O plantio de florestas, há muitos anos, gera renda não só para as empresas, mas também para diversos brasileiros. E para contar um pouco dessa história, a Rede Vitória, em parceria com a Fibria, lança a série “Cadeia de Valor de Florestas Plantadas”.
A série, comandada pela jornalista Adriana Berlinck, começa a ser exibida nesta segunda-feira (7) no Jornal da TV Vitória, que tem início às 19 horas, de segunda a sexta-feira, com apresentação de Gabriel Serafim. Mas o telespectador também poderá acompanhar a reprise no jornal Espírito Santo no Ar, a partir das 7 horas, também de segunda a sexta-feira, comandado pelo apresentador Eduardo Santos.
Serão cinco matérias, uma exibida em cada dia, que vão mostrar essa cadeia de valor que é gerada em torno da indústria de matéria plantada, a indústria da floresta. Durante as reportagens, será possível conhecer exemplos dos benefícios desse tipo de plantação e o desenvolvimento de uma indústria desse porte.
Além disso, a série também mostrará as oportunidades de emprego que o setor oferece, os cursos especializados nessa área, o conhecimento gerado através de parcerias de estudos realizados com a Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), além de vários projetos sociais.
A primeira reportagem será exibida nesta segunda-feira, a partir das 19 horas, no Jornal da TV Vitória. Acompanhe e fiquei informado!
Florestas plantadas no Brasil
No Brasil, os plantios de florestas começaram há mais de um século. Em 1903, o pioneiro Navarro de Andrade trouxe mudas de Eucalipto (Eucalyptus spp.) para plantios que produziriam madeira para dormentes das estradas de ferro. Em 1947 foi a vez do Pinus (Pinus spp.). Essas espécies se desenvolveram bem nas regiões onde foram introduzidas, o Eucalipto nos cerrados paulistas e o Pinus no sul do Brasil. Como os recursos naturais da Mata Atlântica há muito vinham sendo dilapidados, o plantio dessas espécies tornou-se alternativa viável para suprir a demanda de madeira.
Algumas importantes funções das florestas plantadas são:
Diminuição da pressão sobre florestas nativas;
Reaproveitamento de terras degradas pela agricultura;
Sequestro de carbono;
Proteção do solo e da água;
Ciclos de rotação mais curtos em relação aos países com clima temperado;
Maior homogeneidade dos produtos, facilitando a adequação de máquinas na indústria.
(Fonte: Governo Federal)