós temos todo um programa de migração de clientes para cá, sobretudo das agências menores. As agências maiores também vão ter um enfoque de tratamento “Valores” nelas. Aqui nós vamos desenvolver os produtos e atendimento e disseminar por toda a rede.

E como o Banestes vai ganhar o cliente dos outros bancos?

Nós vamos fazer uma abordagem diferenciada. No espaço da Agência Valores vamos promover eventos e parcerias com públicos específicos. Parceria com a Findes, por exemplo. Vamos fazer uma série de eventos com os sindicatos associados. Com os supermercadistas, com engenheiros do CREA. Então os clientes desses sindicatos que tiverem esse perfil nós vamos trazer para este ambiente aqui. Vamos oferecer cursos aqui para o investidor.

Na prática, o cliente que tem um bom poder aquisitivo está preocupado com o retorno financeiro da aplicação. Esse pode ser um diferencial desta agência também?

Aqui você é atendido diretamente e rapidamente e com uma orientação em investimento, o que hoje é muito sofisticado porque você tem muitas opções. E com a queda da taxa básica de juros, você ganhar hoje meio ponto percentual é muito dinheiro.

Como o Estado pode ser promissor para este tipo de produto que surge com a agência Valores?

O Espírito Santo tem um mercado grande que demanda esse tipo de serviço. Evidentemente o Estado atrai muita gente, pessoas de alta renda. Você olha hoje no aeroporto de Vitória, nos restaurantes, você vê pessoas do Brasil inteiro e do exterior. Essas pessoas demandam serviços sofisticados e nós temos condições de atender à mesma altura de qualquer outro banco de fora.

Mas o Estado tem potencial para isso?

O Estado tem potencial e não só para os capixabas mas para quem vem de fora. O Estado é uma fronteira aberta do país. Somos uma fronteira aberta

Dados apontam que o número de investidores é pequeno no Brasil e no Estado hoje. Qual é a forma de atrair o consumidor capixaba a conhecer o mercado de investimentos?

O brasileiro em geral, o capixaba em particular é muito conservador em matéria de aplicação financeira. Ele prefere uma poupança ou na melhor das hipóteses um CDB. Hoje, há muitas opções e nós vamos fazer um trabalho dentro das parcerias. O Tesouro Direto, por exemplo, uma aplicação muito segura, a DTVM vai ser uma operadora. Já estamos fazendo treinamentos para oferecer ao cliente.

A abertura da agência, que é um marco para o Estado é um balizador? O Banestes tem metas de trazer investidores?

A agência tem as metas delas mas eu não vou falar pra você. É uma informação estratégica, um segredo de negócios, mas certamente tem metas. O banco tem metas por produto e metas por agência e agora com metas por gerente de relacionamento. Todos têm que ser avaliados e estimulado a buscar as metas.

É um banco público que passa a agir como banco privado?

Nós estamos muito perto disso. Não temos ainda todas as ferramentas que permitem sofisticar essas metas, porque quanto ais metas maior o custo para acompanhar e controlar. Então são metas simples e eu acompanho mensalmente. Já tem um instrumento que capta o movimento diário das agências. Nós entendemos que o cliente tem que ser bem cuidado. É um ganha-ganha. Eu ofereço um bom serviço e ele me dá um bom retorno.

Falando em produtos, o Banestes vai oferecer opções para o público jovem?

Nós temos duas coisas. Nós temos uma campanha de conta jovem e conta universitária, nós temos uma meta para até 2014 ter uma agência como esta aqui, conceito, para o público jovem. Nós já estamos procurando um parceiro para isso, em um local da cidade para instalar a agência. Nós estamos nos aproximando das universidade e nos cursinhos de ensino médio. Aqui nós estamos nos aproximando de cursos de economia, administração, direito para trazer para cá e fazer uma iniciação no mercado financeiro. O objetivo é de formar clientes e desenvolver profissionais para o mercado. De uma turma de Economia com 30 alunos, por exemplo, três ou quatro se aventuram por este mercado. Então nós vamos dar oportunidade para os estudantes viverem isso na prática.

Dá para tornar o público jovem um público investidor?

O jovem é mais propenso a trabalhar com o paradigma do risco, da inovação, porque na verdade a Bolsa é como um joguinho, só que lá você perde dinheiro e não pontos. Então a idéia é trazer esse público e não precisa ser rico para aplicar.

O Banestes é um dos maiores bancos da América Latina. Como vocês receberam isso?

O banco é o décimo do país. É a maior rede do Espírito Santo. Isso é uma responsabilidade muito grande, manter o banco competitivo, crescendo.

E vai crescer para onde?

Vamos crescer em todas as direções. No volume de crédito para pessoa jurídica, muito fortemente. Pessoa jurídica tem uma elasticidade de crédito muito grande e um retorno muito rápido. As pequenas e médias empresas hoje são atendidas muito mal pelos bancos e as pessoas não tem uma cultura de crédito. Por isso fazemos uma parceria com entidades de classe. Por isso temos essa parceria com a Federação das Indústrias, para criar uma cultura de crédito. Hoje muito dos juros que as empresas pagam são desnecessários. Os bancos acabam ganhando dinheiro em cima da desinformação e da falta de preparo dos gerentes financeiros das empresas.

Com esses planos, onde o banco estará daqui a dois anos?

Queremos continuar sendo o maior banco de varejo do estado e ser reconhecido como o banco que tem qualidade de atendimento. Esta agência, Valores, vai estar dando resultado positivo e vai ter cumprido o papel de difundir a cultura de atendimento de alta performance dentro do banco.

Quais são os planos do Banestes para o crédito imobiliário e para o crédito rural?

Hoje temos R$ 400 milhões emprestados na praça de crédito rural. É um valor vinculado ao crédito obrigatório e estamos estruturando para que possa captar mais recursos no BNDES para incrementar esta carteira. A gente espera que em 2014 pelo menos mais uns R$50 milhões ou R$ 100 milhões com recursos do BNDES. Este ano o volume de crédito imobiliário já cresceu 20%. A gente vai fechar o ano próximo a 30% do crescimento de vendas. Hoje temos R$ 70 milhões aplicados e vamos fechar o ano em torno de R$ 100 milhões. A gente espera chegar ao fim de 2014 com R$ 200 milhões aplicados. Para isso vamos reforçar a equipe mas existe uma curva de aprendizado interno. Fazia décadas que não fazíamos crédito imobiliário então tem um aprendizado no processo. Mudaram as regras, mudaram os clientes.

O que faz o Banestes ser mais atraente para o cliente do que a Caixa, por exemplo?

Nós somos mais rápidos. Nossas taxas são melhores, para funcionários públicos, por exemplo. São imóveis dentro do Sistema Financeiro de Habitação, até R$ 500 mil. O Minha Casa Minha Vida não é o nosso foco. Para o crédito rural a estratégia é operar com as linhas do BNDES. Já começamos a operar aos poucos e em meados do ano que vem entraremos com força. Nosso objetivo é oferecer linhas principalmente para máquinas e equipamentos.

O capixaba investe muito pouco no mercado financeiro. A agência quer mudar esse conceito?

O papel da Agência Valores é produtos e serviços adequados a uma faixa de renda com maior poder aquisitivo. É disseminar essa cultura em todo o banco e oferecer à sociedade capixaba uma opção de escolha. Na medida em que a gente faz parcerias com entidades de classe, e a gente vai às universidades a gente vai abrindo possibilidades

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12 out 2012

Franquias capixabas em alta na indústria de brinquedos

Publicado às 9:30 | Postado por Folha Vitória

Franquias em alta no dia das crianças

A Macakids, franquia capixaba que enche os olhos da indústria por brinquedos e outros produtos para o público infantil, tem uma ação estratégica que deve alavancar ainda mais a marca. As atividades do Dia das Crianças em um shopping de Vila Velha devem dar um gás para a franquia já começar 2013 com gás total.

Marcas

E as franquias crescem  a índices impressionantes no  Brasil. Este ano, a previsão é de crescer 15%. Um dos fatores para isso é a presença em shoppings centers. Até o fim deste ano estão previstos 43 novos shopping no Brasil. Por aqui, pelo menos três shoppings devem abrir as portas na Grande Vitória. Nos shoppings da BRMalls as franquias representam mais de 40% do total de operações e, de 2009 a 2011, o faturamento destas lojas cresceu 41%. O Shopping Vila Velha, que tem previsão de entrega em 2014 já tem mais de 60% das lojas comercializadas.

Franquias em números

Noventa por cento das redes de franquias que atuam no Brasil são brasileiras.  O setor gerou 60,5 mil novos postos de trabalho em 2011. No total, são 837 mil trabalhadores diretos.  No ranking de faturamento, os cinco segmentos que mais cresceram em 2011 foram: Hotelaria e Turismo (85,9%), Móveis, Decoração e Presentes (35%),
Esportes, Saúde, Beleza e Lazer (24,3%), Negócios, Serviços e Outros Varejos (14,9%), Alimentação (14,5%) e Acessórios Pessoais e Calçados (13,15%).

Banestes Valores

O Banestes inaugura oficialmente a  Agência Valores na próxima segunda. No espaço, atendimento personalizado para clientes de alto poder aquisitivo e a Sala do Investidor Banestes DTVM. São pessoas com renda mensal acima de R$ 5 mil e que tenham aplicações superiores a R$ 50 mil.

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4 out 2012

Investidores escolhem ES para lançar novo empreendimento

Publicado às 10:48 | Postado por Folha Vitória

E o mercado capixaba está para os negócios imobiliários. Como se não bastassem as oportunidades por aqui, tem empresa de olho em investidores capixabas para negócios além da divisas. A badalada rede de resorts Txai lança por aqui, nesta quinta , o Txai Terravista Trancoso. O empreendimento na Bahia terá aeroporto e heliponto privativos, campo de golfe e conceito sustentável. São 69 unidades divididas em bangalôs, apartamentos e Residences. O presidente do Txai Resorts, José Romeu Ferraz Neto, vem pessoalmente apresentar o projeto no evento e falar sobre o mercado de luxo. A parceria local é com a Betha Espaço Imobiliária. Às 19h no hotel Golden Tulip.

Saldo positivo

A Cristal vendeu 22 lotes nos cinco dias do Salão do Imóvel. A maioria dos negócios foi nos loteamentos Mar D’Ulé, próximo ao pedágio da Rodovia Sol, e Solar do Porto, em Serra. Além dos contratos fechados, a Cristal consolidou também 40 reservas de outros empreendimentos.

Mercado em queda

O mercado de veículos seminovos no Estado recuou 3,75% em setembro em comparação ao mesmo período de 2011. No último mês, foram transferidos 19.155 automóveis, 835 a menos do que em setembro do ano passado. Segundo levantamento Arives, em Vila Velha, o total de transferências caiu 8,88%. Na capital, a redução chegou a 8,24% e, em Cariacica, a 3,56%. Para a Arives, o segmento está sentindo os efeitos do rigor dos bancos na hora de liberar crédito.

Bom potencial

E olha que a aposta no público capixaba é alta. Os preços variam de acordo com o tipo de produto, mas para se ter uma ideia, os apartamentos têm valores que partem de R$ 774 mil. O início das obras está previsto para dezembro deste ano e a expectativa de início de operação é em dezembro de 2014.

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13 set 2012

Capixabas vão gastar entre R$ 50 e R$ 100 com presentes de Dia das Crianças

Publicado às 5:40 | Postado por Folha Vitória

Brinquedos (27,80%), roupas (21,19%), calçados (9,99%) e jogos eletrônicos (4,72%) estão entre as opções preferidas para presentear no Dia das Crianças. Os dados são de pesquisa desenvolvida pela Câmara de Dirigentes Lojistas de Vitória (CDL Vitória), com 604 pessoas, no período de 20 de agosto a 6 de setembro deste ano.

Dos entrevistados, 67,72% pretendem comprar presente para essa data e o valor ficará na faixa, segundo 30,13% dos ouvidos, de R$ 50 a R$ 100.

“Essa é uma data que costuma movimentar o comércio, pois as pessoas acabam comprando mais de um presente. Este ano, por exemplo, segundo dados da pesquisa, 27,48% vão presentear duas crianças e 11,42% três”, comentou Carlo Fornazier, presidente da CDL Vitória.

Dos entrevistados, 38,26% vão dar lembrancinhas aos filhos, 17,43% aos sobrinhos e 10,34% aos afilhados.

O levantamento mostrou ainda que a maioria das pessoas vai comprar o presente em shopping e pagar em dinheiro (35,10%) e no cartão de crédito (24,67%).

455 mil sacas de café embarcadas no ES em agosto

As exportações de café arábica e conilon pelos portos capixabas aumentaram no mês de agosto em relação a julho. Já a quantidade de café solúvel comercializada diminuiu de um mês para o outro. No total, foram exportadas pelo Espírito Santo no último mês 455.332 sacas de café, gerando uma receita de R$ 74.877.538,98.    

Foram escoadas pelos portos capixabas em agosto 220.349 sacas de arábica, 213.310 de conilon e 21.673 de solúvel, segundo relatório divulgado pelo Centro do Comércio de Café de Vitória (CCCV). O valor médio de venda da saca do grão foi de US$ 164,44. No mês anterior, foram exportadas 200.863 sacas de arábica, 171.056 de conilon – um aumento de 42 mil de julho para agosto –, e 27.332 de café solúvel.

No acumulado do ano até agosto, 2.805.655 milhões de sacas de café foram embarcadas e escoadas pelo Estado, em 8.769 contêineres. Já a receita movimentada de janeiro a agosto deste ano foi de US$ 522.162.524,36.

Expo Serra 2012 começa neste fim de semana

Quem gosta das coisas do campo já tem programação para este fim de semana. Nos dias 15 e 16 será realizada a Expo Serra 2012 (2ª Exposição Agropecuária da Serra), na Fazenda Roncetti, localizada no distrito de Itaiobaia. Entre as atrações estão exposições de animais, rodada de negócios, cavalgada, comercialização de plantas ornamentais e diversas opções de diversão para a criançada.

No local serão montados dois restaurantes, um do Circuito de Agroturismo e outro da Associação de Pescadores da Lagoa Juara, que servirão almoço, jantar e petiscos. A organização do evento também pensou naqueles que querem ir para ficar, por isso Haverá área reservada para camping gratuito.

A abertura oficial será no sábado, às 12 horas. À noite haverá apresentação de música sertaneja. No domingo haverá um café da manhã às 9 horas no Sítio Recanto Mestre Álvaro e em seguida uma cavalgada, com saída às 11 horas, em direção à Fazenda Roncetti.

Mais tarde, às 15 horas, haverá leilão de animais e concurso de rédea, às 16 horas. Às 18 horas será realizado mais um show musical e às 22 horas será o encerramento  da exposição.

A exposição é realizada pela Associação de Produtores Rurais da Serra (Aprumus), Associação do Agroturismo da Serra e pelo Clube do Cavalo, com apoio do Instituto de Defesa Agropecuária e Florestal (Idaf), do Sindicato dos Trabalhadores Rurais, do Instituto Capixaba de Pesquisa e Extenção Rural (Incaper) e da Secretaria de Agricultura, Agroturismo, Aquicultura e Pesca (SEAP).

O objetivo do evento é promover a confraternização entre os diversos segmentos que impulsionam o desenvolvimento da área rural da Serra, bem como divulgar e ampliar as ações nas áreas rural e pesqueira do município.

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