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Vitória, 19 de
Junho de 2013
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Economia
26 mar 2013

Como a iniciativa privada pode (e deve) ajudar

Publicado às 20:44 | Postado por Folha Vitória

Em Vila Velha, uma iniciativa pode virar referência para as prefeituras do Estado. Pelo menos deveria. A Asevila, que reúne empresários vilavelhenses, assinou um convênio com a prefeitura em fevereiro. O objetivo é assessorar o poder municipal na construção do planejamento estratégico. Conhecimento técnico para isso os empresários têm, de sobra. em uma série de reuniões, a associação vai definir um diagnóstico sócioeconômico da cidade, que vai ajudar a traçar pelo menos 80% do planejamento. A partir dessas informações, o poder público poderá definir que áreas atacar e de que forma. Um bom começo de conversa, principalmente para uma cidade frágil, descapitalizada e sem o mínimo de credibilidade.

Lei do motorista

Semana que vem tem uma discussão importante para o setor de transportes do país, aqui em Vitória. Procurador do Ministério do Trabalho do Mato Grosso, Paulo Douglas Almeida Moraes  e a assessora jurídica na NTC&Logística, Gildete Menezes debatem a lei que regulamenta a profissão. Dia 3 no Sheraton, das 13h às 19h

Energia

Estão abertas até sábado inscrições para o Negócios & Energia, fórum que acontece semana que vem. Micro e pequenos empreendedores podem se inscrever pelo negocioseenergia@aspe.es.gov.br. No encontro, micro e pequenos poderão oferecer produtos e serviços para grandes empresas do setor, como Vale, Samarco, EDP Escelsa, Petrobras, Térmica Linhares e outras.

Demo Brasil 2013

Em junho tem o Demo Brasil 2013, um dos maiores eventos de tecnologia e inovação do mundo, que acontece há 22 anos. E tem prêmio de R$ 1 milhão para a empresa que se destacar. A TecVitória vai dar uma força para as capixabas que tentarem abocanhar o prêmio. Só pra gente ter uma ideia, o Picasa e o Java apareceram para o mundo neste evento

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12 mar 2013

Start You Up: futuro, inovação e uma grande sacada

Publicado às 0:19 | Postado por Folha Vitória

Logo na chegada a impressão é diferente. A Start You Up funciona em um galpão em Jardim da Penha, bairro povoado por estudantes universitários. Aliás, o galpão fica quase em frente à Universidade Federal do Espírito Santo e não por acaso. Ali está a efusão de ideias e sonhos que são combustível para esta aceleradora de empresas. Quem me recebe é um jovem com barba estilosa, bem diferente da tradicional, e com olhar vivo, sempre brilhante. Me diz educadamente que a pessoa que falaria comigo, André Fiorini, diretor de Marketing e Tecnologia da empresa, não pode comparecer e ele mesmo dará a entrevista. Logo depois ele oferece o cartão, que diz: Marcílio Riegert, CEO. O CEO é uma sigla em inglês que define o maior cargo administrativo de uma grandes empresa. É o cara que pensa e faz com que sejam executadas as diretrizes para que a empresa que já é grande, continue a crescer.

A Start You Up não é uma grande empresa. Mas a definição no cartão de visitas aponta para cima, para onde esses jovens querem chegar. E por falar em jovens, o CEO me conduz a uma sala de reuniões, onde será a entrevista. A sala fica bem no final do galpão que tem pé direito altíssimo e nenhuma divisória. No meio exato, duas fileiras de mesas com os dois lados aproveitados e transformados em baias, estações de trabalho onde operam as empresas que serão “aceleradas”. Por enquanto elas ainda não estão ali, mas é questão de tempo. São ao todo 60 posições, para abrigar representantes de 11 empresas que foram selecionadas em um processo extremamente concorrido.

Mais de 200 empresas concorreram a uma oportunidade de serem aceleradas. São empresas que lidam principalmente com tecnologia e informação no amnbiente da Internet e que podem fazer algo realmente inovador e sem precedentes no mercado. É o perfil exigido e cuidadosamente avaliado no processo de seleção. As selecionadas entram em um programa que inclui investimento, desenvolvimento dos produtos e inserção no mercado. E quem faz tudo isso é a Start You Up. “É um investimento de risco. Entramos com a meta de acelerar a empresa, tracioná-la no começo para que ela tenha força de ganhar o mercado e aparecer. Em troca, temos uma participação na empresa. Ao final deste ano pode não dar em nada, mas ao mesmo tempo a empresa pode deslanchar. Queremos escala. Não queremos que a empresa venda para 10, 20 ou trinta. Queremos que ela ofereça seus produtos para milhões de pessoas”, conta Marcílio Riegert.

Parece megalomania, pode até ser, mas o que a Start You Up faz é inovação das boas e aposta em um tipo de gestão desconhecido para nós, que pensamos o mundo com empresas tradicionais, que oferecem produtos físicos, serviços palpáveis e o salário fixo no fim do mês. “Para o processo de seleção tivemos inscritas empresas da Índia, de Portugal, de todo o mundo. Nosso mercado é o mundo. Para o que fazemos, pouco importa onde estamos, mas temos orgulho de sermos aqui do Estado e de sermos colocadas lado a lado de gigantes como a aceleradora da Microsoft, por exemplo”, conta com o mesmo brilho nos olhos o diretor de novos negócios Ricardo Tosi. Igualmente jovem e igualmente crente nas convicções que regem a Start You Up, Ricardo é dono de uma outra empresa, no ramo de móveis para escritório. Aliás, é só mais um perfil entre os sete sócios, cada um de uma área bem específica.

Uma vem da área de tecnologia, outro da construção civil, outro lidava com projetos sociais de empresas privadas, outro é investidor, outro atua na área de alimentação, mais um com e-commerce. Todos juntos colocaram no negócio R$ 1,2 milhão, sem perspectivas de retorno em curto prazo. Mas o que é curto prazo ou longo prazo para empresas que lidam principalmente com o mutante meio da Internet? Antes da resposta, nossa entrevista é interrompida por outro sócio que passeia pelo galpão sede da empresa com um notebook aberto em punho, com uma figura sorridente na tela. O sócio é Fernando Rivera, um cara que aparenta mais de quarenta e usa camisa, calça jeans e chinelos. Ele é arquiteto e tem passagem pelo Vale do Silício, meca da tecnologia mundial. O notebook está aberto porque ele apresenta, com a câmera do computador, o espaço para o interlocutor do outro ladoO homem barbudo e com sorriso extra-largo está no México. É o irmão que conhece a sede da Start You Up pela primeira vez.

Fronteiras não são um conceito muito respeitado na Start You Up. Não há parede e o galpão é por isso. Não é mesmo para haver paredes. Muito menos para negócios há qualquer tipo de barreira. “Trabalhamos 24 por 7 irmão. Esse é nosso horário. Até por causa do fuso horário, nossos telefones estão sempre ligados e atendemos a todos a qualquer hora. É o mínimo que podemos fazer. Quando a gente seleciona a empresa para ser acelerada, a gente quer ver sangue no olho e por isso também temos que ter sangue no olho para dar o suporte necessário para a empresa deslanchar. Eles têm que ver na gente a mesma disposição que eles têm para tocar o negócio”, conta Ricardo Tosi.

E para deslanchar em qualquer mercado, fica muito clara a importância que esses empreendedores dão para a informação. Informação é tudo no trabalho de acelerar e tracionar, como eles mesmos dizem, uma empresa. De posse de informações de mercado, de percepções do que o público quer, é possível apostar as fichas em empresas que tenham grande chance de dar retorno. “Um exemplo de empresa que vamos acelerar é a Baixou. Olha só a sacada dos caras. Você quer comprar um item qualquer, mas não está disposto a pagar R$ 2 mil, R$ 3 mil. O Baixou é um serviço que filtra e faz a pesquisa para você. É só cadastrar o item com o valor que você está disposto a pagar. Quando o item chegar àquele preço, o Baixou avisa o usuário, que então pode comprar. O que os caras ganham com isso? Um percentual da venda, acordado com as lojas que vendem o item. Agora temos que fazer esse serviço deslanchar, é o nosso papel”, explica Marcílio Riegert.

Quase chegando ao final da entrevista somos interrompidos mais uma vez, agora pelo filho do CEO, que tem problemas para operar um dos computadores que estão nas estações de trabalho. “Não sei muito o que fazer para te ajudar. Procura alguém que vai poder resolver”, diz o sócio para o menino de seis anos que veste um uniforme de escola da rede pública de Vitória. E na retomada de nossa entrevista, vem a pergunta: Onde vocês querem chegar? E a resposta é imediata”e típica de quem não tem uma resposta pronta: “Boa pergunta”. Mas a resposta existe e é bem definida e clara. “Em torno de cinco anos ser uma das maiores geradoras de negócios em aceleração de empresas e ser referência mundial. A gente quer ser diferente no mercado e fazer com que quem esteja com a gente também seja diferente. E já tivemos uma prova disso com o processo seletivo que abrimos e tivemos mais de 200 inscrições com gente da Índia, Estados Unidos e Portugal. Somos uma empresa nova e temos confiança no potencial porque logo no primeiro ano já tivemos aval do Governo Federal, que nos incluiu no programa StartUp Brasil. Também fomos selecionados pelo Google, como representantes aqui no Estado das plataformas de soluções para negócios da gigante mundial. Tudo isso nos coloca em pé de igualdade com as grandes do mercado”, diz empolgado o CEO Marcílio.

E para encerrar, vem a pergunta: “Vocês querem ficar ricos?”. A resposta pode até surpreender quem começa a ler este texto do fim para o começo. “Este não é o objetivo, mas seria uma boa consequência”, diz Ricardo Tosi. “Nós vamos gerar negócios aqui, vamos mostrar que uma empresa aqui do Espírito Santo é capaz de gerar negócios”, finaliza, com o mesmo brilho nos olhos, Marcílio Riegert.

Start You Up: www.startyouup.com.br

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25 fev 2013

Peixe Urbano: planos para a Grande Vitória

Publicado às 15:40 | Postado por Folha Vitória

Formado em Stanford, uma das universidades mais conceituadas do mundo, e com uma ideia que deu certo. Emerson Andrade, um curitibano que trabalhava na Microsoft, nos Estados Unidos, resolveu deixar de lado o emprego em uma das empresas mais promissoras do mundo para se aventurar no negócio próprio. Uma novidade, sem garantias, mas que poderia se tornar referência. E se tornou. Ele e dois amigos fundaram o Peixe Urbano, empresa que só em vitória já vendeu 300 mil cupons em três anos de operação.

300 mil cupons, é bom ou ruim?

É um número muito bom. Para se ter ideia, BH teve 1 milhão até hoje. Como a cidade é maior e em Vitória começamos um pouco depois, consideramos o número muito bom. Proporcionalmente, melhor até do que Belo Horizonte, já que a cidade tem mais habitantes.

Foi o primeiro a entrar no mercado no brasil. Como foi o desenvolvimento do site?

A gente começou em março de 2010. Eu morava nos EUA, um dos sócios também. Somos três sócios. A gente conhecia a tendência, sabia que esse tipo de comércio eletrônico era uma tendência. E foi uma febre. Abria um site atrás do outro. Teve uma época que diziam que abriam 10 novos por dia. E a gente ouviu falar de algumas fontes que analisavam estes números que apontaram existir mais de mil sites de compras coletivas aqui no Brasil. E quando perguntavam pra gente o que ia acontecer a gente disse o que realmente aconteceu. Que o número ia diminuir bastante, que poucos ficariam. É muito natural, porque o que você procura quando quer o serviço? Um site grande, que seja confiável. Então o site que opera com os melhores estabelecimentos tem vantagem. E vira um ciclo. Se o site tem melhores ofertas, acaba fechando com melhores clientes e acaba tendo mais visitas. Hoje o mercado se consolidou bastante, vários sites fecharam, e ficaram só os maiores.

Qual o tamanho do peixe urbano hoje?

Hoje temos informações que não podemos divulgar. O faturamento, pelo menos a gente não divulga. Mas a gente divulga a economia que geramos. Só em Vitória, nossos clientes economizaram R$ 30 milhões. No país foram R$ 2 bilhões de economia. O que a gente tem é que são mais de 20 milhões de pessoas cadastradas em todo país. A gente tem 600 pessoas trabalhando pra gente. Em termos de marca, de presença em número de cidades a gente é o maior. Temos estimativas.

E o mercado será só o de compras coletivas?

A gente já está diversificando. Temos um site em que oferecemos o serviço online de delivery e também já temos o de venda de passagens,  o Peixe Urbano Viagens.  Como a gente tem uma base de usuários muito grande, por outro lado temos muitos fornecedores cadastrados também. E pensamos, como podemos juntar e fazer com que isso gere negócios?

Voltando à história do tamanho, no começo todos só falavam de sites de compras coletivas. Agora parece que o negócio deu uma esfriada? Como você enxerga esse movimento?

O que aconteceu é que após três anos, você não pode chegar mais pra um amigo seu e falar: nossa, você já viu aquele site de compras coletivas, que dá descontos? Teve um momento em que era novidade, em que  todo mundo contava pra  todo mundo. Isso não é mais. O que arrefeceu foi essa coisa da novidade. E aí o que acontece é que nos consolidamos e já sabíamos disso, tanto que tomamos algumas decisões. O delivery, por exemplo, começamos lá atrás, em 2011. Tava começando e a gente já pensou em fazer alguma coisa.

A gente vê o número de reclamações de sites de compras em Procons aumentando a cada dia. Como vocês agem em relação a isso? É fácil de contornar?

Em relação a números, por exemplo, a gente mede de três formas. Nosso próprio atendimento, Procon e o Reclame Aqui. No nosso próprio atendimento a gente, se comparar março até dezembro do ano passado, tivemos uma redução de 300% nas nossas chamadas internas. No Procon, se a gente comparar o segundo semestre do ano passado  com o primeiro as queixas caíram pela metade. No Reclame Aqui, todas as queixas foram respondidas e nosso tempo de resposta é três vezes menor do que há um ano. Isso porque hoje a gente tem chat 24 horas, telefone. Temos um monte de ferramentas para atender o consumidor. O Reclame Aqui tem um rêmio anual em que as melhores por segmento ganham destaque. E o peixe Urbano foi premiado como a melhor empresa do segmento de compras coletivas. Enfim, o que posso dizer é que a gente tem um movimento desde o começo de fazer uma seleção dos parceiros. Analisamos como é o atendimento dos parceiros. Quando tem um problema, entramos em contato com o estabelecimento, com o cliente, para saber o que está acontecendo. Se foi um garçom que naquele dia estava mau humorado ou se foi um problema mais complexo. E vários procedimentos podem ser tomados. Até a devolução geral do dinheiro, a todos os consumidores. E também tem a coisa da proporcionalidade. Se em um universo de muitos clientes você tiver 10 reclamações, é muito pouco. Nossa estratégia também é focar muito em serviços. Nossa base de ofertas não tem muitos eletrônicos, só 5% do nosso faturamento. Tem sites em que a base desses produtos é de 30%, 40% do faturamento. Assim são menos reclamações. O que significa que a chance de dar errado é menor. Tem muito site que fez negócio para vender produtos da China, por exemplo, que demoram mais de 60 dias para chegar ao consumidor. Aí, a chance de reclamação realmente aumenta muito.

Você já está rico? Onde você quer chegar?
Não estou não. Não estamos. Hoje temos investidores que apostaram no nosso negócio e que colocam dinheiro por um retorno a longo prazo. Em média de  7 a 10 anos. Estamos caminhando para tornar a empresa cada vez mais sólida. E nosso objetivo é ser o maior site de compras
coletivas do país de forma consolidada.

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15 jun 2012

Futuro próximo

Publicado às 20:24 | Postado por Folha Vitória

A internet superou os jornais e assumiu o posto de segundo meio preferido para investimentos publicitários no Brasil no primeiro quadrimestre do ano. A participação de portais de notícias, sites de busca e de comparação de preços no período alcançou 11,98% das receitas totais. Os jornais impressos ficaram com 11,06% de um bolo publicitário estimado em R$ 6,5 bilhões.

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23 fev 2012

Confusão em Carnaval causa prejuízo ao Itaú

Publicado às 15:16 | Postado por Folha Vitória

A repercussão na internet da confusão generalizada ocorrida durante a apuração dos votos do Carnaval de São Paulo está causando prejuízos ao Banco Itaú. Isso porque uma montagem que associava um comercial da instituição financeira e a imagem do integrante da Império de Casa Verde rasgando os votos das escolas de samba ganhou as redes sociais logo após o tumulto.

A brincadeira dizia ‘Ele cresceu’, em referência ao bebê que, na propaganda do banco, gargalhava ao ver um extrato de banco ser rasgado. Na peça, o Itaú divulga um serviço digital de extrato bancário, argumentando ser uma opção mais ecológica.

Antes disso, a propaganda do Itaú já tinha gerado outra polêmica. Em carta, a Associação Brasileira da Indústria Gráfica (Abrigraf) criticou o ‘conceito da peça publicitária’ porque, segundo a associação, todo papel usado para impressão no Brasil tem como origem florestas plantadas. “A campanha não condiz com as características da produção de papel e celulose nacional”, disse a Abrigaf.

Governo do ES lança edital para contratar projetos do BRT

Já está publicado o edital de licitação para contratação de projetos da primeira etapa do sistema BRT Grande Vitória. A publicação, feita pela Secretaria de Estado dos Transportes e Obras Públicas (Setop), encontra-se no Diário Oficial da última quinta-feira (16).

O edital contempla a contratação dos projetos executivos de engenharia para desenvolvimento de infraestrutura viária, tecnologia, nova rede de linhas, modelo de gestão e projetos arquitetônicos dos elementos que compõem o novo sistema metropolitano de transporte coletivo. A estimativa da Setop é de que os investimentos do Governo do Espírito Santo somem um total de de R$ 27 milhões.

A primeira etapa do sistema BRT Grande Vitória compreende um trecho de 32 quilômetros de extensão, que passará pelos trechos onde circulam as atuais linhas troncais do Transcol, responsáveis pelo transporte da maior parte dos passageiros que circulam pela região metropolitana diariamente e também pelos trechos viários com maior concentração de tráfego.

O cronograma de trabalho aponta que, após a contratação, serão necessários 18 meses para realizar o trabalho de elaboração dos projetos, sendo que durante esse período será possível desenvolver produtos parciais, que permitirão ao Governo do Espírito Santo realizar algumas obras importantes para a mobilidade urbana e para a efetiva implantação do BRT.

“Este é um projeto prioritário de Governo na área da mobilidade metropolitana, com o qual os ônibus passarão a operar em pistas exclusivas, livres dos congestionamentos viários, podendo assim oferecer ao cidadão, serviços de transportes rápidos, pontuais e confortáveis”, explica a secretária estadual dos Transportes e Obras Publicas em exercício, Luciene Becacici.

Brasileiros gastam 3 vezes mais fora do que estrangeiros no País

Os brasileiros gastaram US$ 1,996 bilhão em viagens ao exterior somente em janeiro deste ano, segundo informou nesta quinta-feira o Banco Central (BC). Em contrapartida, os turistas estrangeiros deixaram recorde de US$ 661 milhões no País no mesmo mês, valor cerca de três vezes menor que comprado pelos brasileiros no exterior. A série histórica do BC começa em 1969. Os gastos internacionais são os maiores desde julho de 2011, quando os brasileiros deixaram US$ 2,230 bilhões em viagens ao exterior pelos mais diversos motivos, como trabalho, lazer, estudos e saúde.

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26 jan 2012

Projeto Interama busca recursos para desenvolver sistema de realidade virtual

Publicado às 9:19 | Postado por Folha Vitória

O projeto Interama, que tenta desenvolver um sistema de realidade virtual que captura os movimentos do corpo em tratamentos de fisioterapia busca investidores. O projeto é desenvolvido com apoio da Tec-Vitória, incubadora de empresas com base tecnológica. O objetivo do Interama é aumentar a motivação do paciente.

Em busca  de recursos 2

Outro projeto que precisa de investimento é o Intecho. O objetivo é desenvolver uma máquina que produza biodiesel a partir de plantas oleaginosas. A máquina é de fácil operação, tem custo acessível, tamanho reduzido e transporte mais fácil.

E os tablets de Vila Velha

Será que não seria uma boa idéia condicionar a instalação de empresas de tecnologia a investimentos em projetos locais? Sem dúvida o Estado precisa de empresas que tragam valor. Fabricar equipamentos de tecnologia exige investimento em qualificação, exige educação de qualidade. E agora, no começo do movimento de vinda de empresas, é a hora de amarrar esse investimento.

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19 dez 2011

A classe média e a internet

Publicado às 14:47 | Postado por Folha Vitória

A classe média brasileira cresce e a reboque cresce o consumo de Internet. O Brasil é o oitavo do mundo em número de visitantes únicos. São nada menos do que 45,2 milhões. Mas em consumo de notícias, somos o segundo. Só perdemos para os Estados Unidos. São dados de uma pesquisa Artplan.
 
A nova classe média, a Classe C, é responsável por metade do total de acessos a banda larga no país e a 56% do total de conexões. Um mercado extremamente promissor para um campo pouco explorado no país, o de e-commerce.
 
Outro dado que chama a atenção é sobre redes sociais. O brasileiro tem deixado o Orkut de lado e tem preferido o Facebook. Os dados levam a algumas conclusões. Primeiro que os produtos de comunicação devem ser voltados para a nova classe média. Não sabemos muito bem o que fazer para explorar o potencial das redes sociais. Muita gente tenta, mas ninguém descobriu a fórmula, o pulo do gato. O comércio eletrônico pode evoluir muito e é um campo promissor para investimentos em médio e curto prazo.
 
Será que uma alternativa para a iminente perda de receitas que o Estado pode sofrer não poderiam ser as empresas “ponto com”? Ou o desenvolvimento de inteligência para o desenvolvimento e exploração de plataformas online? O Espírito Santo tem uma posição geográfica privilegiada. Estamos no centro de acesso a mercados “classe C” como a região Nordeste e a Região Centro Oeste do país. Com melhorias  na infra-estrutura capixaba, leia-se rodovias melhores, portos modernizados e aeroporto (o que falar que já não foi dito…), podemos ser um centro de distribuição importante para o setor.
 
Em conversa recente com o secretário de Desenvolvimento Econômico da Serra, Jessé Moura Marques, Enfoque Econômico perguntou se havia algum plano especial para atração de empresas de TI para as áreas industriais do município. Ele disse que a política de incentivos não era específica para nenhum setor, mas que o município está aberto a todos os segmentos. Não há qualquer movimento semelhante em nenhum outro município ou mesmo do Estado.

Já opera em Vitória o primeiro call Center inteligente do Estado. O investimento foi de R$ 500 mil. Obra da Caper Serviços Corporativos que pretende atender empresas de comércio, setor financeiro, médico,  hospitalar e educação.

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