Mergulhar no oceano? Nananinanão. Luciano Huck adora viajar, mas descer as profundezas do Atlântico Norte para conhecer os destroços do Titanic não está em seus planos.
Em entrevista ao podcast PodPah, o apresentador afirmou que não aceitaria a aventura e ainda chamou os turistas do submarino de idiotas.
>> Quer receber nossas notícias de entretenimento 100% gratuitas? Participe do nosso grupo de notícias no WhatsApp ou entre no nosso canal do Telegram!
– Fico imaginando como o idiota paga 250 mil dólares – aproximadamente um milhão e duzentos mil reais – para entrar naquela lata de sardinha. É meio mórbido, porque o cara vai para o espaço, eu entendo, tem uma mega tecnologia, o cara vai decolar um foguete, bilhões de dólares investidos, tecnologia que você vai usar em outras coisas… O cara entrar num negócio redondo, do tamanho de um bote inflável, tem nem cadeira para sentar, aí desce com um joystick, uma janelinha, para ver um navio que morreu mil e seiscentas pessoas, não tem como aquela energia ser boa, você vai ver o Titanic lá embaixo, que morreu um monte de gente, vê o filme.
E completou:
– Onde vai à vaidade humana? A reflexão que faço um pouco disso é que você pode ter o dinheiro e o poder que quiser, é a natureza que manda. Não dá pra você achar que pode enfrentar o mar.
Vale lembrar que, de acordo com o The Guardian, o submarino, chamado Titan, desapareceu no último domingo, dia 18, com quatro passageiros e um piloto enquanto faziam a expedição especialista no naufrágio do Titanic. Nesta quinta-feira, a Guarda Costeira norte-americana, afirmou que as pessoas ainda não foram encontradas e o oxigênio acabou após 96 horas.
Huck ainda voltou a falar sobre a possibilidade de se candidatar a presidente do Brasil nas eleições de 2026.
– Eu não tenho medo disso, não, do fundo do meu coração, mas eu não tenho essa vaidade. Não tenho essa vaidade. Todo mundo que quis na vida, nunca foi. Isso é destino. Então, o que eu sei é que não saí do debate. A fumaça não volta para dentro da garrafa, entendeu? Eu quero, quando a gente sentar aqui de novo, daqui 20 anos, a gente viva num país mais justo. Então, eu acho que a gente tem que formar novas liderança, debater as ideias que, de fato, resolvam o nosso problema.