Ou seja, como diz Cezar Souza, é preciso que haja um componente forte de liderança e capacidade gerencial para permitir que a criatividade, genialidade e inventividade floresça na organização. Transformar ‘chefes” em LÍDERES pode ser a grande sacada, mas aí está também a grande dificuldade. Como fazê-lo? A participação e comprometimento da alta administração é ponto vital, e o controle inteligente é a forma de gestão mais adequada. Como resultado teremos alta produtividade – alta valor agregado em produtos e serviços pelo menor esforço ou custo. A fórmula é simples, mas o trabalho é duro. Mova-se!

Getulio Apolinário Ferreira

Colunista

Escritor pela Qualitymark Editora, Consultor organizacional, Engenheiro na linha da gestão japonesa com dois estágios no Japão nas áreas de projetos criativos dos Thinking Groups da Kawasaki Steel, Qualidade Total, Kaizen/Inovação e programas Zero Defeitos estabelecendo um forte link com o Programa de Qualidade Total da CST, hoje Arcelor Mittal. Getulio participa também, com muita honra, da Academia Brasileira da Qualidade – ABQ onde estão os profissionais de maior destaque nas áreas da Qualidade e Inovação do Brasil.

Escritor pela Qualitymark Editora, Consultor organizacional, Engenheiro na linha da gestão japonesa com dois estágios no Japão nas áreas de projetos criativos dos Thinking Groups da Kawasaki Steel, Qualidade Total, Kaizen/Inovação e programas Zero Defeitos estabelecendo um forte link com o Programa de Qualidade Total da CST, hoje Arcelor Mittal. Getulio participa também, com muita honra, da Academia Brasileira da Qualidade – ABQ onde estão os profissionais de maior destaque nas áreas da Qualidade e Inovação do Brasil.