Inicialmente, a idéia, é ver o conjunto de indicadores como um COCKPIT DE AVIÃO. Para mantê-lo no ar e ao mesmo tempo fazê-lo desempenhar o seu objetivo é preciso ATENÇÃO CONCENTRADA no painel de indicadores: altitude, velocidade, pressão, combustível, informações do radar, etc, etc.

O caso da empresa é o mesmo. Sem indicadores não há gerenciamento. É necessário que o dirigente, diretores e gerentes, principalmente, tenham em mãos todos os indicadores que irão nortear as decisões relativas ao desempenho e também referentes aos projetos de melhorias e desafios.

Nos últimos anos apareceu o BALANCED SCORECARD – Metodologia de medição e gestão do desempenho desenvolvida pelos professores da Harvard Business School, Robert Kaplan e David Norton. Do modelo de gestão empresarial, o BSC evolui para a gestão estratégica de forma a estabelecer o Mapa Estratégico da Organização com foco em 4 estágios, ou seja:

A gestão estratégica baseada nas quatro grandes PERSPECTIVAS DO BSC já é suficiente para atender todo o conjunto de dados que o modelo tradicional de GESTÃO POR INDICADORES estabelece: Qualidade, Quantidade, Custo, Receita, Atendimento, Moral (Pessoal), Segurança e Sustentabilidade. O maior trabalho é reconhecer que termos uma tarefa árdua no levantamento sistemático de dados, via sistema ou não, e em seguida preparar todos os gráficos de controle, acompanhamento e análise de tendências – as decisões da alta administração serão portanto muito bem fundamentadas. Vamos em frente!

Getulio Apolinário Ferreira

Colunista

Escritor pela Qualitymark Editora, Consultor organizacional, Engenheiro na linha da gestão japonesa com dois estágios no Japão nas áreas de projetos criativos dos Thinking Groups da Kawasaki Steel, Qualidade Total, Kaizen/Inovação e programas Zero Defeitos estabelecendo um forte link com o Programa de Qualidade Total da CST, hoje Arcelor Mittal. Getulio participa também, com muita honra, da Academia Brasileira da Qualidade – ABQ onde estão os profissionais de maior destaque nas áreas da Qualidade e Inovação do Brasil.

Escritor pela Qualitymark Editora, Consultor organizacional, Engenheiro na linha da gestão japonesa com dois estágios no Japão nas áreas de projetos criativos dos Thinking Groups da Kawasaki Steel, Qualidade Total, Kaizen/Inovação e programas Zero Defeitos estabelecendo um forte link com o Programa de Qualidade Total da CST, hoje Arcelor Mittal. Getulio participa também, com muita honra, da Academia Brasileira da Qualidade – ABQ onde estão os profissionais de maior destaque nas áreas da Qualidade e Inovação do Brasil.