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Cai o número de acidentes e vítimas nas estradas federais do ES no primeiro trimestre

Segundo a PRF, quantidade de acidentes caiu 11% em um ano. Além disso, foram registrados 25% menos mortos e 12% menos feridos

Cai o número de acidentes e vítimas nas estradas federais do ES no primeiro trimestre
Número de acidentes registrados nas rodovias federais do Espírito Santo caiu no primeiro trimestres deste ano, segundo a PRF

Os números de acidentes e de vítimas registradas nas estradas federais que cortam o Espírito Santo tiveram redução nos três primeiros meses deste ano, em comparação com o mesmo período do ano passado. De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), a quantidade de acidentes caiu 11% em um ano. Além disso, foram registrados 25% menos mortos e 12% menos feridos.

Segundo os dados da PRF, no primeiro trimestre de 2018 foram registrados 646 acidentes, que resultaram em 33 mortos e 767 feridos. Nos primeiros três meses de 2017, foram 725 acidentes, com 44 mortos e 867 feridos.

Ainda de acordo com a PRF, a colisão frontal foi o tipo de acidente que apresentou maior número de mortos. Em 28 acidentes de colisão frontal registrados em 2018, 11 pessoas morreram, enquanto que, para saída de pista, a segunda causa em número de mortos, foram seis mortos em 47 acidentes. O tombamento foi a terceira em quantidade de mortos, com quatro óbitos registrados no período.

Multas

Se a quantidade de acidentes e vítimas diminuiu no primeiro trimestre deste ano, por outro lado a PRF registrou mais multas nesse período em relação ao ano passado: 19.168 contra 17.199, o que representa um aumento de 11%.

O tipo de multa que apresentou maior crescimento foi a referente a excesso de peso. Se em 2017 foram aplicadas 71 multas para esse tipo de infração, neste ano o número saltou para 175. 

De acordo com a PRF, o aumento do número de multas é reflexo do aprimoramento da fiscalização, com ações específicas e conjuntas, envolvendo PRF e órgãos parceiros.

Análise geral

A análise dos números faz parte do acompanhamento periódico da PRF e permite o replanejamento das ações, com direcionamento de fiscalização para locais e horários com maior número de acidentes graves e para locais com infrações que, quando ocorrem acidentes, agravam a situação de vítimas, tais como ultrapassagens, excesso de velocidade, uso de cinto de segurança, uso de capacete para motociclistas, entre outras.