Cláudia França

Cláudia França

Cláudia França é artista visual, natural de Belo Horizonte, formada pela Escola de Belas Artes da UFMG, habilitada em Desenho e em Escultura. É mestre em Artes Visuais pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, doutora em Artes pela UNICAMP e pós-doutora em Psicologia pela UFMG. Atualmente está no Programa de Pós-Graduação em Artes da UFES, em que se dedica, no mestrado e no doutorado, ao entendimento das dinâmicas do processo de criação.
Cláudia França é artista visual, natural de Belo Horizonte, formada pela Escola de Belas Artes da UFMG, habilitada em Desenho e em Escultura. É mestre em Artes Visuais pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, doutora em Artes pela UNICAMP e pós-doutora em Psicologia pela UFMG. Atualmente está no Programa de Pós-Graduação em Artes da UFES, em que se dedica, no mestrado e no doutorado, ao entendimento das dinâmicas do processo de criação.
Obra de Cláudia França. Exposição Inventário Cordilheira, realizada em Campinas, 2019.

Arte

Listar, cuidar, arranjar, montar e promover encontros: o que faz um/uma curador(a)? Parte I

Voltemos ao termo curadoria. Ele implica as considerações postas acima, mas pode mesmo ser simplesmente o efeito de um ato prosaico, cotidiano de escolher: separar algo entre os demais. O estranho tem sido o uso desmesurado do termo no campo da vida comum, deslocamento de algo específico do campo das artes para outro lugar. Sempre tenho em mente a ação profícua de Pietro Maria Bardi como curador do MASP, viajando, visitando acervos particulares, elencando, doando, adquirindo e conservando obras fundamentais da história da arte ocidental para compor o acervo daquele museu. Trata-se da figura ímpar que mescla o guardião de um acervo, promotor de políticas de aquisição de obras, organizador e intérprete de obras e sinais em mostras, as quais aproximam o fechado do museu ao aberto da visita pública. Hoje temos outras possibilidades de curadorias, tantas quantas são as diversas maneiras de manifestação em arte contemporânea, onde operam o diverso, o obtuso, o fora do eixo e outras situações de fronteira em que se encontram as imagens.

João Coser, frame da videoperformance "Trama e Grãos", 2022. Foto do autor.

Arte

Galeria de Arte e Pesquisa realiza exposição com estudantes da Ufes

A mostra é um convite para a exploração do conceito de identidade, com suas múltiplas possibilidades de interpretação e investigação sobre o que significa "ser" em diferentes contextos culturais, sociais ou individuais. Ao todo foram selecionados, através de edital, trabalhos de 20 estudantes; a iniciativa é parte do processo de formação discente, dando-lhes a oportunidade para apresentar seus trabalhos para um público amplo, além de envolvê-los nas diversas etapas de preparação de uma exposição.