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Vitória, 26 de
Maio de 2013
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Economia
20 mai 2013

Segundo na venda de seminovos

Publicado às 21:02 | Postado por Folha Vitória

Abril foi um bom mês para a venda de seminovos no Espírito Santo. O Estado foi o segundo em volume de vendas na Região. Os dados são da Federação Nacional das Associações dos Revendedores de Veículos Automotores (Fenauto), nos quatro primeiros meses deste ano foram transferidas, no Estado, 90.286 unidades, o que representa um índice 8% maior que o registrado no mesmo período de 2012. A primeira colocação ficou com Minas Gerais, onde o crescimento foi de 10,8%. Já São Paulo aparece na terceira, com 4,2%. No Rio de Janeiro, o volume de veículos negociados caiu 0,3%.

Novas lojas perfumadas

O Boticário já tem 90 lojas franqueadas no Estado. Os últimos lançamentos foram em Vitória, no Boulevard da Praia, na Serra, no Bairro de Fátima e Jardim Limoeiro, e em Linhares, no Shopping Pátio Mix.

Mercado em alta

O mercado de eventos corporativos aproveita o cenário positivo dos negócios. A previsão é de 837 feiras em 2013. Previsão da União Brasileira de Promotores de Feiras. O Grupo Alatur, de viagens corporativas, divulgou pesquisa que revela que o mercado de eventos corporativos é responsável por 3% do PIB brasileiro, ou seja, R$ 70 bilhões. Para a local Ateliê de Eventos, a expansão do mercado está diretamente relacionada a qualificação dos profissionais. Ou seja, as empresas estão cada vez mais especializadas e com melhores serviços.

Best Western em Vitória

A rede internacional de hotéis Best Western terá um escritório central em Vitória para gerir seus os negócios em todo o país. Atualmente, a rede, que é a maior do mundo, possui apenas um escritório, responsável pelos hotéis em toda América do Sul, que fica em Lima, no Peru. Com o projeto de expansão dos negócios no Brasil, a Best Western já cresceu 32% em um ano e agora passa a ter uma central brasileira pela primeira vez, para fazer o gerenciamento da bandeira. Com a mudança, a capixaba Incortel Incorporações e Hotelaria passou a ser responsável pela gestão, vendas, treinamento e suporte de receitas dos hotéis da rede Best Western que estão atuando no Brasil, além do desenvolvimento e captação de novos hotéis no território nacional.

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29 abr 2013

Atenção para os pequenos

Publicado às 20:17 | Postado por Folha Vitória

“Eles não olham para nós, preferem olhar para os grandes”. O desabafo é de uma pequena empresária do setor de cosméticos. Ela tem a empresa há mais de 15 anos e há 15 anos luta para se manter. Tem relativo sucesso, se preparou ao longo da últia década e agora está prontinha para deslanchar. Mas como? O dinheiro vai para as grandes. Os financiamentos não chegam e os programas de desenvolvimento parecem bons mas são verdadeiras arapucas. “Peguei cerca de R$ 250 mil em um desses programas, mas resolvi devolver tudo. Não vale à pena”. A realidade mostra que não adianta oferecer linhas de crédito se elas realmente não forem vantajosas e, acima de tudo, se não houver preparação. Do microempresário. E os números mostram como é importante preparar a principal massa econômica do país. Para se ter ideia, 99% dos CNPJs registrados no país são de micro e pequenas empresas. 25% do PIB do país são gerados por elas, que absorvem 52% da mão de obra. 99% da massa assalariada está nos nanicos. Se tem esse peso todo, o que falta para investir de verdade em programas práticos, que dêem certo? Não sei. E eles também sabem e não param a batalha, mesmo contra um gigante invencível chamado descaso do Estado.

Experiência gringa

Uma obra de rodovia de pouco mais de 5 km, orçada em mais de R$ 44 bilhões, mais de 6 mil funcionários, 20 anos para a conclusão e fortes denúncias de fraudes e escândalos. Você conhece essa realidade? Com certeza, mas não em Boston Massachussets. A rodovia mais cara dos Estados Unidos, a Big Dig, é o tema de uma apresentação do representante do Departamento de Transportes dos Estados Unidos, Robert Westbrooks. Ele vai falar no XV Simpósio Nacional de Auditoria de Obras Públicas (SINAOP) “Obras Públicas: compatibilizando qualidade, preço e prazo”, entre 13 e 17 de maio, no Itamaraty Hall, em Vitória.

Stone Fair Cachoeiro

Os espaços da Cachoeiro Stone Fair 2013 já estão 90% comercializados. Dentre os motivos para a alta procura estão o crescimento do segmento no Brasil e o fortalecimento do mercado interno, principalmente com as obras da Copa do Mundo e das Olimpíadas. É o ritmo de festa, afinal, a feira completa este ano 25 anos.

Finalmente, a tecnologia

Estão bastante adiantadas as negociações para a implantação de um polo tecnológico na área da Suppin em Vila Velha. O local tem a pretensão de ser uma referência para a pesquisa em tecnologia, além de ser uma incubadora de empresas. Pelo menos cinco empresas já estão confirmadas e o apoio é de instituições gabaritadas, como Sebrae, Ifes, Governo e sindicatos setoristas, como o Sindiquímicos. A implantação sai a qualquer momento.

Que beleza

Sabia que o segmento de beleza no Brasil é o terceiro em consumo do mundo. Por que será que não temos uma marca forte, mundial, de cosméticos? Pergunte aos empresários do setor e eles vão dizer que o problema nem é competir com as grandes. O problema é que o regulador maior do mercado ainda não percebeu que o setor é o “filé” para investimentos. Sabe quem é esse regulador? O Estado!

Eles não olham para nós, preferem olhar para os grandes”. O desabafo é de uma pequena empresária do setor de cosméticos. Ela tem a empresa há mais de 15 anos e há 15 anos luta para se manter. Tem relativo sucesso, se preparou ao longo da últia década e agora está prontinha para deslanchar. Mas como? O dinheiro vai para as grandes. Os financiamentos não chegam e os programas de desenvolvimento parecem bons mas são verdadeiras arapucas. “Peguei cerca de R$ 250 mil em um desses programas, mas resolvi devolver tudo. Não vale à pena”. A realidade mostra que não adianta oferecer linhas de crédito se elas realmente não forem vantajosas e, acima de tudo, se não houver preparação. Do microempresário. E os números mostram como é importante preparar a principal massa econômica do país. Para se ter ideia, 99% dos CNPJs registrados no país são de micro e pequenas empresas. 25% do PIB do país são gerados por elas, que absorvem 52% da mão de obra. 99% da massa assalariada está nos nanicos. Se tem esse peso todo, o que falta para investir de verdade em programas práticos, que dêem certo? Não sei. E eles também sabem e não param a batalha, mesmo contra um gigante invencível chamado descaso do Estado.

Experiência gringa

Uma obra de rodovia de pouco mais de 5 km, orçada em mais de R$ 44 bilhões, mais de 6 mil funcionários, 20 anos para a conclusão e fortes denúncias de fraudes e escândalos. Você conhece essa realidade? Com certeza, mas não em Boston Massachussets. A rodovia mais cara dos Estados Unidos, a Big Dig, é o tema de uma apresentação do representante do Departamento de Transportes dos Estados Unidos, Robert Westbrooks. Ele vai falar no XV Simpósio Nacional de Auditoria de Obras Públicas (SINAOP) “Obras Públicas: compatibilizando qualidade, preço e prazo”, entre 13 e 17 de maio, no Itamaraty Hall, em Vitória.

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22 abr 2013

O caminho suave que deve ser exemplo

Publicado às 23:31 | Postado por Folha Vitória

Isso é que é investimento sólido e com retorno garantido. Além disso, gera frutos inigualáveis para a imagem de uma empresa. Até o final de junho, a Garoto, em parceria com a Secretaria de Educação de Vila Velha, vai implantar oito novas salas de leitura e vai requalificar outras 16 em escolas da rede municipal de ensino e uma na Biblioteca Municipal João Fraga, também em Vila Velha. A ação faz parte do projeto “Leitura para Todos – Sala de Leitura”, do Instituto Oldemburg de Desenvolvimento. Com o projeto, as escolas recebem salas de leitura com mil livros educativos, dois exemplares de 500 títulos de autores nacionais e estrangeiros. Um é pra emprestar e outro para ler na sala. No próximo dia 25 os representantes das 25 escolas que receberão o projeto vão passar por um workshop para saber exatamente como vai funcionar. Que iniciativas assim se reproduzam, se proliferem e que os mil livros virem milhares. Não há melhor investimento e não há maior capital que o conhecimento, tão ausente de todos os níveis de trabalhadores do país. Hoje, no Brasil, existem 718 salas, dentro de escolas, hospitais, associações, instituições culturais.  Os acervos incluem títulos infantis e infanto-juvenis, obras de ficção, de psicologia, sociologia, auto-ajuda, ciência política, teoria literária, cinema, música, além de biografias e publicações para o ensino de idiomas.

Atividade além das divisas

Todo mês, mais de 50 excursões vindas da Bahia, do Rio, de Minas e de São Paulo aportam em Colatina. Sabe qual o atrativo turístico da cidade? O comércio. Esse povo todo vai à cidade para visitar o Shopping Moda Brasil. São mais de três mil lojistas em busca de roupas para revender. Já houve uma época em que o Estado recebia muitas dessas excursões. Glória, Santa Inês e até a Barra do Jucu já tiveram polos assim. Bom motivo para melhorar, e muito, a estrutura receptiva de Colatina, que carece de estrutura. É um investimento que tem retorno em curto prazo, se houver política para manter e ampliar a atividade.

Investidor anjo

Você já ouviu falar de investidor anjo? É algo como o investidor que compra ações de empresas em estágio inicial. É aquele cara que faaz uma aposta, com olho grande lá na frente. A nova modalidade de investimento já existe há longos anos lá fora do país e comea a ganhar adeptos por aqui. O Investimento Anjo será apresentado no seminário “Capital Empreendedor’”, dias 25 e 26 agora , na TecVitória. Quem apresenta a modalidade é Antônio José Junqueira Botelho, fundador do primeiro grupo brasileiro com esse perfil, o Gávea Angels. Ele vai instruir os participantes a identificar uma boa oportunidade para investimento. Inscrições pelo e-mail: reservas@tecvitoria.com.br.

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11 abr 2013

Precisamos de Eikes?

Publicado às 21:51 | Postado por Folha Vitória

Querem nos tomar o que é nosso! Querem passar a mão no nosso petróleo, nas nossas empresas. Mobilizem-se capixabas, defendam a terra! Será que é assim mesmo que temos que pensar? Tudo que falam é que devemos sim pensar assim. Eu acho que não. Acho que já temos maturidade para saber que as coisas não funcionam mais como em uma província, colônia ou Capitania Hereditá¡ria. Chegou a hora de gerarmos novos Eikes que naturalmente invistam no Estado porque o Estado é um bom lugar para investir. E qual o papel de todos os níveis de produção? Empresários devem aproveitar as oportunidades de forma consistente, com planejamento, estratégia e gestão sustentável. Quer um exemplo? O Grupo Dadalto. Está em processo de profissionalização, tem metas consistentes e crescimento linear pelo menos nos últimos 15 meses. Governo deve criar o ambiente para que os empresários atuem. E não é preciso beneficiar determinada empresa. Basta fazer a máquina andar, com eficiência e, por favor, menos burocracia. Não é  possível que um Estado funcione como uma grande repartição pública onde é preciso de encaminhamentos em quatro vias, todas com firma reconhecida e autenticadas em cartório. Também chegou a hora de deixar para trás as lamúrias do passado e arregaçar as mangas. Chegou a hora do Independência ou Morte! Significa criar um país Espírito Santo? Claro que não. Mas significa criar a agilidade que os setores produtivos precisam. Exemplo? A cultura de café. Batemos recorde na produção de conilon no ano passado e pode vir mais recorde por aí este ano. Os produtores sabem qual é a política, sabem a quem recorrer e são ajudados pelo Estado pelo simples fato de o Estado cumprir seu papel. E ponto. Se há um empresário que vê vantagens em levar um porto para outro Estado, é porque ele vai ganhar mais com isso. E se o porto for, é porque será mais vantajoso. Criemos esse ambiente aqui. E a força de trabalho també tem papel fundamental nesse grito de independência, afinal, é inadimissível perder investimentos por falta de mão de obra qualificada. Já pensou ganhar a antipatia de um investidor que vem conhecer o Estado  porque ele foi simplesmente mau atendido na hora de comprar um cafezinho na padaria? Pasmem leitores, isso acontece aqui.

Prêmio Ademi

Termina nesta sexta, dia 12, o prazo para incrição no Prêmio Ademi. Profissionais e projetos do setor imobiliário podem concorrer e este ano a novidade é que iniciativas do interior do Estado também podem entrar no páreo. Para se inscrever basta entrar no site ademi-es.org.br. A entrega dos prêmios em 34 categorias está prevista para o dia 25 de junho.

Aprenda a investir

A Valor Investimentos ministra curso Como Investir na Bolsa de Valores, nos dias 19 e 20. O investidor aprende como comprar, vender e analisar o mercado. Informações e inscrições pelo valoreducacao.com.br/agenda.

Visita de Hamburgo e oportunidade

A coluna já publicou um nota  sobre o interesse, ainda no governo PH, de um empresário de Frankfurt pelo aeroporto de Vitória (http://folhavitoria.com.br/economia/blogs/enfoqueeconomico/wp-admin/post.php?post=2033&action=edit). E tem uma nova oportunidade que pode vir de terras germânicass. Uma comitiva com o prefeito de Hamburgo visita o país nos próximos dias, vem ao Rio de Janeiro. A cidade alemã é famosa pela atividade portuária e há interesse no setor aqui no Brasil principalmente no Porto de Águas Profundas que deve sere anunciado agora, no meio do ano (É aquele mesmo que seria anunciado em dezembro do ano passado e está entre Vitória e Vila Velha). O consulado daqui do Estado já conseguiu uma brecha na agenda e só espera um retorno de representantes do governo capixaba para marcar uma reunião. Prefeitos na Alemanha têm status de primeiro-ministro e, por isso, não foi possível trazê-lo direto ao Estado.

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2 abr 2013

A todo gás

Publicado às 23:32 | Postado por Folha Vitória

Todo mundo fala de petróleo. Todo mundo fala de pré-sal. Todo mundo fala de royalties. Mas  e o gás heim? Na época das descobertas de jazidas no Norte capixaba, chegaram ao exagero de dizer que havia uma Bolívia de gás por lá. Com pompa e circunstância, o primeiro prédio com 100% de gás natural foi inaugurado na orla de Camburi, no começo dos anos 2000, lá por 2003 ou 2004. A promessa era de popularizar o combustível e ocupar cada vez mais espaço no mercado. Mas com lutas ferrenhas pelo espólio do petróleo, parece que todo mundo esqueceu do gás. Será que abastecer o Estado de forma maciça não seria uma solução viável ao desenvolvimento e ao alto custo da energia? Acho que sim. Seria uma boa bandeira para a frente política do Estado.

Sacada

Quem já sacou que o mercado por aqui é promissor é a Wärtsilä, uma multinacional finlandesa que está no Estado para participar do Fórum Capixaba de Energia, nesta quarta. Para a empresa, o Espírito Santo tem um dos maiores potenciais do país por causa das  reservas e também por causa da possibilidade de desenvolvimento da  infraestrutura logística. Estar perto de grandes centros de consumo de eletricidade e a possibilidade de ser uma ligação com o Brasil inteiro também é uma vantagem capixaba.  A multinacional finlandesa opera há 20 anos no país, construiu as usinas termelétricas de Linhares (204 MW) e Viana (176 MW), que funcionam desde outubro para complementar o fornecimento nacional diante das baixas de reservatórios das usinas hídricas.

O novo eixo

A Brasiles lança uma nova central de vendas no eixo da Rodovia do Sol, no quilômetro 9, em Itaparica. A região forte passa por um boom imobiliário e a empresa, que já tem mais de 8 anos de mercado,  terá dois decorados para apresentar aos clientes.

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26 mar 2013

Como a iniciativa privada pode (e deve) ajudar

Publicado às 20:44 | Postado por Folha Vitória

Em Vila Velha, uma iniciativa pode virar referência para as prefeituras do Estado. Pelo menos deveria. A Asevila, que reúne empresários vilavelhenses, assinou um convênio com a prefeitura em fevereiro. O objetivo é assessorar o poder municipal na construção do planejamento estratégico. Conhecimento técnico para isso os empresários têm, de sobra. em uma série de reuniões, a associação vai definir um diagnóstico sócioeconômico da cidade, que vai ajudar a traçar pelo menos 80% do planejamento. A partir dessas informações, o poder público poderá definir que áreas atacar e de que forma. Um bom começo de conversa, principalmente para uma cidade frágil, descapitalizada e sem o mínimo de credibilidade.

Lei do motorista

Semana que vem tem uma discussão importante para o setor de transportes do país, aqui em Vitória. Procurador do Ministério do Trabalho do Mato Grosso, Paulo Douglas Almeida Moraes  e a assessora jurídica na NTC&Logística, Gildete Menezes debatem a lei que regulamenta a profissão. Dia 3 no Sheraton, das 13h às 19h

Energia

Estão abertas até sábado inscrições para o Negócios & Energia, fórum que acontece semana que vem. Micro e pequenos empreendedores podem se inscrever pelo negocioseenergia@aspe.es.gov.br. No encontro, micro e pequenos poderão oferecer produtos e serviços para grandes empresas do setor, como Vale, Samarco, EDP Escelsa, Petrobras, Térmica Linhares e outras.

Demo Brasil 2013

Em junho tem o Demo Brasil 2013, um dos maiores eventos de tecnologia e inovação do mundo, que acontece há 22 anos. E tem prêmio de R$ 1 milhão para a empresa que se destacar. A TecVitória vai dar uma força para as capixabas que tentarem abocanhar o prêmio. Só pra gente ter uma ideia, o Picasa e o Java apareceram para o mundo neste evento

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17 jan 2013

Ressurgimento cheio de energia

Publicado às 6:00 | Postado por Folha Vitória

Depois de um pouco sumida, a Refrigerantes Coroa reaparece com produto novo. É o Bad Wolf Energy Drink. O produto acabou de ser lançado, mas a Coroa garante que a aceitação é ótima no mercado capixaba.  E não é para menos. Segundo dados da Associação Brasileira das Indústrias de Refrigerantes e Bebidas Não Alcoólicas (Abir), nos últimos cinco anos, a procura por esse tipo de bebida aumentou mais de 300%.

A Garoto e a Copa 1

O mega-pacote de investimentos da Garoto na Copa do Mundo de 2014 pode resvalar positivamente no esporte do Estado.  A Garoto vai passar a investir nas categorias do Cetaf, que já tem o time de basquete patrocinado pela empresa. E há a possibilidade real de a fábrica de chocolates investir mais ainda no esporte de base.

A Garoto e a Copa 2

A Garoto não deve investir em um time de futebol, mas haverá investimento em ações pontuais em eventos durante o Campeonato Brasileiro e pelo tom de executivos da empresa, nada impede que um ou mais atletas sejam garotos-propaganda do chocolate.

Exportação em 2012

O Espírito Santo exportou em 2012 US$ 12,1 bilhões. Queda de 20%, se comparado a 2011. Todos os produtos da pauta capixaba registraram queda, com exceção das rochas ornamentais, que teve alta de 13% das vendas para o exterior. Pelos dados do Sindicato do Comércio de Exportação e Importação do Espírito Santo (Sindiex), a maior queda foi registrada no segmento de ferro e aço, com 45%. Depois vêm minério de ferro (-26%), café e outras especiarias (-26%), petróleo (-12%) e celulose (-3%). Os principais destinos dos produtos capixabas foram: Estados Unidos, China, Holanda, Japão e Itália.

Importação em 2012

Já na importação,  o movimento de todos os itens que chegam pelo porto de Vitória registraram queda. Destaque para carvão mineral (-44%), automóveis (-33%), pneus (-32%), equipamentos elétricos e para telefonia celular (-22%), máquinas e equipamentos (-10%) e têxtil (-2%).  Os produtos que chegaram pelo Estado vieram principalmente da China, Estados Unidos, Coréia do Sul, Alemanha e México.

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18 out 2011

Sucesso local

Publicado às 19:37 | Postado por Folha Vitória

A empresa capixaba ISH Tecnologia acaba de ganhar o Americas Partner Awards 2011 da Symantec, premiação para a América Latina. O prêmio vai para quem apresenta soluções para segurança de informação e foi anunciado durante o Symantec Partner Engage 2011, conferência anual da fabricante que é referência em segurança de informática.

Formatura lucrativa
Formatura é um ótimo negócio não só para quem leva o canudo pra casa. O setor de eventos movimenta nada menos do que R$ 270 milhões por ano na Grande Vitória. As formaturas são o tema da Formares, uma Central de Negócios que se transformou na maior feira de fornecedores do ramo e deve atrair mais de 5 mil universitários, no Centro de Convenções de Vila Velha. Será  nos dias 25, 26 e 27 de outubro.

Expomoney
Quer aprender sobre investimentos? Vai uma dica. A 4ª edição da Expo Money Vitória apresenta 29 livros de especialistas em finanças pessoais e investimentos. Material voltado para quem não tem experiência e também para quem já tem trânsito pelo mundo financeiro. A feira acontece nos dias 26 e 27 de outubro. O evento é gratuito e as inscrições podem ser feitas no expomoney.com.br.

Duas rodas turbinadas
A Kasinski comemora um crescimento prá lá de chinês. Nos nove meses deste anos, comparados ao mesmo período de 2010, a marca teve um crescimento de 203% em vendas no atacado no país. Foram mais de 43 mil unidades comercializadas. Com isso, a marca já soma 2,8% de market share e chega à terceira posição no mercado de motocicletas brasileiro, ao lado da Dafra. A nova concessionária da marca na Grande Vitória está na Avenida Carlos Lindenberg, em Vila Velha.

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20 set 2011

Organizadora do Salão do Imóvel descobre filão na área de eventos

Publicado às 5:00 | Postado por Folha Vitória

Carioca, mas com uma paixão assumida pelo Espírito Santo. Foi em terras capixabas que a economista Isabela Wanderley viu seu trabalho render frutos e reconhecimento. Era o mínimo depois da descoberta de um verdadeiro filão. Ela estava no momento certo, com a ideia certa.

Depois de trabalhar em grandes empresas como a Garoto e a Brahma, em 2007, criou o Ateliê de Eventos, uma empresa especializada em preparar eventos, principalmente de lançamento de novos prédios, novos condomínios, novos imóveis. Foi um tiro no centro do alvo, já que aquele foi o ano do “boom” da construção civil no Estado. O Ateliê também faz outros eventos empresariais e cresce. Para se ter ideia, o crescimento no primeiro semestre deste ano foi de 35% em relação ao mesmo período do ano passado. E, com esse currículo, Isabela Wanderley está à frente da organização do Salão do Imóvel, um dos maiores eventos do setor no Espírito Santo e que promete mais crescimento este ano. Leia a entrevista com Isabela Wanderley.

Por que trabalhar com o setor de imóveis?

Percebi a demanda. Fiz um evento e vi que o mercado para este segmento é bem particular. As empresas, apesar de concorrentes, acabam indicando o seu trabalho para outra. Isso nos deu chance de conseguir novos trabalhos.

Como o evento movimenta a economia?

Nossa empresa faz tudo do evento, do menor detalhe até os maiores. E posso dizer que movimenta muito. São empregos diretos, de gente que trabalha diretamente no lançamento, dando apoio, segurança, limpando. Até à contratação de empresas para fornecimento de estrutura. Tem o movimento também de trazer tecnologia, agregar o que há de mais novo. Isso também gera
um movimento econômico local bom.

O crescimento da sua empresa foi de 35% no primeiro semestre deste ano em relação ao mesmo período do ano passado. O que significa isso em dinheiro e em número de eventos?

É difícil fazer esta conta. Porque a movimentação financeira depende do evento. Se fizermos um em que o cliente pede nosso envolvimento em todos os detalhes, desde a negociação com fornecedores até a realização do evento, nosso faturamento aparece grande, mas nossas despesas também são grandes. Também fazemos eventos pequenos e em maior quantidade. Por isso, fica
difícil falar nestes números. Mas posso te falar que nosso crescimento será ainda maior neste segundo semestre. Esperamos crescer pelo menos 50% em relação ao ano passado. A segunda metade do ano é sempre melhor.

O Estado está preparado para sediar grandes eventos?

É difícil. Temos bons fornecedores, bons staffs, mas em pouca quantidade. Não temos opções. Em grandes centros é mais fácil trabalhar por causa da oferta. Aqui a gente realmente trabalha com parceiros, porque tem que ser assim. Temos que valorizar quem faz bem e direito o trabalho porque certamente precisaremos outras vezes.

Um Centro de Convenções faz falta?

Com certeza. Concorremos muito com eventos sociais, como festas de casamento, de aniversário. Então, os cerimoniais são reservados com um ano de antecedência. Como trabalhamos com eventos empresariais, a decisão de fazer ou não é muito de momento. Faz falta um local preparado para receber os eventos. Por isso, o Estado acaba não recebendo eventos muito grandes. Deveríamos ter um Rio Centro, um Anhembi. Sem isso, fica difícil.

A condição econômica de nosso Estado é uma garantia de crescimento para o seu negócio?

É uma possibilidade. A garantia está nas mãos de quem quer crescer. De quem não deixa o cliente na mão. De quem sabe atender. Assim, naturalmente as empresas vão crescendo. A garantia está na qualidade. O problema está apenas na concorrência desleal, de gente que entra no mercado e oferece serviços com custos baixos demais e acabam comprometendo a qualidade do trabalho.

Você pretende atacar outro ramo ou filão no negócio de eventos?

Hoje em dia temos feito moda, esporte, tudo sempre voltado para o mercado empresarial. Hoje eu não consigo ver um mercado específico. Mas temos segmentos em amplo desenvolvimento, como o ramo do petróleo, da metalurgia, das confecções. Fazemos de tudo, com qualidade e foco na satisfação do cliente.

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