Idosos acima de 60 anos que vivem em asilos poderão receber 3ª dose de vacina no ES

Saúde

Idosos acima de 60 anos que vivem em asilos poderão receber 3ª dose de vacina no ES

A vacina utilizada na dose de reforço será, preferencialmente, a Pfizer ou alguma outra de vetor viral, como Janssen e Astrazeneca.

Bianca Santana Vailant

Redação Folha Vitória
Foto: Agência Brasil/ Tânia Rêgo

Mais um público será contemplado com a dose de reforço das vacinas contra covid-19 no Espírito Santo. Em uma publicação feita no Diário Oficial do Estado, foi anunciada a "dose de reforço para idosos acima de 60 anos das instituições de longa permanência". 

Ainda de acordo com a publicação, a terceira dose poderá ser aplicada 6 meses depois da segunda dose, independente do imunizante que o idoso tenha recebido. A vacina utilizada na dose de reforço será, preferencialmente, a Pfizer ou alguma outra de vetor viral, como Janssen e Astrazeneca. 

Em uma entrevista para o telejornal ES no Ar, da TV Vitória/Record TV, o subsecretário de saúde do Estado, Luiz Carlos Reblin, explicou como vai funcionar essa imunização.

"Para esse grupo vai funcionar como aconteceu no início da vacinação. Aquelas pessoas em asilos, que tem mais de 60 anos, elas foram incluídas na vacinação da dose de reforço. As cidades vão receber as doses, vão fazer a programação e vão até os asilos fazer a vacinação dessas pessoas", disse. 

Falta de imunizantes pode atrasar vacinação no ES, diz subsecretário

Com 67% da população capixaba vacinada e faltando cerca de 200 mil para completar a população adulta, o fluxo de vacinação do Espírito Santo corre risco de ter dificuldades para aplicação da segunda dose do imunizante da Astrazeneca.

A aplicação da chamada D2 foi suspensa em diversas cidades no Brasil devido à falta do imunizante. Em entrevista para TV Vitória/ Record TV, o Subsecretário em Vigilância e Saúde, Luiz Carlos Reblin, ressaltou que a falta pode atingir a imunização no Estado.

"Até semana passada, nós conseguimos manter essa organização nesse formato. A partir desta semana, vamos ter dificuldade se a Astrazeneca não for entregue conforme vinha sido feita pelo Ministério da Saúde", afirmou Reblin.

De acordo com o subsecretário, até o momento a distribuição das vacinas da fabricante Oxford foram divididas exatamente com a mesma quantidade de doses para a segunda dose que foi distribuída para a primeira. No entanto, a partir da próxima semana o estado dependerá das remessas do Ministério da Saúde .

"Não está mais chegando, semana passada não recebemos mais da AstraZeneca e se isso se repetir essa semana vamos ter dificuldade de realizar vacinação com a segunda dose da Astrazeneca",