Em 13 dias, esta mulher visitou 12 países, pegou 15 voos, completou 28.000 milhas aéreas, e viu as sete maravilhas do mundo. Duas semanas depois de ser diagnosticada com câncer em um exame de rotina, ela decidiu que este seria seu projeto: viver mais e agora.
Megan Sullivan visitou Chichén Itzá, em Iucatã, no México. Depois, ela foi para Machu Picchu, no Peru.
— Parecia um filme. Em uma semana, eu fui atropelada por um carro enquanto andava de moto, e então recebi esse diagnóstico. Meus amigos e minha família brincavam que eu deveria comprar uma bolha gigante para morar dentro dela. Foi quando eu tive um momento de clareza de pensamento: eu havia sobrevivido, e isso era maravilhoso.
Em outra foto, Megan aparece em frente ao Cristo Redentor, no Rio de Janeiro. Megan também visitou o Coliseu, em Roma, na Itália.
— Em toda a minha vida, meus maiores momentos de aprendizado vieram de tragédias e perdas. Da perda vem a mudança radical, já que ela abre um espaço para que preenchamos com algo novo.
O quinto ponto de parada foi Petra, na Jordânia.
— Depois do pior momento da minha vida, comecei a repensar como eu estava vivendo minha vida. Cheguei à incrível conclusão de que a única pessoa que me impedia de ter tudo que eu mais desejava era eu mesma
Taj Mahal, em Agra, na Índia.
— Eu sempre pensava “não tenho dinheiro nem tempo suficientes”, mas eram só desculpas. O que eu realmente temia era o fracasso. Eu precisava parar de achar que minhas metas eram impossíveis, e começar a pensar que eu tinha o poder de decidir como eu viveria minha vida a partir dali
Por fim, Megan chegou à Muralha da China.
— Os únicos arrependimentos que eu tenho são em relação às oportunidades perdidas. Este ano foi diferente, e, daqui para frente, vou continuar me arriscando na maior aventura de todas: a minha vida
Com informações do Portal R7.