A obra nos eleva a diversas e poderosas dimensões, nos proporciona reflexões urgentes e necessárias que nos ajudam a entender e questionar o espaço público que construímos e convencionamos chamar de Brasil.
Raoni Gomes nos convoca, logo nas primeiras linhas com os versos de um dos mais emblemáticos sambas-enredos dos últimos anos, ao cerne do que se busca ao longo dessas páginas: uma luta por memória! A memória do que ainda dói, sangra, e que segue sofrendo sozinha em silêncio.
A partir de uma articulação entre diferentes saberes e perspectivas epistemológicas, o autor traz importantes contribuições ao tornar evidente a complementariedade das esferas de análise de um tema que não se prende a nenhum ramo do conhecimento específico.
Esses fatores trazem para o texto um raro valor, que é o mérito de possuir fluidez, clareza e assertividade tornando sua mensagem e evocação acessível aos mais diversos públicos, com poder de engajar todos os leitores, de qualquer área, desde que tenham viva a chama de lutar pela humanidade das nossas (inter)relações, em um mundo que se mostra cada vez mais cruel, desumano, desesperançado.
Diante disso, a proposta se consolida como uma das mais interessantes referências de leitura para aquilo que o autor chama de uma “reconstrução da memória racial brasileira”.
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E-mail: [email protected]
Instagram: @raonigomes
Sobre o autor
Nascido em 1983, em Vitória, Raoni Vieira Gomes é advogado criminalista, pesquisador e autor de outros textos, livros e artigos científicos.
Raoni é mestre em Direitos e Garantias Fundamentais e é reconhecido pela intransigente defesa dos Diretos Humanos, com ênfase no estudo do racismo e da desigualdade racial.
Em 2021, ele foi premiado pela Câmara Municipal de Vitória com a honra ao mérito por sua luta contra o racismo.
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