Nos ultimos tempos fala-se muito em termos de busca de resultados de competitividade, modernização das empresas, melhores níveis de qualidade e em especial da lucratividade. Neste conjunto de “desejos” fica faltando uma parte importante chamada PLANEJAMENTO, ou seja, ONDE QUEREMOS CHEGAR? Esta pergunta tem desafiado nossas empresas e organizações diversas por todo o país.

A falta da “cultura do planejamento” nas empresas tem sido um grande problema na visão estratégica e compartilhamento dos objetivos para todos os colaboradores e parceiros. De uma forma geral, o que o chefe está pensando naquele momento é mais ou menos o que o colaborador deveria estar pensando e buscando em termos de resultados. Esta situação está presente em um número imenso de organizações, o que é uma situação muito crítica em termos de sinergia e foco em resultados.

Sob o ponto de vista do método PDCA – Planejar (e treinar), Desenvolver (executar), Controlar e Agir (Nas melhorias – kaizen), ficando órfãos do planejamento todo o conjunto seguinte de ações fica comprometido e neste caso o melhor remédio é mesmo aquele que todos já conhecem; MANDA QUE PODE, OBEDECE QUEM TEM JUÍZO (o grande lema do chefe).

Nossa curta reflexão de hoje nos leva finalmente a uma pergunta: quando teremos tempo para pensar e planejar? Quando é que conseguiremos arrumar a casa e crescer de forma consciente e sabendo também qual é o nosso real objetivo, compartilhado com todos os níveis e funções dentro da empresa?

Do teatrólogo e escritor Irlandês, Sir. Bernard Shaw: “”Pouca gente pensa mais de duas ou três vezes por ano; eu ganhei reputação internacional a pensar duas ou três vezes por semana.”

Getulio Apolinário Ferreira

Colunista

Escritor pela Qualitymark Editora, Consultor organizacional, Engenheiro na linha da gestão japonesa com dois estágios no Japão nas áreas de projetos criativos dos Thinking Groups da Kawasaki Steel, Qualidade Total, Kaizen/Inovação e programas Zero Defeitos estabelecendo um forte link com o Programa de Qualidade Total da CST, hoje Arcelor Mittal. Getulio participa também, com muita honra, da Academia Brasileira da Qualidade – ABQ onde estão os profissionais de maior destaque nas áreas da Qualidade e Inovação do Brasil.

Escritor pela Qualitymark Editora, Consultor organizacional, Engenheiro na linha da gestão japonesa com dois estágios no Japão nas áreas de projetos criativos dos Thinking Groups da Kawasaki Steel, Qualidade Total, Kaizen/Inovação e programas Zero Defeitos estabelecendo um forte link com o Programa de Qualidade Total da CST, hoje Arcelor Mittal. Getulio participa também, com muita honra, da Academia Brasileira da Qualidade – ABQ onde estão os profissionais de maior destaque nas áreas da Qualidade e Inovação do Brasil.