“Eles não olham para nós, preferem olhar para os grandes”. O desabafo é de uma pequena empresária do setor de cosméticos. Ela tem a empresa há mais de 15 anos e há 15 anos luta para se manter. Tem relativo sucesso, se preparou ao longo da últia década e agora está prontinha para deslanchar. Mas como? O dinheiro vai para as grandes. Os financiamentos não chegam e os programas de desenvolvimento parecem bons mas são verdadeiras arapucas. “Peguei cerca de R$ 250 mil em um desses programas, mas resolvi devolver tudo. Não vale à pena”. A realidade mostra que não adianta oferecer linhas de crédito se elas realmente não forem vantajosas e, acima de tudo, se não houver preparação. Do microempresário. E os números mostram como é importante preparar a principal massa econômica do país. Para se ter ideia, 99% dos CNPJs registrados no país são de micro e pequenas empresas. 25% do PIB do país são gerados por elas, que absorvem 52% da mão de obra. 99% da massa assalariada está nos nanicos. Se tem esse peso todo, o que falta para investir de verdade em programas práticos, que dêem certo? Não sei. E eles também sabem e não param a batalha, mesmo contra um gigante invencível chamado descaso do Estado.
Experiência gringa
Uma obra de rodovia de pouco mais de 5 km, orçada em mais de R$ 44 bilhões, mais de 6 mil funcionários, 20 anos para a conclusão e fortes denúncias de fraudes e escândalos. Você conhece essa realidade? Com certeza, mas não em Boston Massachussets. A rodovia mais cara dos Estados Unidos, a Big Dig, é o tema de uma apresentação do representante do Departamento de Transportes dos Estados Unidos, Robert Westbrooks. Ele vai falar no XV Simpósio Nacional de Auditoria de Obras Públicas (SINAOP) “Obras Públicas: compatibilizando qualidade, preço e prazo”, entre 13 e 17 de maio, no Itamaraty Hall, em Vitória.
Stone Fair Cachoeiro
Os espaços da Cachoeiro Stone Fair 2013 já estão 90% comercializados. Dentre os motivos para a alta procura estão o crescimento do segmento no Brasil e o fortalecimento do mercado interno, principalmente com as obras da Copa do Mundo e das Olimpíadas. É o ritmo de festa, afinal, a feira completa este ano 25 anos.
Finalmente, a tecnologia
Estão bastante adiantadas as negociações para a implantação de um polo tecnológico na área da Suppin em Vila Velha. O local tem a pretensão de ser uma referência para a pesquisa em tecnologia, além de ser uma incubadora de empresas. Pelo menos cinco empresas já estão confirmadas e o apoio é de instituições gabaritadas, como Sebrae, Ifes, Governo e sindicatos setoristas, como o Sindiquímicos. A implantação sai a qualquer momento.
Que beleza
Sabia que o segmento de beleza no Brasil é o terceiro em consumo do mundo. Por que será que não temos uma marca forte, mundial, de cosméticos? Pergunte aos empresários do setor e eles vão dizer que o problema nem é competir com as grandes. O problema é que o regulador maior do mercado ainda não percebeu que o setor é o “filé” para investimentos. Sabe quem é esse regulador? O Estado!
“Eles não olham para nós, preferem olhar para os grandes”. O desabafo é de uma pequena empresária do setor de cosméticos. Ela tem a empresa há mais de 15 anos e há 15 anos luta para se manter. Tem relativo sucesso, se preparou ao longo da últia década e agora está prontinha para deslanchar. Mas como? O dinheiro vai para as grandes. Os financiamentos não chegam e os programas de desenvolvimento parecem bons mas são verdadeiras arapucas. “Peguei cerca de R$ 250 mil em um desses programas, mas resolvi devolver tudo. Não vale à pena”. A realidade mostra que não adianta oferecer linhas de crédito se elas realmente não forem vantajosas e, acima de tudo, se não houver preparação. Do microempresário. E os números mostram como é importante preparar a principal massa econômica do país. Para se ter ideia, 99% dos CNPJs registrados no país são de micro e pequenas empresas. 25% do PIB do país são gerados por elas, que absorvem 52% da mão de obra. 99% da massa assalariada está nos nanicos. Se tem esse peso todo, o que falta para investir de verdade em programas práticos, que dêem certo? Não sei. E eles também sabem e não param a batalha, mesmo contra um gigante invencível chamado descaso do Estado.
Experiência gringa
Uma obra de rodovia de pouco mais de 5 km, orçada em mais de R$ 44 bilhões, mais de 6 mil funcionários, 20 anos para a conclusão e fortes denúncias de fraudes e escândalos. Você conhece essa realidade? Com certeza, mas não em Boston Massachussets. A rodovia mais cara dos Estados Unidos, a Big Dig, é o tema de uma apresentação do representante do Departamento de Transportes dos Estados Unidos, Robert Westbrooks. Ele vai falar no XV Simpósio Nacional de Auditoria de Obras Públicas (SINAOP) “Obras Públicas: compatibilizando qualidade, preço e prazo”, entre 13 e 17 de maio, no Itamaraty Hall, em Vitória.