Ouvi, nos anos 90, a palavra Coach pela primeira vez. Naquela época estávamos vivenciando realidades interessantes, ou seja, iniciando discussão sobre Reengenharia (Hammer, Michel), Inteligência Emocional (Goleman), Marketing one-to-one, Tecnologia da informação, Produção 6sigma, e tantas outras novas tecnologias de gestão que estão por aí até hoje.

O que me chamou atenção no Coach foi a mudança do papel gerencial de forma radical, do então “manda quem pode, obedece quem tem juízo” para uma postura mais democrativa e educativa do “vamos, juntos fazer da melhor forma”. Neste segundo caso o treinamento e a educação dos colaboradores andam de mãos dadas. Muda portanto a figura do CHEFE DA TRIBO para o papel de LIDERANÇA PELO TALENTO e pelo conhecimento partilhado.

Recomendo sua participação nesta palestra importante com o nosso amigo e grande profissional na área, Luiz Antonio da RTE. Será um sucesso.

Getulio Apolinário Ferreira

Colunista

Escritor pela Qualitymark Editora, Consultor organizacional, Engenheiro na linha da gestão japonesa com dois estágios no Japão nas áreas de projetos criativos dos Thinking Groups da Kawasaki Steel, Qualidade Total, Kaizen/Inovação e programas Zero Defeitos estabelecendo um forte link com o Programa de Qualidade Total da CST, hoje Arcelor Mittal. Getulio participa também, com muita honra, da Academia Brasileira da Qualidade – ABQ onde estão os profissionais de maior destaque nas áreas da Qualidade e Inovação do Brasil.

Escritor pela Qualitymark Editora, Consultor organizacional, Engenheiro na linha da gestão japonesa com dois estágios no Japão nas áreas de projetos criativos dos Thinking Groups da Kawasaki Steel, Qualidade Total, Kaizen/Inovação e programas Zero Defeitos estabelecendo um forte link com o Programa de Qualidade Total da CST, hoje Arcelor Mittal. Getulio participa também, com muita honra, da Academia Brasileira da Qualidade – ABQ onde estão os profissionais de maior destaque nas áreas da Qualidade e Inovação do Brasil.