Faltando menos de dois meses para terminar o ano, o Sindicato dos Servidores da Assembleia Legislativa (Sindilegis) decidiu fazer uma homenagem aos deputados estaduais. Foram espalhados cartazes e banners nos corredores da Casa enaltecendo o trabalho dos 30 parlamentares da atual legislatura. O problema é que muitos servidores ficaram na bronca, já que a atual bancada prometeu lutar pelo pagamento do lendário reajuste de 11,98% que a categoria tem direito. Só que o mandato vai terminar para alguns e até agora o dinheiro não entrou na conta.
Destaque maior
Entre os homenageados, chama atenção que a foto do presidente Theodorico Ferraço (DEM) é maior que a dos demais colegas do plenário. Os servidores dizem em tom de brincadeira que a homenagem deveria partir dos deputados para os funcionários. Com o ano acabando, a Mesa poderia dar um abono de R$ 2 mil e garantir um feliz natal para o funcionalismo.
Falando nisso
Saiu no Diário do Poder Legislativo um convênio feito entre a Subdireção da Assembleia e a Câmara de Cachoeiro de Itapemirim para cooperação técnica. O pessoal ficou com a pulga atrás da orelha, já que caberia à Casa dos Municípios fazer essa parceria. Tem gente se perguntando por que logo com a Câmara do seu principal adversário, o prefeito Carlos Casteglione (PT).
Ninho unido
Os tucanos capixabas, ao que tudo indica, estão unidos para que o vice-presidente do PSDB do Estado, Jarbas Pinheiro de Assis, assuma o partido quando o atual líder, César Colnago, passar o bastão. O vice-governador eleito deixa o comando da sigla quando for empossado no Palácio.
Tranquilo I
O deputado federal eleito Marcus Vicente (PP) afasta rumores de que poderia perder a tão cobiçada cadeira na Câmara dos Deputados. O motivo seria uma possível cassação dos votos do ex-candidato e vereador de Vitória Rogerinho Pinheiro, que fazia parte da mesma coligação de deputado. A eventual anulação deixaria caminho livre para o deputado estadual Vandinho Leite.
Tranquilo II
Rogerinho é acusado de participar de uma inauguração pública durante a campanha, o que é proibido pela Justiça Eleitoral. Marcus Vicente diz, no entanto, que se os votos forem anulados não altera o quadro, já que a coligação não pode ser prejudicada por um processo contra um determinado candidato.
Leia mais sobre o cenário político: