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Vitória, 10 de Setembro de 2010
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11/12/2009 às 19h25

Essas sim são Músicas POPULARES Brasileiras!!!


Foto: Reprodução
P
ois é, tô na revolta.
Tão dizendo por aí que eu só ligo pro mundo europeu e americano da música Pop. Pior, falam que quando meto o Brasil no meio, sou elitista, falo só de inacessíveis. Da nata da M.P.B. (Música Para Bônitos).

Gente, que maldade comigo! Vocês têm que entender. Fui criança nos anos oitenta. Fui entupido corpo-mente-coração com Xuxa, Angélica e Mara Maravilha. Pois é, traumatizei! (E olha que eu nem mencionei drogas mais pesadas como Paty Beijo, Maryane e Duda Little!)

Por isso hoje, em apoio a esses meus leitores regionais, gente humilde desse meu “Brasil-mostra-sua-cara”, só vou colocar nesse espaço da democracia do meu umbigo (nessa tarde e já ta ótimo), músicas cantadas em português. Eu prometo! Só coisa phiiiiina!

Começamos então com a pérola da Banda Os Brothers. Gente que prova ter o verdadeiro jeitinho brasileiro e lucram na moleza, aproveitando até o vídeo, que já estava pronto pela americana Beyonção.


Dando continuidade nessa coisa super brazuca, a gente tem mais gente que sabe valorizar o dinheiro que gasta (ou não) e já se jogou no trabalho que o Black Eyed Peas fez e nem se preocuparam em remixar. Pode!


A gente continua no jeito brasileirinho de ser e concorda que nunca, jamais, alguém conseguirá traduzir “Because of You” com tanta propriedade quanto “Meu Anjo Azul”. Somos líricos!


É lógico que na nossa listinha eles não podiam faltar. Uma banda que já indica o que vai fazer no nome: Djavu. É só escutar a música que... DJAVU! Sabe que já escutou antes. Como sempre Beyonção fazendo escola.


E pra terminar no melhor estilo David Lynch, vamos recomeçar, nos meus primórdios anos infantis, escutando a doce, bela e potente voz de Angélica, ainda aos 15 anos e mostrando que já era rebuscada musicalmente, revivendo uma pérola do Bread, mas confusa pelo nome da banda transformou a tal pérola em pão mesmo... e dormido. (Plus: ela canta na Xuxa, enquanto a rainha dos baixinhos dança agarradinha à ex-paquita sorvetão. Será que se lambuzaram?). Ah, não reclamem da qualidade do vídeo. Esse tipo de cena é melhor assim, sem conseguir ver direito.


Se até a Angélica queria cantar na Xuxa, ela não podia achar ruim o moleque que mandou na lata dela que também preferia a loira mais velha.


UPDATE: Meu amigo Júnior me lembrou que eu cometi o pecado e o despeito de não mencionar a diva de todas as versões brazucas phiiiiinas. Então pronto, estou aqui me redimindo com este ser de luz que trouxe energia e colocou o Piauí na rota da música Pop.


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Publicado por Miguel Filho 1 Comentário



09/12/2009 às 15h40

Eu quero o photoshop da Mariah Carey agora!


Foto: Divulgação

"Eu amo esse menininho, lambs!"


A Mariah Carey acabou de lançar um novo clipe na tentativa de salvar o fiasco que foram as vendagens do cd “Memoirs of a Imperfect Angel”. A música é H.A.T.E.U. e o clipe foi dirigido por Brett Ratner (foto).

Mas o que me chamou a atenção não foi nem o fracasso do CD, nem os aguuuuuudos da senhora Carey (e olha que é difícil os aguuudos não chamarem atenção. Meu cachorro sempre corresponde).

Assiste o clipe e depois a gente continua o papo...


Viu que gostosaAgora olha essas fotos tiradas no dia da gravação:

Foto: Divulgação

Cadê a gorduchinha que estava aqui? O diretor comeu! (só na edição... quer dizer... acho!) O cara fez Milagre ou não?

Gente, eu ainda nem sabia que tinha photoshop pra imagem em movimento (minha forma arcaica de falar filme). Anotando o número do cara neste segundo!

Filme de aniversário, casamento, batizado e sex-tape na minha vida agora, só dirigido pelo Brett Ratner.

PS: Juro que fiquei com pena desse CD da Mariah não vender. Pela primeira vez, em 10 anos, ela parecia adulta. Pois é, em tempos de High School Musical, quem parece professora é papel coadjuvante!

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Publicado por Miguel Filho 1 Comentário



08/12/2009 às 16h31

Agora sim, nós brasileiros, sabemos que é natal!


É dezembro, o sentimento de paz na terra entre os homens de boa vontade floresce, as primeiras luzes pisca-pisca enfeitam as sacadas, as pessoas abraçam sogras e cunhados como se fossem realmente parentes.

Mas lá no fundo, bem no fundo, nos ressentimos por não morarmos no comercial da Coca-cola e rolarmos com o urso polar que, de algum modo, sabe-se lá o porquê, a Coca acha que tem a ver com o aniversário do menino Jesus. Talvez excesso de consumo do próprio produto.

Mas não se preocupem, não precisamos mais sentir inveja de sinais alheios. Nós brasileiros podemos nos orgulhar de finalmente termos o nosso próprio sinal de que “O nata vem vindo... Vem vindo o natal”.

  • Americanos sabem que é natal quando a neve chega
  • Alemães sabem que é natal quando fazem a “coroa do advento”
  • Austríacos sabem que é natal quando enchem as árvores de vela.

E Brasileiros, definitivamente sabem que é natal quando... 


A Joelma se veste de árvore!


Foto: Reprodução

Calipsooooooo!!!!!!!!

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Publicado por Miguel Filho Comente



07/12/2009 às 22h18

"É tudo hipocrisia, orgulho e nada mais...", já dizia Clementina de Jesus


Foto: Divulgação


Antes de qualquer coisa, eu vou ter que baixar a cabeça, colocar o rabo entre as pernas (como é que se faz isso?) e admitir que eu me vendi. A minha última cota de liberdade virtual foi tomada e eu tenho que reconhecer que mudei de idéia, mordi minha própria língua e sou mais um consumido pelo ataque conspiratório dos futuros implantadores de chips humanos:

EU ESTOU NO TWITTER!

Foto: Divulgação

Hipocrisia é uma coisa tosca, todos nós sabemos... Mas confesso que a hipocrisia exercida por nossos brothers americanos do lado de cima do mapa chega a me dar gozo.  A última que eu tive que engolir (Isso que dá assistir programa trash. Pois é, o lixo ta em mim e eu gosto de me sentir sujo). Mas como dizia, a última que tive que introduzir foi o “chocante” e “revelador” fato do ator Chris Colfer sair do armário e se assumir gay no talk show de Chelsea Handler.

Hum... Agora com o perdão do seu precioso tempo, dá uma olhada na atuação do Chris em uma das cenas do seriado mais cultuado do momento, Glee (também freqüento este templo) e depois a gente conversa.

Viu? Nooossa, UAU, como eles poderiam revelar tamanho segredo imperceptível? O que será dos outros mistérios do mundo pop? E agora, o que vão revelar: que Britney faz playback? Que Gretchen já fez plástica? Que Susana Vieira tem mais de sessenta? Mas por favor... Só não matem o mundo revelando que a Vovó Mafalda na verdade era um homem!

UPDATE: Veja o vídeo do Chris sendo praticamente obrigado a se assumir pela Chelsea!

 

Foto: Divulgação
Tu é cineasta? Não to brincando, to falando sério. E vale qualquer filme, feito de qualquer modo. Pois se você já se aventurou na tentativa de botar na tela o que tava somente na cabeça, vai poder demonstrar sua obra prima pra uma galera, dentro de um dos eventos mais bacanas e democráticos que eu escutei nos últimos tempos. O povo do Cineclube Central abre as telas do cinema para o Festival Geléia Geral. É só aparecer com o seu trabalho gravado em DVD ou em um Pen-drive (em AVI, hein!) as 18h30 desta quarta (9), no Teatro Municipal de Vila Velha. Os filmes vão ser exibidos a partir das 20h, sem hora pra dizer tchau. Então vai lá, Tarantino do mangue, Almodóvar do congo, se joga nessa!



Foto: Divulgação
Não minto, levo tomate na cara, mas já falo logo que gosto de assistir a série lixo-chique-teen-safadinha “Gossip Girl” (da série da TV. O livro seria descer demais até pra mim). Fazer o que? Cada um tem o prazer culposo que merece (e escolhe). Mas se o negócio já me trazia um comichão (se dúvida, olha essa cenae vê se “comiche” também), agora a coisa ta só me viciando mais. Além da série, esses orientais que não me fazem outra coisa do que emanar a minha inveja mais sanguinolenta (já que anime sem sangue é mesmo que Roberta Close sem vagina), criaram o mangá de Serena, Blair e companhia. A revistinha (já sei, vão me atirar pedras por falar revistinha) vai ser desenhada pelo artista coreano Baek Hye-Kyung e começa a sair no começo do ano que vem (tipo assim... daqui três semanas). Pode discar pro seu amigo japa pra enviar uma cópia de “Gossip Girl: For Your Eyes Only” via sedex, ou esperar vazar na net (mas lembre-se que isso é muito errado, menino feio!). XOXO!

 

Foto: Divulgação

Firmeza, mano?

CHEGA! Não! Para com isso, que dignidade tem limite e deve ser respeitada, pelo menos quando beira ao execrável, como foi a última tentativa do 50 Cent de aparecer (se bem que execrável e 50 Cent são fatores praticamente “univitelinos”). O moço do pirulito resolveu dar uma de super “Róbert-papagaio-de-pirata”, chamar atenção na cola dos outros e deu a declaração mais cara de pau dos últimos dias. Segundo o rapper que dubla (lembra o show dele em Sampa?), ele ta doidinho da silva pra fazer um dueto com a Susan Boyle (a mulher que canta bem, mas fez sucesso mesmo porque é feia e desafiou a lei da “gente de bem”, em que feiúra e fracasso são como Paris Hilton e Nichole Ritchie, ou seja, amigas inseparáveis). Segundo o cinquenta centavos (é o nome dele, fazer o quê?) ele e Boyle juntos poriam todos pra dançar: Hahã... Sei.... Agora vão anunciar o quê: um forro de Pitty com Raul Gil, ou um bolero de Hebe com João Gordo?

 

Foto: Divulgação
Não sei se isso é lá uma premiação para comemorar, mas o fato é que a Billboard, aquela revista metida a besta americana que dita as regras de quem está no topo ou no poço da música internacional decidiu fazer uma lista com os One Hit Wonders da década. Pra quem não sabe, One Hit Wonder é aquele artista que só fez sucesso com uma música. Pra ficar mais fácil olha o exemplo: Luka e Vinny. Pegou qual é a do lance, né? Pois então, quem saiu na frente por ter conseguido um grande sucesso e depois virar música da madrugada Antena 1 foi o Daniel Powter e a canção Bad Day. Pra quem não lembra, era a música do clipe do casal fofinho que desenhava na parede do metrô e, bizarramente, nenhum segurança lhes dava uns tapas pelo vandalismo gratuito. Pra você dar aquela recordada o clipe ta aí.

A lista, pra quem é curioso como eu, ficou assim.

Daniel Powter - "Bad Day"
Terror Squad - "Lean Back"
Crazy Town - "Butterfly"
MIMS - "This is Why I'm Hot"
D4L - "Laffy Taffy"
James Blunt - "You're Beautiful"
Gnarls Barkley - "Crazy"
Blu Cantrell - "Hit 'Em Up Style (OOPS)"
Bo Bice - "Inside Your Heaven"
Dream - "He Loves U Not" 

PS: Protesto total contra a inclusão do Gnarls Barkley na lista. Eles até podem não ser artistas de sucesso astronômico, mas o grupo tem outras músicas que fizeram sim a cabeça de uma boa fatia dos humanos (e dos não humanos como eu também).

 

Foto: Divulgação
Eu era um pré-adolescente chatinho e viciado em “My So Called Life” (que o SBT dava o nome “delicioso” de Meus 15 Anos) quando escutei pela primeira vez uma música do Smashing Pupkins... Ou melhor, vi, já que foi o clipe que me apresentou a essa banda que de cara me encheu de excitação. Agora, passados tantos anos (é... tantos mesmo), vem o cachorro Billy Corgan, vocalista da Smashing e tem o desplante de me fazer chorar. ProntoGofei! Eu fui despejando lágrima sim quando escutei “A Song for a Son”, a nova música da banda. O Billy declarou pra imprensa que a canção tem relação com o fato do cara não ter filhos. Escuta aí, mas segura esse choro, hein, molengão!



 

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30/11/2009 às 17h42

Para viver a beira do abismo, para correr o risco de ser desmascarado pelo grande público


Foto: Reprodução

Vocês sabem que eu não sou religioso, não sigo seita alguma e os únicos dogmas a que obedeço são os que se formaram nesses anos de evolução biológica chamada vida. Mas hoje eu tenho que admitir: Ninguém me tira da Praça do Papa durante essa semana. E se você for no mínimo antenado com o que ocorre no nosso pequeno Estado, sabe que o que farei lá está longe de se parecer com um ritual sagrado.

Espera aí, acabei de dizer uma mentira. Pense comigo: aonde vou haverá pessoas reunidas com um único propósito; no momento em que se inicia, o silêncio total em respeito ao que é “pregado” se faz obrigatório; Alguns momentos podem gerar um turbilhão de emoções e manifestações de todo o tipo podem exprimir dos corpos em êxtase... É ou não é semelhante a um culto, missa, roda... Seja lá o que você faça para se conectar com o divino?

Pois se prepare, que o culto ao cinema começa essa noite. O 16º Vitória Cine Vídeo abre as portas e exibe cerca de 115 produções durante toda a semana. Resumindo: programa obrigatório!

Este ano a mostra competitiva exibirá 87 obras audiovisuais divididas em 27 filmes, 47 vídeos e 13 animações. Além dos longas inéditos em terra capixaba. Na noite de estreia, às 19h30, em uma tenda na Praça do Papa, vai ser apresentado “Viajo Porque Preciso, Volto Porque Te amo”, de Marcelo Gomes e Karim Aïnouz.

Como eu sou legalzinho deixo aí embaixo o programão completo da mostra principal. Se joga!

PROGRAMAÇÃO GERAL – 16° VCV

Segunda-feira – 30 de novembro
9h – Festivalzinho de Cinema – Cine Metrópolis e Cine Teatro Alegria
12h – Mostra Competitiva Nacional de Vídeos – Cine Metrópolis
O Homem Bifurcado, de Hugo Pierot – 17′ (CE) / Você Vai Morrer, de Chico Cuíca, Keka e Raul Chequer – 2′56″ (ES) / Spectaculum, de Juliano Luccas – 15′ (SP) / O Processo – Elisa Queiroz, de Mirabolica e Gabi Stein – 3′30″ (ES) / Cárcere, de Edson Ferreira – 25″ (ES) / Valparaíso, de Diego Hoefel – 15′ (RN) / Alto Astral, de Hugo Pierot e Glaucia Barbosa – 12′ (CE) / Lorena, de Alonso Pafyeze – 3′ (MG) / O Processo – Julio Tigre, de Mirabolica e Gabi Stein – 4′ (ES) / Quiropterofobia, de Fernando Mantelli – 17′ (RS)
19h30 – Abertura do Festival e Mostra Competitiva Nacional de Curtas e Médias-Metragens – Praça do Papa
O Filme Mais Violento do Mundo, de Gilberto Scarpa – 17’ (MG) / Nego Fugido, de Marília Hughes e Cláudio Marques – 16’ (BA) / Os Sapatos de Aristeu, de René Guerra – 17’ (SP) / Josué e o Pé de Macaxeira, de Diogo Viegas – 12’ (RJ) / Chapa, de Thiago Ricarte – 15’ (SP) / Alguém Tem Que Honrar essa Derrota!, de Leonardo Esteves – 7’30” (RJ) / Doido Lelé, de Ceci Alves – 17’15” (BA)
14h – Festivalzinho de Cinema – Cine Metrópolis e Cine Teatro Alegria
20h – Cine Galpão Itinerante – Ilha das Caieiras
21h30 – Lançamento do Longa-Metragem “Viajo Porque Preciso, Volto Porque Te amo” – Praça do Papa
 
Terça-feira – 1º de dezembro
9h – Oficina de Roteiro de Cinema – UVV
9h – Oficina de Produção – UVV
9h – Oficina de Atores para Cinema e TV – UVV
9h – Festivalzinho de Cinema – Cine Metrópolis e Cine Teatro Alegria
10h – Encontro com os realizadores das mostras competitivas – Hotel Ilha do Boi
12h – Mostra Competitiva Nacional de Vídeos – Cine Metrópolis
Pastoreio, de Alexandre R. Garcia – 16′50″ (PR) / A Saudade é um Filme Sem Fim, de Rafael de Almeida – 3′ (SP) / Anydistance, de Gabi Stein – 3′09″ (ES) / Os Dias Cinzas, de Bruno de Oliveira – 20′ (ES) / EZ Money, de Marcelo Reis – 4′10″ (MG) / Dois Mundos, de Thereza Jessouroun – 15′ (RJ) / O Troco, de André Rolim – 10′40″ (SP) / Tsõ’rehipãri, Sangradouro, de Divino Tserewahú, Tiago Campos Tôrres e Amandine Goisbault – 30′ (PE)
14h – Festivalzinho de Cinema – Cine Metrópolis e Cine Teatro Alegria
14h30 – Oficina de Roteiro de Cinema – UVV
14h30 – Oficina de Produção – UVV
14h30 – Oficina de Atores para Cinema e TV – UVV
18h – Lançamento do DVD “Sabe Você: Léo Gandelman e convidados” – Praça do Papa
19h30 –Mostra Competitiva Nacional de Curtas e Médias-Metragens – Praça do Papa
A Ilha, de Alê Camargo – 9’47” (DF) / Fogo no Céu, dos Alunos da Escola Municipal Roberto Burle Marx – 2’10” (RJ) / Monkey Joy, de Amir Admoni – 8’15” (SP) / História de Umbigo, de Michelle Gabriel – 10’ (SP) / A Distração de Ivan, de Cavi Borges e Gustavo Melo – 15’ (RJ) / Ernesto no País do Futebol, de André Queiroz e Thaís Bologna – 14’ (SP) / Não Me Deixe em Casa, de Daniel Aragão – 18’ (PE) / Meninos, de Ursula Dart – 16’ (ES) / Cotidiano, de Joana Mariani – 17’20” (SP)
20h – Cine Galpão Itinerante – Andorinhas
21h30 – Lançamento do Longa-Metragem “Corumbiara” – Praça do Papa
 
02 de Dezembro – 4ª Feira
9h – Oficina de Roteiro de Cinema – UVV
9h – Oficina de Produção – UVV
9h – Oficina de Atores para Cinema e TV – UVV
9h – Festivalzinho de Cinema – Cine Metrópolis e Cine Teatro Alegria
10h – Encontro com os realizadores das mostras competitivas – Hotel Ilha do Boi
12h – Mostra Competitiva Nacional de Vídeos – Cine Metrópolis
De Volta ao Quarto 666, de Gustavo Spolidoro – 15′11″ (RS) / Matryoshka, de Salomão Santana – 9′ (CE) / Dzzzedite, de Macaco Vilela – 6′22″ (SP) / Timing, de Amir Admoni – 8′15″ (SP) / Não Assim, de Marcelo Mesquita – 4′01″ (SP) / Enfim Dois, de Thiago Vieira – 7′ (SP) / A Pedra que o Estilingue Lança, de Ana Cristina Murta – 20′ (ES) / Viaduto, de Wayner Tristão – 6′ (ES) / Sebo, de Alexandre Kumpinski e Lucas Cassales – 8′7″ (RS) / Rua Governador Sampaio, de Victor de Melo – 13′ (CE) / Em terra de cego…, de Joao Boltshauser – 18′20″ (RJ)
14h – Festivalzinho de Cinema – Cine Metrópolis e Cine Teatro Alegria
14h30 – Oficina de Roteiro de Cinema – UVV
14h30 – Oficina de Produção – UVV
14h30 – Oficina de Atores para Cinema e TV – UVV
19h30 –Mostra Competitiva Nacional de Curtas e Médias-Metragens – Praça do Papa
Sereia, de Yannet Briggiler e Rodrigo Amboni – 11’ (SC) / Samba de Quadra, de Gustavo Mello e Luiz Ferraz – 17’ (SP) / O Homem que Sonhava Fotografia, de Tião Xará – 14’55” (ES) / Reverso, de Francisco Colombo – 5’38” (MA) / Quarto de Espera, de Bruno Carboni e Davi Pretto – 12’30” (RS) / Ao Vivo, de Peppe Siffredi e Antonio Guerino – 16’54” (SP) / Fractais Sertanejos, de Heraldo Cavalcanti – 19’ (CE) / A Mulher Biônica, de Armando Praça – 19’ (CE)
20h – Cine Galpão Itinerante – Nova Palestina
21h30 – Lançamento do Longa-Metragem “Natimorto” – Praça do Papa
 
Quinta-feira – 03 de dezembro
9h – Oficina de Roteiro de Cinema – UVV
9h – Oficina de Produção – UVV
9h – Oficina de Atores para Cinema e TV – UVV
9h – Festivalzinho de Cinema – Cine Metrópolis e Cine Teatro Alegria
10h – Encontro com os realizadores das mostras competitivas – Hotel Ilha do Boi
12h – Mostra Competitiva Nacional de Vídeos e Lançamento do Vídeo Capixaba “Expedição Tabacchi” – Cine Metrópolis
Tia Dita – No Raiar da Aurora, de Fernanda Surjus – 10′ (SP) / What Are You Looking For?, de Camila Gonzatto – 7′33″ (RS) / Bomba!, de Lara Lima, Marcelo Lima e Renato Coelho – 4′36″ (SP) / 1976, de Carlosmagno Rodrigues – 3′ (MG) / Doctor Love, de Humberto Ribeiro – 4′03″ (ES) / JLG/PG, de Paolo Gregori – 8′6″ (SP) / Ensaio de Cinema, de Allan Ribeiro – 16′20″ (RJ) / Sweet Karolynne, de Ana Bárbara Ramos – 15′ (PB) / I Was Born In The 90s, de Tati Rabelo e Rodrigo Linhales – 4′ (ES) / A Vermelha Luz do Bandido, de Pedro Jorge – 16′ (SP)
14h – Oficina de Vídeo de Bolso – Hotel Ilha do Boi
14h – Oficina de Storyboard – Hotel Ilha do Boi
14h – Festivalzinho de Cinema – Cine Metrópolis e Cine Teatro Alegria
14h30 – Oficina de Roteiro de Cinema – UVV
14h30 – Oficina de Produção – UVV
14h30 – Oficina de Atores para Cinema e TV – UVV
16h – Lançamentos de DVDs – Hotel Ilha do Boi
19h30 –Mostra Competitiva Nacional de Curtas e Médias-Metragens e Lançamento do Curta Capixaba “Raiz que Racha Rua”– Praça do Papa
Blackout, de Daniel Rezende – 10’ (SP) / Coda, de Marcos Camargo – 9’ (SP) / Em Transe, de Darlan Machado e Filipe Mecenas – 2’30” (ES) / Linhas e Espirais, de Diego Akel – 2’16” (CE) / O Anão que Virou Gigante, de Marão – 10’ (RJ) / O Divino, De Repente, de Fábio Yamaji – 6’20” (SP) / Milagre, de Luiza Lubiana – 15’ (ES) / Urbe, de Marcos Pimentel – 15’ (MG) / O Nome do Gato, de Pedro Ribeiro Coutinho – 20’ (SP)
20h – Cine Galpão Itinerante – Itararé
21h30 – Lançamento do Longa-Metragem “Vida de Balconista” – Praça do Papa
 
Sexta-feira – 04 de dezembro
9h – Festivalzinho de Cinema – Cine Metrópolis e Cine Teatro Alegria
9h – Oficina de Atores para Cinema e TV – UVV
10h – Encontro com os realizadores das mostras competitivas – Hotel Ilha do Boi
12h – Mostra Competitiva Nacional de Vídeos e Lançamento do Vídeo Capixaba “Hochtijd – Casamento Pomerano” – Cine Metrópolis
A Casa dos Mortos, de Debora Diniz – 24′ (DF) / Hit do Porto, de Leandro HBL – 3′ (ES) / Tchau e Benção, de Daniel Bandeira – 10′ (PE) / Sangre, de Cris Ventura – 3′ (MG) / Beijo Francés, de Paulo F. Camacho – 9′ (RJ) / Vistamar, de Pedro Diogenes, Rubia Mercia, Rodrigo Capistrano, Glaugeane Costa, Henrique Leão e Victor Furtado – 12′ (CE) / Hélio, de Letícia Bertagna – 2′51″ (RS) / Apartamento 608, de Beth Formaggini – 50′ (RJ)
14h – Oficina de Vídeo de Bolso – Hotel Ilha do Boi
14h – Oficina de Storyboard – Hotel Ilha do Boi
14h – Festivalzinho de Cinema – Cine Metrópolis e Cine Teatro Alegria
14h30 – Oficina de Atores para Cinema e TV – UVV
19h30 –Mostra Competitiva Nacional de Curtas e Médias-Metragens e Lançamento do Curta Capixaba “Dia de Sol” – Praça do Papa
Quando as Cores Somem, de Luciano Lagares – 15’ (SP) / Silêncio e Sombras, de Murilo Hauser – 8’30” (PR) / Minami em Close-up – A Boca em Revista, de Thiago Mendonça – 18’40 (SP) / Rosa e Benjamin, de Cléber Eduardo e Ilana Feldman – 15’ (SP) / Olhos de Ressaca, de Petra Costa – 20’ (RJ) / Ana Beatriz, de Clarissa Cardoso – 9’13” (DF) / A Montanha Mágica, de Petrus Cariry – 13’ (CE)
20h – Cine Galpão Itinerante – Maria Ortiz
20h – Cinema na Praia – Longa-Metragem “Alô, Alô, Terezinha!”, de Nelson Hoineff – Curva da Jurema
21h30 – Lançamento do Longa-Metragem “Dzi Croquettes” – Praça do Papa
 
Sábado – 05 de dezembro
10h – Encontrão – Hotel Ilha do Boi
14h – Oficina de Vídeo de Bolso – Hotel Ilha do Boi
14h – Oficina de Storyboard – Hotel Ilha do Boi
21h – Encerramento do Festival – Lançamento do Curta-Metragem “Um Fio de Esperança”, dos alunos do Projeto Animação, com trilha sonora apresentada ao vivo, e premiação dos filmes e vídeos vencedores do 16º Vitória Cine Vídeo
 
 
Mostra Competitiva de Curtas e Médias
30 de novembro a 04 de dezembro – 19h30
Tenda do Festival – Praça do Papa
 
Segunda-Feira – 30 de novembro
O Filme Mais Violento do Mundo (Ficção, 17’, MG), de Gilberto Scarpa. Raimundo pede ajuda financeira para realizar seu próximo projeto. O apoio é condicionado à mudança de estilo de Raimundo, que deverá fazer um filme visando o grande público. Mas um fato inesperado ameaça a conclusão do filme.
 Nego Fugido (Ficção, 16’, BA), de Marília Hughes e Cláudio Marques. Brinquedo de nego forro fugido é abrir roda pra mostrar que tudo é caça e caçador.
Os Sapatos de Aristeu (Ficção, 17’, SP), de René Guerra. O corpo de uma travesti é preparado por outras travestis para o velório. A família, no entanto, decide enterrá-lo como homem. Os sapatos são calçados. A morte é apenas uma janela.
Josué e o Pé de Macaxeira (Animação, 12’, RJ), de Diogo Viegas. Ao trocar seu burro por uma “macaxeira mágica”, Josué descobre que não são apenas feijões que podem nos proporcionar uma aventura fantástica.
Chapa (Ficção, 15’, SP), de Thiago Ricarte. Antônio, um trabalhador informal de beira de estrada, quebra a rotina de serviço para esperar a visita da filha.
Alguém Tem Que Honrar essa Derrota! (Ficção, 7’30”, RJ), de Leonardo Esteves. Um filme rodado no carnaval! Sem roteiro, sem claquete e sem fotômetro!
Doido Lelé (Ficção, 17’15”, BA), de Ceci Alves. Caetano sonha em ser cantor de rádio na década de 50 e foge todas as noites para tentar a sorte no programa de calouros. Uma noite, ele aposta tudo numa louca e definitiva performance.
 
Terça-feira – 1º de dezembro
A Ilha (Animação, 9’47”, DF), de Alê Camargo. Edu fica ilhado em uma metrópole. O filme aborda de maneira bem humorada as dificuldades de se viver em uma cidade grande.
Fogo no Céu (Animação, 2’10”, RJ), dos Alunos da Escola Municipal Roberto Burle Marx. Inspirado no livro homônimo de Eliardo França e Mary França, lido pelos alunos em sala de aula.
Monkey Joy (Animação, 8’15”, SP), de Amir Admoni. A chegada de um produto revolucionário estremece a monotonia da cidade de Amsterdã. Usando como ponto de partida imagens ilustrativas do cotidiano holandês, o diretor cria uma ficção animada que levanta questões atuais.
História de Umbigo (Animação, 10’, SP), de Michella Gabriel. Quando Milu descobre que terá de dividir seu reino particular com um irmãozinho, algo estranho acontece em sua barriga. História de Umbigo, uma fábula sobre ciúmes e afeição.
A Distração de Ivan (Ficção, 15’, RJ), de Cavi Borges e Gustavo Melo. Ivan tem 11 anos e vive com a avó. Em meio ao seu cotidiano de brincadeiras e brigas com os amigos, ele irá amadurecer.
Ernesto no País do Futebol (Ficção, 14’, SP), de André Queiroz e Thaís Bologna. Em ano de Copa do Mundo, o que poderia ser pior para um garoto argentino do que morar no Brasil?
Não Me Deixe em Casa (Ficção, 18’, PE), de Daniel Aragão. Quem ama se isola das crueldades da vida.
Meninos (Documentário, 16’, ES), de Ursula Dart. Um dia na vida de um menino de 9 anos.
Cotidiano (Ficção, 17’20”, SP), de Joana Mariani. Dizem que ou nós comandamos a nossa vida, ou acabamos sendo comandados por ela. Cotidiano fala sobre um dia de uma mulher que largou as rédeas da vida.
 
Quarta-feira – 02 de dezembro
Sereia (Animação, 11’, SC), de Yannet Briggiler e Rodrigo Amboni. Simão, pescador solitário, vive em um pequeno penhasco. Sua rotina se transforma com a chegada de uma misteriosa mulher.
Samba de Quadra (Documentário, 17’, SP), de Gustavo Mello e Luiz Ferraz. A memória do samba caipira paulista sobrevive na cidade de Quadra, alimentada por reencontros de sambadores com seus antigos companheiros.
O Homem que Sonhava Fotografia (Ficção, 14’55”, ES), de Tião Xará. Reginaldo descobre numa manhã que está sonhando fotografia.
Reverso (Ficção, 5’38”, MA), de Francisco Colombo. O que diferencia os indivíduos é a capacidade de realizar determinados atos.
Quarto de Espera (Ficção, 12’30”, RS), de Bruno Carboni e Davi Pretto. Um jovem usando uma máscara de gás transita em uma cidade vazia e cinzenta.
Ao Vivo (Ficção, 16’54”, SP), de Peppe Siffredi e Antonio Guerino. Sofia sonhava em ser famosa. Uma noite ela foge de casa em busca do estrelato, mas é selecionada por um reality-show que irá transmitir os seus sonhos ao vivo.
Fractais Sertanejos (Documentário, 19’, CE), de Heraldo Cavalcanti. Um operário da construção civil torna-se artista ao sair do coma, esculpindo obras abstratas que denomina “TudoeNada”, semelhantes aos fractais estudados na física e na matemática do caos.
A Mulher Biônica (Ficção, 19’, CE), de Armando Praça. Um dia da vida e duas lembranças de Marta.
 
Quinta-feira – 03 de dezembro
Blackout (Ficção, 10’, SP), de Daniel Rezende. Um assessor de um deputado e um suplente entram numa sala da Assembleia Legislativa para fumar um “baseado”. Ao reclamarem de que tudo tem dado errado, eles se deparam com situações que provam que tudo na vida pode piorar. E muito!
Coda (Animação, 9’, SP), de Marcos Camargo. Três bailarinas estão chegando em suas casas. Sozinhas com seus próprios delírios… Ou seriam suas verdades fantasiadas?
Em Transe (Animação, 2’30”, ES), de Darlan Machado e Filipe Mecenas. Experimentação gráfica utilizando vários recursos de vídeo, para criar um transe, passando por estágios diferentes de frequência de som e edição de imagem.
Linhas e Espirais (Animação, 2’16”, CE), de Diego Akel. Sentimentos e expressões misturam-se numa harmonia conflitante, em forma de pintura animada.
O Anão que Virou Gigante (Animação, 10’, RJ), de Marão. A improvável – todavia autêntica – história do anão que virou gigante.
O Divino, De Repente (Animação, 6’20”, SP), de Fábio Yamaji. Ubiraci Crispim de Freitas, personagem real conhecido por Divino, canta repentes e conta sua vida neste documentário animado com ficção experimental.
Milagre (Ficção, 15’, ES), de Luiza Lubiana. Um bando de ciganos se aloja na terra dos italianos. Um deles se apaixona pela filha de um dos italianos. O pai manda matar o cigano. A moça vai ao enterro e pede a Deus um milagre. Deus lhe concede o milagre. A morte também vai ao enterro.
Urbe (Documentário, 15’, MG), de Marcos Pimentel. Um documentário sobre uma cidade e sua alma. A presença da vida e da morte nos centros urbanos contemporâneos.
O Nome do Gato (Ficção, 20’, SP), de Pedro Ribeiro Coutinho. Bruna procura um apartamento e é levada até um prédio soturno. Coisas estranhas acontecem quando ela descobre que pode ver e controlar o passado através do olho mágico de sua porta.
 
Sexta-feira – 04 de dezembro
Quando as Cores Somem (Animação, 15’, SP), de Luciano Lagares. Laila percebe que as cores de suas pinturas se modificam quando ficam no escuro. O problema é resolvido coma ajuda de um cego: amenina deve usar a imaginação ao ficar no escuro.
Silêncio e Sombras (Animação, 8’30”, PR), de Murilo Hauser. Quem cavalga tão tarde pela noite e pelo vento?
Minami em Close-up – A Boca em Revista (Documentário, 18’40, SP), de Thiago Mendonça. A trajetória da revista Cinema em Close-up e de seu editor Minami Keizi, é o ponto de partida para contarmos a história dos filmes da Boca do Lixo e seus personagens.
Rosa e Benjamin (Ficção, 15’, SP), de Cléber Eduardo e Ilana Feldman. Um casal de muitos anos em uma casa no Jabaquara. Um novo vizinho, desconfiança, notícias de um prédio novo, acidente na vizinhança. O casal na casa e a casa na cidade.
Olhos de Ressaca (Documentário, 20’, RJ), de Petra Costa. Vera e Gabriel, um casal de idosos, divagam sobre sua própria história. Imagens de arquivo familiar se confundem com imagens do presente, sugerindo um diário pessoal e onírico acerca do amor e da morte.
Ana Beatriz (Ficção, 9’13”, DF), de Clarissa Cardoso. Ana Beatriz e Paulo Roberto ainda não se conhecem, mas foram feitos um para o outro. Filme baseado no conto homônimo de Juliano Cazarré.
A Montanha Mágica (Documentário, 13’, CE), de Petrus Cariry. De tanto se divertir lá em cima, ele caiu, faltou ar! Quais são os limites entre a realidade e ficção? Um filme sobre a infância.
 
Mostra Competitiva de Vídeos
30 de novembro a 04 de dezembro
Cine Metrópolis – Ufes
12h
 
Segunda-feira – 30 de novembro
O Homem Bifurcado (Documentário, 17′, CE), de Hugo Pierot, Márcio Araújo e Glaucia Barbosa. Ensaio documental que aborda as diversas visões sobre a vida e a obra do escritor cearense José Alcides Pinto.
Você Vai Morrer (Videoclipe, 2′56″, ES), de Chico Cuíca, Keka e Raul Chequer. O videoclipe da banda Chico Cuíca Sound System narra as aventuras de dois jovens rockeiros que desdenham da morte em um velho cemitério.
Spectaculum (Ficção, 15′, SP), de Juliano Luccas. Spectaculum é um filme sobre a busca pela inocência, pela ingenuidade.
O Processo – Elisa Queiroz (Documentário, 3′30″, ES), de Mirabolica  e Gabi Stein. Documentário sobre processo criativo da artista Elisa Queiroz.
Cárcere (Documentário, 25″, ES), de Edson Ferreira. Todo mundo é livre pra ficar preso.
Valparaíso (Documentário, 15′, RN), de Diego Hoefel. Naquele dia, eles cantaram por Valparaíso.
Alto Astral (Ficção, 12′, CE), de Hugo Pierot e Glaucia Barbosa. No azul do céu, descansa o meu corpo inerte.
Lorena (Videoarte, 3′, MG), de Alonso Pafyeze. O que seria óbvio para um peixe é objeto de apreciação e sentimento no fundo do mar com os olhos de um pardal.
O Processo – Julio Tigre (Documentário, 4′, ES), de Mirabolica e Gabi Stein. Documentário sobre o processo criativo do artista plástico Julio Tigre.
Quiropterofobia (Ficção, 17′, RS), de Fernando Mantelli. Casal toma um táxi e acaba seqüestrado, levado a um cativeiro habitado por um psicopata adepto da dieta do sangue humano.
 
Terça-feira – 1º de dezembro
Pastoreio (Documentário, 16′50″, PR), de Alexandre R. Garcia. A rotina do trabalho de Laudelino, pastor de ovelhas no Parque Barigüi, em Curitiba, há quase 20 anos.
A Saudade é um Filme Sem Fim (Videoarte, 3′, SP), de Rafael de Almeida. Fragmentos de uma quase não-memória.
Anydistance (Videoclipe, 3′9″, ES), de Gabi Stein. A Banda Zé Maria quebra tudo até debaixo d’água.
Os Dias Cinzas (Ficção, 20′, ES), de Bruno de Oliveira. José Carlos sofre de uma forte insônia. Atormentado por sua doença, ele recorre ao “Homem”, que lhe incumbe de uma curiosa tarefa como antídoto para lhe trazer a paz e o sono.
EZ Money (Videoclipe, 4′10″, MG), de Marcelo Reis. Fórmula para faturar um gringo: a matemática é simples, o samba é enredo e o bagulho é loko, babe!
Dois Mundos (Documentário, 15′, RJ), de Thereza Jessouroun. Para os surdos, há o mundo do silêncio e o mundo sonoro. Mediante o implante coclear ou aparelhos auditivos, alguns vivem em trânsito entre esses dois mundos.
O Troco (Ficção, 10′40″, SP), de André Rolim. Uma atendente de telemarketing tenta convencer um casal de cliente adquirir mais um produto de sua empresa.
Tsõ’rehipãri, Sangradouro (Documentário, 30′, PE), de Divino Tserewahú, Tiago Campos Tôrres e Amandine Goisbault. Em 1957, depois de séculos de resistência, um grupo Xavante se entrega à missão Salesiana de Sangradouro. Rodeados de soja, eles mostram suas preocupações atuais.
 
Quarta-feira – 02 de dezembro
De Volta ao Quarto 666 (Documentário, 15′11″, RS), de Gustavo Spolidoro. Qual o futuro do cinema? Em 1982, em Cannes, Wim Wenders convidou cineastas a responderem esta pergunta. 26 anos depois, a pergunta é a mesma, mas Wenders está do outro lado da câmera.
Matryoshka (Ficção, 9′, CE), de Salomão Santana. Sou uma estrangeira na minha própria cidade.
Dzzzedite (Videoarte, 6′22″, SP), de Macaco Vilela. Um ensaio poético sobre a montagem cinematográfica.
Timing (Ficção, 8′15″, SP), de Amir Admoni. Um jovem homem de negócios cuja ambição desenfreada o transformou num escravo voluntário do tempo.
Não Assim (Videoclipe, 4′1″, SP), de Marcelo Mesquita. Clipe da banda Druques. O vocalista será enforcado.
Enfim Dois (Ficção, 7′, SP), de Thiago Vieira. Um pequeno trecho da história de um casal em crise nos faz entender o que acontece a uma pessoa ao ter vontade própria quando está casada.
A Pedra que o Estilingue Lança (Documentário, 20′, ES), de Ana Cristina Murta. Em 1970 o artista Atílio Gomes inventou o Estilingue Gigante. Em 2009, Nenna reconstruíu a obra para a realização deste documentário.
Viaduto (Ficção, 6′, ES), de Wayner Tristão. Um encontro casual entre duas realidades distintas é interrompido pelo ruído da cidade. Entre tantas interferências duas alegorias urbanas se esforçam para se tornarem compreendidos.
Sebo (Ficção, 8′7″, RS), de Alexandre Kumpinski e Lucas Cassales. Em uma sala abissal de um casarão decadente, um senhor irrita-se com a forma que uma garotinha toma sopa. Ao mesmo tempo, no porão, o mordomo limpa a caixa de gordura.
Rua Governador Sampaio (Documentário, 13′, CE), de Victor de Melo. Momentos em uma rua de intenso trabalho.
Em terra de cego… (Ficção, 18′20″, RJ), de Joao Boltshauser. FABÃO é um traficante de drogas preso em uma cela comum com outros criminosos. Ele conhece a história de Sherazade, personagem das “Mil e Uma Noites”, e se utiliza do mesmo artifício para escapar da triste realidade.
 
Quinta-feira – 03 de dezembro
 
Tia Dita – No Raiar da Aurora (Documentário, 10′, SP), de Fernanda Surjus. Uma mineira sonhadora que tomou São Paulo como sua moradia e ao longo da vida vai descobrindo suas várias faces.
What Are You Looking For? (Documentário, 7′33″, RS), de Camila Gonzatto. Philip Glass reflete sobre a origem da música e das idéias que se transformam em cada nota de piano.
Bomba! (Ficção, 4′36″, SP), de Lara Lima, Marcelo Lima e Renato Coelho. Uma refiguração dos eventos de Maio de 68.
1976 (Videoarte, 3′, MG), de Carlosmagno Rodrigues. Três seres viventes são mantidos no fundo de uma piscina.
Doctor Love (Videoclipe, 4′3″, ES), de Humberto Ribeiro. Videoclipe da banda Controle Technique, inspirado pelos clássicos vídeos oitentistas de Robert Palmer.
JLG/PG (Documentário, 8′6″, SP), de Paolo Gregori. Uma jornada de 20.000 km em busca do mestre do cinema e a decepção do encontro.
Ensaio de Cinema (Ficção, 16′20″, RJ), de Allan Ribeiro. Ele dizia que o filme começava com uma câmera muito suave, com um zoom muito delicado, e avançava em busca de Barbot.
Sweet Karolynne (Documentário, 15′, PB), de Ana Bárbara Ramos. Nem Elvis, nem Jarbas morreram. É tudo uma grande invenção.
I Was Born In The 90s (Videoclipe, 4′, ES), de Tati Rabelo e Rodrigo Linhales. Clipe da musica I was born in the 90’s.
A Vermelha Luz do Bandido (Documentário, 16′, SP), de Pedro Jorge. Documentário-Radialístico-Científico-Experimental de Cinema que presta tributo ao filme, “O Bandido da Luz Vermelha” de Rogério Sganzerla.
 
Sexta-feira – 04 de dezembro
A Casa dos Mortos (Documentário, 24′, DF), de Debora Diniz. Bubu é um poeta com doze internações em manicômios judiciários. O poema A Casa dos Mortos foi escrito durante as filmagens do documentário e desvelou as mortes esquecidas dos manicômios judiciários.
Hit do Porto (Videoclipe, 3′, ES), de Leandro HBL. Primeiro single do novo álbum do Zemaria, Space Ahead, lançando em 2009.
Tchau e Benção (Ficção, 10′, PE), de Daniel Bandeira. Música tocando, coisas na caixa e ela a caminho. Tudo pronto para o fim.
Sangre (Videoarte, 3′, MG), de Cris Ventura. Mariana Ventura tem 10 meses, um vestido branco e morangos. Sangrar para a mulher não é esvaecer-se, é necessário e vital.
Beijo Francés (Ficção, 9′, RJ), de Paulo F. Camacho. O tecido da intimidade de um casal que se depara com o que não tem solução: a solidão, em estado bruto.
Vistamar (Documentário, 12′, CE), de Pedro Diogenes, Rubia Mercia, Rodrigo Capistrano, Glaugeane Costa, Henrique Leão e Victor Furtado. Vende-se a vista.
Hélio (Videoarte, 2′51″, RS), de Letícia Bertagna. He, she, it. Eu e, talvez, tu.
Apartamento 608 (Documentário, 50′, RJ), de Beth Formaggini. Um documentarista em crise diante da sua obra. Eduardo Coutinho visto bem de perto durante a criação do seu filme Edifício Master.
 
Estreia de Longas-Metragens
30 de novembro a 04 de dezembro
Tenda do Festival – Praça do Papa
21h30
 
Segunda-feira – 30 de novembro
VIAJO PORQUE PRECISO, VOLTO PORQUE TE AMO
(Ficção, 75’, 2009)
Direção: Marcelo Gomes e Karim Aïnouz
Sinopse: José Renato, 35 anos, geólogo, viaja a trabalho pelo Sertão -  lugar despovoado, silencioso. José Renato pesquisa a construção de um canal para a transposição de um rio. Ele sente muita saudade da mulher. Tem vontade de voltar. Este filme é um relatório de prospecção geológica, uma música romântica, uma declaração de amor. Duração inicial da viagem: 30 dias.
 
Terça-feira – 1º de dezembro
CORUMBIARA
(Documentário, 117’, 2009)
Direção: Vincent Carelli
Sinopse: Em 1985, o indigenista Marcelo Santos denuncia um massacre de índios na Gleba Corumbiara (RO) e Vincent Carelli filma o que resta das evidências. Bárbaro demais, o caso passa por fantasia e cai no esquecimento. Marcelo e sua equipe levam anos para encontrar os sobreviventes. Duas décadas depois, “Corumbiara” revela essa busca e a versão dos índios. Filme vencedor do troféu de melhor filme no Festival de Gramado deste ano.
 
Quarta-feira – 02 de dezembro
Natimorto
(Ficção, 92’, 2009)
Direção: Paulo Machline
Sinopse: Um caça talentos traz uma jovem cantora a São Paulo afim de apresentá-la a um renomado maestro. Enquanto esperam o dia da audição permanecem num quarto de hotel onde, entre cigarros e cafezinhos, ele lê o futuro da cantora nas advertências dos maços de cigarro como se fossem cartas de tarô. É durante essa espera que serão reveladas suas verdadeiras intenções.
 
Quinta-feira – 03 de dezembro
VIDA DE BALCONISTA
(Ficção, 70’, 2009)
Direção: Cavi Borges e Pedro Monteiro
Sinopse: Um dia muito louco na vida de um balconista de locadora, que sonha ser um novo Tarantino. Enquanto isso não acontece é obrigado a conviver com clientes carentes, indecisos, cinéfilos, entre outros. Inspirado em fatos acontecidos na locadora carioca Cavídeo foi produzido originalmente para ser exibido nos celulares e faz parte do projeto multimídia que utiliza diversas plataformas digitais.
 
Sexta-feira – 04 de dezembro
DZI CROQUETTES
(Documentário, 110’, 2009)
Direção: Tatiana Issa e Raphael Alvarez
Sinopse: O documentário resgata a trajetória do grupo que se tornou símbolo da contracultura ao confrontar a ditadura usando a ironia e a inteligência. Os espetáculos revolucionaram os palcos com homens de barba e pernas cabeludas, que contrastavam com sapatos de salto alto e roupas femininas. O grupo se tornou um enorme mito na cena teatral brasileira e parisiense nos anos 70.
 
Cinema na Praia
Sexta-feira – 04 de dezembro
Curva da Jurema
20h
ALÔ, ALÔ, TEREZINHA!
(Documentário, 90’, 2007)
Direção: Nelson Hoineff
Documentário sobre o maior fenômeno de comunicação da televisão brasileira, o irreverente e extravagante Chacrinha. Através da maior pesquisa já feita sobre o grande comunicador e da recuperação digital de seu legado, o longa vai desde a influência da tradição nordestina do Pastoril nos programas do Chacrinha ao anárquico apresentador jogando bacalhau no auditório, soltando seus criativos bordões, buzinando calouros ou premiando-os com o Troféu Abacaxi.
 



 

Publicado por Miguel Filho 2 Comentários



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