O tema da Mobilidade Urbana está em crescente discussão pois a cada dia o trânsito fica cada vez pior. Lembro-me, de uma reportagem no ano passado (2011- Denatran) de que a frota brasileira de veículos cresceu em 10 anos, 120%. O crescimento da infra estrutura, certamente, não acompanhou este indicador.

Com mais veículos nas ruas das grandes capitais, cresce também os engarrafamentos e com eles o caos no trânsito. A opção pela Motocicleta foi quase que natural, e juntamente com esta opção vieram as más notícias: aumento do número de acidentes fatais e acidentes graves com sequelas para os condutores. As providências que poderiam minimizar as graves ocorrências com motociclistas são muito comentadas e pouco efetivadas. Segundo divulgado recentemente pela imprensa, só em São Paulo morrem 4 pessoas por dia na capital.

Lançando este pacote de medidas econômicas noticiado pelo Jornal A Tribuna – Vitória ES, o governo pretende facilitar a compra das motos e ao mesmo tempo desovar estoques das fábricas. O que se pergunta é o seguinte: como ficarão os demais fatores que interferem na qualidade de vida e sobrevivência dos motociclistas? O que será implantado em termos de faixas de trânsito, equipamentos de segurança, fiscalização, treinamentos, e outras medidas preventivas? É preciso lembrar que na gestão correta dos fatos, para um efeito indesejado temos várias causas a serem combatidas, portanto, espera-se que esta visão sistêmica seja vem explorada pelos nossos gestores públicos nesta questão tão grave do nosso cotidiano.

Getulio Apolinário Ferreira

Colunista

Escritor pela Qualitymark Editora, Consultor organizacional, Engenheiro na linha da gestão japonesa com dois estágios no Japão nas áreas de projetos criativos dos Thinking Groups da Kawasaki Steel, Qualidade Total, Kaizen/Inovação e programas Zero Defeitos estabelecendo um forte link com o Programa de Qualidade Total da CST, hoje Arcelor Mittal. Getulio participa também, com muita honra, da Academia Brasileira da Qualidade – ABQ onde estão os profissionais de maior destaque nas áreas da Qualidade e Inovação do Brasil.

Escritor pela Qualitymark Editora, Consultor organizacional, Engenheiro na linha da gestão japonesa com dois estágios no Japão nas áreas de projetos criativos dos Thinking Groups da Kawasaki Steel, Qualidade Total, Kaizen/Inovação e programas Zero Defeitos estabelecendo um forte link com o Programa de Qualidade Total da CST, hoje Arcelor Mittal. Getulio participa também, com muita honra, da Academia Brasileira da Qualidade – ABQ onde estão os profissionais de maior destaque nas áreas da Qualidade e Inovação do Brasil.