“A mente que se abre para uma nova ideia, jamais voltará ao seu tamanho original”. Você já deve ter ouvido essa frase de Albert Einstein, não é? Pois bem, é pura verdade!
Terminei em novembro de 2021, o meu primeiro ano – de 2 – do ciclo do Ibef Academy. Teoricamente, ele me proporcionaria conhecimentos dentro da área financeira e econômica, mas, como tudo na vida, ele influenciou e foi influenciado pelas mais diversas áreas e situações que passei nesse tempo.
Acredito que o fluxo correto da vida é fazer, desfazer e refazer, tanto conhecimentos, quanto crenças e atitudes, e é sobre isso que quero tratar aqui, sobre este ciclo: o que pude rever, reafirmar, descobrir ou mudar.
De tudo o que foi discutido, quero hoje me prender ao que mais ficou latente na minha cabeça: os valores morais. Nunca havia me questionado quais realmente são os meus valores. Vivia uma repetição do “Top 10” que a humanidade usa sem quaisquer pensamentos críticos sobre lealdade, transparência, respeito, honestidade, humildade, e por aí vai…
Valores morais são princípios, preceitos, regras morais ou sociais que, transmitidas de uma pessoa, sociedade, grupo ou cultura, para outras, guiam as ações dos indivíduos.
Desde a entrevista, fui apresentada aos valores do Ibef Academy: responsabilidade individual, propriedade privada, ética e liberdade individual/econômica. Sabe o que acabei percebendo? Não é necessário proclamar uma longa lista com nomes bonitos se não agirmos de acordo com ela. Agir dentro dos parâmetros de poucos valores tem valor maior.
Você já fez o exercício de se questionar “quais são realmente os meus valores?” Pois sugiro que faça. A cada valor que aplicar a si mesmo, pense se ele realmente não é condicional ou apenas para manter seu discurso bonito.
Após minha entrevista e nos diversos debates que tive, e sempre com essa pergunta em mente, percebi que meus valores essenciais hoje são: liberdade, responsabilidade e ética. Poucos, mas grandes, ao mesmo tempo. São eles que norteiam as minhas atitudes atualmente. Não posso me dizer livre se não me responsabilizo pelas minhas ações ou omissões, e não posso me dizer livre/liberal e responsável, se não respeito os direitos e a liberdade do outro, agindo com ética. Se somente isso me fosse agregado nos 10 meses que se passaram, já valeria por tudo.
Nós, brasileiros, — e falo pela minha cultura local — temos a tradição de ter muitas normas, leis, valores e padrões, mas vivemos respeitando alguns poucos desses, e, na maioria, infringindo-os. Pense com cuidado: quais são os princípios, preceitos e regras que hoje lhe guiam? Quais delas são inegociáveis?
“Falsos valores e palavras ilusórias: são estes os piores monstros para os mortais; longamente e à espera, dorme neles a fatalidade” – Friedrich Nietzsche.