Abriu o coração! Daiana Garbin e Tiago Leifert passaram por momentos tensos quando descobriram que a filha, Lua, foi diagnosticada com câncer nos olhos. Desde então, o casal publica algumas atualizações da pequena na rede, intercalando com trabalhos, desabafos e momentos fofos.
Nesta quinta-feira, dia 2, a jornalista usou seu Instagram para mandar a real aos seguidores. Ela gravou um vídeo falando sobre seu hábito de meditação, e como ele mudou desde o nascimento e diagnóstico da pequena. Segundo Daiana, por estar cheia de responsabilidades e ocupações, não tinha tempo para relaxar e meditar.
– Quem me acompanha há mais tempo sabe que, antes de a Lua nascer, eu já tinha, há alguns anos, uma prática de meditar todos os dias, e como isso mudou a minha vida, como isso me fazia bem. E depois que a Lua nasceu, com bebezinho no pós-parto fica um pouco mais difícil, mas, especialmente, depois que a gente teve o diagnóstico da Lua, aí que eu não consegui meditar mais. Quem me acompanha há mais tempo sabe que, antes de a Lua nascer, eu já tinha, há alguns anos, uma prática de meditar todos os dias, e como isso mudou a minha vida, como isso me fazia bem. E depois que a Lua nasceu, com bebezinho no pós-parto fica um pouco mais difícil, mas, especialmente, depois que a gente teve o diagnóstico da Lua, aí que eu não consegui meditar mais.
E, para conseguir um momento de relaxamento no meio de tanto caos, a esposa de Tiago Leifert decidiu abraçar a inquietação e contou que deu muito certo:
– A prática é uma amostra do seu estado emocional naquele momento. Então hoje é um dia que estou muito ansiosa, hoje é um dia muito importante, essa semana tem sido uma semana difícil e sentei para meditar, não conseguia me concentrar, os pensamentos divagando muito, uma necessidade de responder imediatamente aos impulsos de mexer o corpo, de coçar a cabeça, de mexer a perna, esticar o braço, mexer o pescoço, uma inquietude muito grande, uma ansiedade muito grande, uma angústia. E aí, quando percebi que estava assim, decidi trocar a prática. Em vez de tentar ficar numa prática de postura sem me mexer, comecei a fazer uma prática de autocompaixão. Então comecei a tocar o meu peito com a palma da minha mão, comecei a tocar o meu rosto e tentar acolher tudo o que eu estava sentindo. E aí me fez muito bem.
Já na legenda, ela escreveu:
Estou sentada aqui no chão do meu quarto para tentar meditar e senti de falar isso para vocês. Faz sentido?