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Vitória, 18 de
Maio de 2013
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Economia
11 abr 2013

Precisamos de Eikes?

Publicado às 21:51 | Postado por Folha Vitória

Querem nos tomar o que é nosso! Querem passar a mão no nosso petróleo, nas nossas empresas. Mobilizem-se capixabas, defendam a terra! Será que é assim mesmo que temos que pensar? Tudo que falam é que devemos sim pensar assim. Eu acho que não. Acho que já temos maturidade para saber que as coisas não funcionam mais como em uma província, colônia ou Capitania Hereditá¡ria. Chegou a hora de gerarmos novos Eikes que naturalmente invistam no Estado porque o Estado é um bom lugar para investir. E qual o papel de todos os níveis de produção? Empresários devem aproveitar as oportunidades de forma consistente, com planejamento, estratégia e gestão sustentável. Quer um exemplo? O Grupo Dadalto. Está em processo de profissionalização, tem metas consistentes e crescimento linear pelo menos nos últimos 15 meses. Governo deve criar o ambiente para que os empresários atuem. E não é preciso beneficiar determinada empresa. Basta fazer a máquina andar, com eficiência e, por favor, menos burocracia. Não é  possível que um Estado funcione como uma grande repartição pública onde é preciso de encaminhamentos em quatro vias, todas com firma reconhecida e autenticadas em cartório. Também chegou a hora de deixar para trás as lamúrias do passado e arregaçar as mangas. Chegou a hora do Independência ou Morte! Significa criar um país Espírito Santo? Claro que não. Mas significa criar a agilidade que os setores produtivos precisam. Exemplo? A cultura de café. Batemos recorde na produção de conilon no ano passado e pode vir mais recorde por aí este ano. Os produtores sabem qual é a política, sabem a quem recorrer e são ajudados pelo Estado pelo simples fato de o Estado cumprir seu papel. E ponto. Se há um empresário que vê vantagens em levar um porto para outro Estado, é porque ele vai ganhar mais com isso. E se o porto for, é porque será mais vantajoso. Criemos esse ambiente aqui. E a força de trabalho també tem papel fundamental nesse grito de independência, afinal, é inadimissível perder investimentos por falta de mão de obra qualificada. Já pensou ganhar a antipatia de um investidor que vem conhecer o Estado  porque ele foi simplesmente mau atendido na hora de comprar um cafezinho na padaria? Pasmem leitores, isso acontece aqui.

Prêmio Ademi

Termina nesta sexta, dia 12, o prazo para incrição no Prêmio Ademi. Profissionais e projetos do setor imobiliário podem concorrer e este ano a novidade é que iniciativas do interior do Estado também podem entrar no páreo. Para se inscrever basta entrar no site ademi-es.org.br. A entrega dos prêmios em 34 categorias está prevista para o dia 25 de junho.

Aprenda a investir

A Valor Investimentos ministra curso Como Investir na Bolsa de Valores, nos dias 19 e 20. O investidor aprende como comprar, vender e analisar o mercado. Informações e inscrições pelo valoreducacao.com.br/agenda.

Visita de Hamburgo e oportunidade

A coluna já publicou um nota  sobre o interesse, ainda no governo PH, de um empresário de Frankfurt pelo aeroporto de Vitória (http://folhavitoria.com.br/economia/blogs/enfoqueeconomico/wp-admin/post.php?post=2033&action=edit). E tem uma nova oportunidade que pode vir de terras germânicass. Uma comitiva com o prefeito de Hamburgo visita o país nos próximos dias, vem ao Rio de Janeiro. A cidade alemã é famosa pela atividade portuária e há interesse no setor aqui no Brasil principalmente no Porto de Águas Profundas que deve sere anunciado agora, no meio do ano (É aquele mesmo que seria anunciado em dezembro do ano passado e está entre Vitória e Vila Velha). O consulado daqui do Estado já conseguiu uma brecha na agenda e só espera um retorno de representantes do governo capixaba para marcar uma reunião. Prefeitos na Alemanha têm status de primeiro-ministro e, por isso, não foi possível trazê-lo direto ao Estado.

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2 abr 2013

A todo gás

Publicado às 23:32 | Postado por Folha Vitória

Todo mundo fala de petróleo. Todo mundo fala de pré-sal. Todo mundo fala de royalties. Mas  e o gás heim? Na época das descobertas de jazidas no Norte capixaba, chegaram ao exagero de dizer que havia uma Bolívia de gás por lá. Com pompa e circunstância, o primeiro prédio com 100% de gás natural foi inaugurado na orla de Camburi, no começo dos anos 2000, lá por 2003 ou 2004. A promessa era de popularizar o combustível e ocupar cada vez mais espaço no mercado. Mas com lutas ferrenhas pelo espólio do petróleo, parece que todo mundo esqueceu do gás. Será que abastecer o Estado de forma maciça não seria uma solução viável ao desenvolvimento e ao alto custo da energia? Acho que sim. Seria uma boa bandeira para a frente política do Estado.

Sacada

Quem já sacou que o mercado por aqui é promissor é a Wärtsilä, uma multinacional finlandesa que está no Estado para participar do Fórum Capixaba de Energia, nesta quarta. Para a empresa, o Espírito Santo tem um dos maiores potenciais do país por causa das  reservas e também por causa da possibilidade de desenvolvimento da  infraestrutura logística. Estar perto de grandes centros de consumo de eletricidade e a possibilidade de ser uma ligação com o Brasil inteiro também é uma vantagem capixaba.  A multinacional finlandesa opera há 20 anos no país, construiu as usinas termelétricas de Linhares (204 MW) e Viana (176 MW), que funcionam desde outubro para complementar o fornecimento nacional diante das baixas de reservatórios das usinas hídricas.

O novo eixo

A Brasiles lança uma nova central de vendas no eixo da Rodovia do Sol, no quilômetro 9, em Itaparica. A região forte passa por um boom imobiliário e a empresa, que já tem mais de 8 anos de mercado,  terá dois decorados para apresentar aos clientes.

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1 abr 2013

O abismo da mão de obra

Publicado às 23:22 | Postado por Folha Vitória

“Sou pequeno e nem quero crescer muito. Até poderia, pois tenho demanda, nome consolidado no mercado e possibilidade de aproveitar o potencial da região onde atuo (Domingos Martins). Mas não tem gente para trabalhar. A coisa mais difícil é achar gente no mercado, disposta a encarar o trabalho “. A fala crua, triste e muito real para todos os setores epregadores da economia capixaba é de um dono de restaurante que simplesmente abriu mão de fazer o negócio ganhar mais corpo. A dora de cabeça de tentar mão de obra não vale à pena. Não tem gente qualificada no mercado e, quando tem gente, é temporário. Muito temporário. Não há envolvimento, cultura de desenvolvimento e muito menos política para manter o trabalhador empregado em sua região, onde ele nasceu, vive, conhece todo mundo e atua.  E quando se fala em gargalo estrutural, de problemas com portos, aeroportos e estradas, ninguém pensa em qualificação e principalmente em educação de mão de obra. A estrutura pode chegar, com acordos políticos, costura de verbas, investimentos em parceria com a iniciativa privada. Mas se não tiver gente para operar, nada disso vai pra frente. Aí não adianta descobrir um Irã de petróleo em águas capixabas. E hoje, não temos gente no mercado. E não se trata de oferecer cursos técnicos, qualificação de órgãos da indústria ou do comércio. Trata-se de educação estrutural. Os profissionais do Estado não têm a cultura empreendedora que se desenvolve com um currículo voltado para isso, lá desde a escola básica. Falta vontade de tirar mais da profissão, seja ela qual for e onde estiver. Em níveis básicos de trabalho, é comum ouvir do trabalhador que é mais vantagem receber seguro desemprego do que conseguir um trabalho. Ganhar sem fazer nada.  E assim, não tem Fundap que chegue para sustentar um Estado,  tenha o território o  tamanho que tiver. É hora de planejar o futuro com uma mudança drástica no formato da educação do profissional enquanto o profissional ainda é estudante do ensino fundamental. Se isso não acontecer, estamos fadados a ficar no fundo do balde, junto com os caranguejos que nunca vão conseguir fugir. Pior. Sem puãs nem mesmo para puxar os mais fortes para baixo.

Nossa carteira de ações

Março se foi e abril começa com o resultado de nossa carteira no mês das “águas turbulentas”. No embalo do mercado que tem oscilado bastante, nossa carteira de ações segue em baixa. Veja o desempenho de nosso investimento:

Ambev ON – -5,51

Bradesco PN – +5,11

Br Malls ON  – -3,89

Concessionária de Rodovias ON  – +3,01

Comgas PNA – -1,51

Saouza Cruz ON – -4,42

Lojas Renner ON – -0,35

Natura ON – -5,38

Ultrapar ON – -0,13

Brasil Foods ON – +4,06

Oi  PN– -7,85

Investimento nas montanhas

Uma linha de crédito para investir nas montanhas. Assim o Banestes entra com parceria com o Vista Azul Negócios Imobiliários. O acordo será assinado nesta terça, dia 2 e será uma forma de alavancar as vendas das unidades do Bristol Vista Azul Hotel & Residencial, em Pedra Azul, Domingos Martins. O financiamento pode ser de até 80% do valor das unidades e já pode ser contratado na fase de construção. O Bristol Vista Azul tem previsão de inauguração em 2015, terá 72 suítes hoteleiras e 154 unidades residenciais com a estrutura de hotel de luxo. O pagamento do crédito concedido pelo Banestes poderá ser por parcelas mensais, com prazo de até 80 meses, ou em parcela única com prazo de até 30 meses. A taxa pós fixada das operações será com base no CDI + 0,50% ao mês. O negócio tem a chancela da marca Banestes Valores.

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26 mar 2013

Como a iniciativa privada pode (e deve) ajudar

Publicado às 20:44 | Postado por Folha Vitória

Em Vila Velha, uma iniciativa pode virar referência para as prefeituras do Estado. Pelo menos deveria. A Asevila, que reúne empresários vilavelhenses, assinou um convênio com a prefeitura em fevereiro. O objetivo é assessorar o poder municipal na construção do planejamento estratégico. Conhecimento técnico para isso os empresários têm, de sobra. em uma série de reuniões, a associação vai definir um diagnóstico sócioeconômico da cidade, que vai ajudar a traçar pelo menos 80% do planejamento. A partir dessas informações, o poder público poderá definir que áreas atacar e de que forma. Um bom começo de conversa, principalmente para uma cidade frágil, descapitalizada e sem o mínimo de credibilidade.

Lei do motorista

Semana que vem tem uma discussão importante para o setor de transportes do país, aqui em Vitória. Procurador do Ministério do Trabalho do Mato Grosso, Paulo Douglas Almeida Moraes  e a assessora jurídica na NTC&Logística, Gildete Menezes debatem a lei que regulamenta a profissão. Dia 3 no Sheraton, das 13h às 19h

Energia

Estão abertas até sábado inscrições para o Negócios & Energia, fórum que acontece semana que vem. Micro e pequenos empreendedores podem se inscrever pelo negocioseenergia@aspe.es.gov.br. No encontro, micro e pequenos poderão oferecer produtos e serviços para grandes empresas do setor, como Vale, Samarco, EDP Escelsa, Petrobras, Térmica Linhares e outras.

Demo Brasil 2013

Em junho tem o Demo Brasil 2013, um dos maiores eventos de tecnologia e inovação do mundo, que acontece há 22 anos. E tem prêmio de R$ 1 milhão para a empresa que se destacar. A TecVitória vai dar uma força para as capixabas que tentarem abocanhar o prêmio. Só pra gente ter uma ideia, o Picasa e o Java apareceram para o mundo neste evento

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18 mar 2013

Festival náutico vem aí

Publicado às 17:57 | Postado por Folha Vitória

Está tudo certo para um grande festival náutico em Vitória. O evento vai promover a venda de barcos e principalmentejet skis na capital. Tudo certo para uma data no começo de maio, provavelmente 11 ou  12. O objetivo é atrair pelo menos 50 embarcações, que poderão conhecer produtos e serviços da MBR Marine Offshore no Estado. Tudo voltado ara público A, e com direito a balsa de 15 metros, shows sertanejos e djs.

Custo de vida

Vitória é a 16 capital do país em custo de vida. Leva média de 4,1. É o menor custo de vida do Sudeste. No topo da lista, com nota 10, está São Paulo, seguida de perto do Rio de Janeiro, com 8,7. Dados do site custodevida.com.br. Entre os itens analisados, almoço em restaurante barato, em restaurante caro, mensalidade escolar, aluguel e até cafezinho. Vale a pena visitar.

Plano de negócios

Nesta terça, às 10 da manhã a Petrobras apresenta o plano de investimentos para o período de 2013 a 2017 . Todos os olhos do país voltados para o quinhão do Rio e do ES, no “pós-guerra”. E muitos olhos do mercado também, já que as informaões terão impacto direto no movimento da Bolsa de Valores.

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15 mar 2013

Cenário nebuloso… até quando?

Publicado às 14:48 | Postado por Folha Vitória

No fim de uma semana que sem dúvida vai ficar na história do Estado como uma das mais lamentáveis, por causa de perdas econômicas que neste momento parecem irreparáveis, uma outra notícia que faz a gente pensar em um cenário nebuloso para o Espírito Santo. Tanto as exportações quanto as importações fecharam fevereiro com queda, em comparação ao mesmo período de 2012. Os dados foram divulgados pelo Sindiex. Nas exportações, queda de 3%, por causa do baixo desempenho das vendas para o mercado externo de celulose (-21%), minério de ferro (-5%) e ferro e aço (-1%). Por outro lado, óleo bruto e rochas ornamentais registraram alta de 67% e 18%, respectivamente. mas não foi suficiente.  Nas importações, queda de  26%, com destaque para as compras de veículos, que tiveram uma redução de 47%, seguido por máquinas e equipamentos (-30%), tecidos (-17%), carvão mineral (-11%) e equipamentos de telefonia (-8%). O único item que teve crescimento foi o de peças para aeronaves, com 73%. Para quem não conseguia vislumbrar o Estado sem Fundap, eis aí, concretizado, o temor do setor de comércio internacional. Resta saber se há medidas efetivas, sem política e demagogia, que revertam o quadro.

Inovação em Cachoeiro

A Findes vai levar inovação os pequenos empresários de Cachoeiro. O objetivo é implantar planos de inovação nas micro e pequenas indústrias e prepará-las para captar recursos com projetos ligados à inovação. O programa “Movimento para Inovar” será apresentado para industriais de Cachoeiro de Itapemirim, no dia 19 de março, no Centro Integrado Sesi/Senai da cidade. O programa vai oferecer capacitação e consultoria para micro e pequenas indústrias.

Foco nos universitários

Como a coluna adiantou, em entrevista com o diretor do Banestes , José Antônio Buffon, o banco está firme com o propósito de atrair jovens investidores dispostos a aplicar dinheiro no mercado variável. Nesta semana, estudantes da Empresa Júnior de Consultoria Empresarial da Ufes visitaram a Banestes DTVM. Todos participaram de um treinamento sobre o pregão e sobre como e quanto investir.

Arcelor investe em reaproveitamento

A Arcelor espera investir R$ 100 mil nos estudos voltados para reaproveitamento de materiais nos setores  cimenteiro, de lastro ferroviário e de pavimentação este ano. Dentre as pesquisas em andamento estão o uso de escória de aciaria para lastro ferroviário e para fabricação de argamassa. Assim, evita-se extrair recursos naturais (brita). Além disso, a durabilidade é maior. Também está em execução um estudo do emprego da lama de alto-forno para produção de cerâmica vermelha. A utilização garante mais resistência à estrutura da cerâmica, além de aumentar a produtividade, já que reduz o tempo de queima durante a produção. No ano passado, a ArcelorMittal Tubarão comercializou quase 2,5 milhões de toneladas, entre coprodutos, materiais alienáveis e excedentes. Montante de R$ 153 milhões.

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13 mar 2013

Hora do contra-ataque

Publicado às 21:48 | Postado por Folha Vitória

A ideia é do governo do Rio, e bem que poderia gerar um movimento rápido, aqui mesmo no Espírito Santo, para combater a perda de royalties. A lebre foi levantada pelo prefeito de Itapemirim, Luciano de Paiva, e parece bem plausível e simples: desonerar o etanol produzido no Estado. A alíquota do ICMS do combustível da cana por aqui é de 27%. No Rio, baixou para 2%, como resposta à perda de royalties. Perde o Estado em arrecadação? Perde num primeiro momento. Mas a escala tende a ser muito vantajosa não só para produtores, mas para toda a cadeia, que vai do campo até o consumidor final, o capixaba. E a medida teria um bom impacto positivo para regiões naturalmente carentes e com os menores IDHs do Espírito Santo, onde estão as plantações de cana, nos extremos Norte e Sul do Estado. O que falta para uma posição como essa partindo da cúpula do governo estadual? Não sei, mas chegou a hora de se movimentar.

Leite e faturamento recorde

A  Veneza, de Nova Venécia, formada por mais de 1.200 pequenos produtores de leite do Norte capixaba, registrou lucro superior a R$ 896 mil no último ano. O faturamento líquido de mais de R$ 108 milhões foi recorde e será reinvestido na ampliação e modernização do parque industrial, assistência subsidiada e capacitação aos produtores rurais cooperados. Tomara que não inventem uma lei cobrando royalties do leite.

Janeiro azul para imóveis comerciais

Janeiro foi o mês dos empreendimentos comerciais no setor imobiliário. Pelo menos  é o que aponta o Índice de Velocidade de Vendas, Divulgado pela Ademi. Pode ser um sinal de que a economia começa a dar sinais de crescimento, mesmo antes do nebuloso e parado período de Carnaval. A velocidade de vendas foi de 3,17% para unidades corporativas, um aumento de 30,99% se comparado com o mesmo período de 2012. Destaque para empreendimentos em Cariacica, pr[oximo à BR 262 e Itaparica, em Vila Velha, onde a onda são os empreendimentos mistos, de trabalho e moradia. O IVV é feito por  Ademi-ES e Sinduscon-ES, com o apoio do SEBRAE-ES e Creci-ES.

Carteira do Sicoob

A carteira de crédito das agências do Sicoob de Vitória (Enseada do Suá, Reta da Penha e Jardim Camburi) somou R$ 60,4 milhões em 2012, alta de 55% em relação a 2011. As instituições também registraram crescimento no número de depósitos: R$ 45,5 milhões. Os dados estão sendo divulgados em pré-assembleias realizadas pelo Sicoob para prestação de contas.

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6 fev 2013

Carteira atualizada

Publicado às 16:25 | Postado por Folha Vitória

E passa a compor nossa carteira de ações a Comgas PNA. A companhia começou a atuar em 1872, já foi estatal e hoje a maior parte do capital social pertence à  Cosan. A Comgas utiliza o gás natural para gerar energia e tem planos de expandir seus negócios  para se tornar a maior distribuidora de gás da América Latina. A sugestão do novo papel para nossa carteira vem de Geraldo Carneiro, da Uniletra.

China sem gás

Carga nova de chinesas em terras capixabas. Mil carros. E trabalho extra para tirar dos navios. Pelos menos metade estava com problemas no câmbio, na bateria ou simplesmente sem uma gota de combustível nos tanques. Assim, as revendas devem ter grandes problemas para alcançar a satisfação do consumidor, se é que alcançam.

Energia limpa

A Kleenspeed, empresa de domina a tecnologia de conversão de motores comuns a motores elétricos, continua negociando com dois ou três grupos empresariais locais. A ideia é instalar uma planta industrial no Estado, preferencialmente na Grande Vitória. A Serra é a mais cotada, mas houve consulta por Linhares. Se houver evolução na conversa, executivos da empresa californiana podem visitar o Estado em breve.

Números da Páscoa

A Garoto tem números impressionantes para a Páscoa deste ano.  Serão  20 milhões de ovos, distribuídos em mais de 400 mil pontos de venda pelo Brasil.  Para atuar na temporada, foram contratados 700 novos colaboradores temporários que já trabalham diretamente na produção na matriz.

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8 jan 2013

Bom investimento depende de informação

Publicado às 18:57 | Postado por Folha Vitória

Para montar uma carteira de ações é preciso de informação. Tudo que acontece no mercado, no dia a dia, pode ser determinante para o sucesso de um investimento. “A gente está com restrições, no momento, a empresas de energia. Há uma possibilidade real de racionamento no país e nossas análises mostram que não é bom negócio investir neste tipo de empresa agora”.  O exemplo é do diretor da Uniletra, Geraldo Carneiro, que faz uma exercício diário de analisar o mercado para saber quais são as melhores opções. Para quem começa a investir no mercado de ações, essa é uma dica essencial e deve ser seguida a risca.

Força do campo

Produtores de leite do Estado colhem frutos do programa “Leite Certo”, desenvolvido pela Veneza, em parceria com o Sebrae-ES e a Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB-ES). São 114 produtores que recebem consultorias que abordam temas técnicos. O  programa dá tanto resultado que tem produtor que antes produzia 40 litros de leite por dia e agora chega a 170 litros. E não é só. A renda média dos produtores aumentou 10% e um animal que produzia seis litros de leite por dia, hoje produz 12. Agora a ideia é expandir o programa para alcançar mais produtores. A Veneza atua no Norte do Estado, tem 1,2 mil cooperados e a recita anual da empresa é de R$ 39 milhões. É a sétima indústria de alimentos do Estado.

Reforço no Grupo Buaiz

Marcus Buaiz agora faz parte do Comitê empresarial e da Gestão Estratégica do Grupo Buaiz. O empresário já é sócio, junto com Ronaldo Fenômeno, da agência de publicidade e marketing esportivo 9ine. Marcus terá como atribuições contribuir para o desenvolvimento das empresas do grupo e estreitar relações com membros  do poder público e da iniciativa privada. Também ficarão a cargo do executivo identificar possibilidades de novos investimentos e prospecção de novos mercados para o Grupo Buaiz no Espírito Santo.

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31 jul 2012

Arrecadação em alta

Publicado às 19:47 | Postado por Folha Vitória

A arrecadação das taxas municipais no Espírito Santo totalizou, em 2011, R$ 106,3 milhões. Crescimento real de 12%, em relação a 2010. As prefeituras contabilizaram R$ 11,4 milhões a mais nos cofres públicos. Os dados são do anuário Finanças dos Municípios Capixabas, lançado pela Aequus Consultoria, que aponta ainda que os maiores incrementos em termos absolutos ocorreram em Vila Velha (R$ 4,1 milhões), Guarapari (R$ 2 milhões), Serra (R$ 1,8 milhão) e Vitória (R$ 1,1 milhão), as quatro cidades com a maior receita de taxas do Estado.

Meio ambiente e transportes
10 milhões de litros de diesel a menos e a redução de 768 toneladas de material particulado na atmosfera. É o resultado do Programa Ambiental do Transporte – Despoluir, que monitora veículos e equipamentos movidos a diesel através de testes de emissão de gases poluentes realizados trimestralmente ao longo do ano. Nesta quinta a Federação dos Transportes premia 74 empresas que conseguiram reduzir índices de poluição. O troféu do 10º Prêmio QualiAR – Prêmio Fetransportes de Qualidade do Ar será no SEST SENAT de Cariacica.

Energia em discussão
Um dos problemas da indústria do Estado é a energia.  Os custos altos podem fazer o empresário desistir do negócio, que fica vulnerável com a falta de competitividade. Que o diga o setor de confecções no Noroeste, que encara tarifas das mais caras do Brasil. Nesta quinta tem rodada de debates sobre o assunto com o seminário  “Como Defender Tarifas de Energia Elétrica mais Competitivas para a Indústria”,  a partir das 9h, na sede da Findes, em Vitória.

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