Com as clássicas metas para o ano que começa, vão surgindo promessas para esse novo ciclo. Essa é a época em que muitos pensam no que fazer de diferente nos próximos 365 dias para alavancar a carreira e atingir objetivos profissionais.
Seja qual for o objetivo estabelecido, colocar eles no papel, muitas vezes, pode ser difícil ou até mesmo parecer inviável, já que junto com o fim de ano, também vem aquele momento de relaxar e descansar o corpo e a mente depois do esforço exigido durante as tarefas ao longo do ano.
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E pensando nessas metas e em como concretizá-las, o Jornal Online Folha Vitória conversou com Roberta Kato, que é especialista no assunto, colunista do Folha Vitória, administradora, psicopedagoga, pós-graduada em gestão de pessoas e especialista em inteligência emocional sobre o assunto
Com a chegada do ano novo, as pessoas tentam manter o equilíbrio mental, devido ao cansaço gerado enquanto realizam as tarefas diárias. No entanto, esse cansaço é resultado de um período longo de trabalho e dedicação, atrelado a falta de descanso.
“Ao invés de buscar várias mudanças ao mesmo tempo, escolha um pilar e se dedique naquele mês assim você direciona a energia e ainda fortalece a mudança de comportamento já que a repetição irá apoiar a mudança de hábito”, ressalta Roberta.
Já Rogério Salume, fundador do evento de alta performance profissional e pessoal do Espírito Santo, As Três Bases, e também fundador da Wine, é jornalista, pós-graduado em marketing e especialista em finanças, falou sobre o assunto.
Salume enfatiza a importância de fazer um planejamento para que as metas e planejamentos sejam elaboradas da maneira correta.
“Procure descansar, fazer uma atividade física, meditar e relaxar para se manter equilibrado e conseguir fazer o planejamento de metas e desafios para 2024. Metas e planejamentos têm que ser propostas, desenhadas e escritas no momento em que você está equilibrado e focado. Traçando metas, você não tem uma competição entre o cansaço e o desafio”.
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No entanto, durante esse processo de aplicação das metas e planejamentos, o cansaço mental pode acabar levando as pessoas a procrastinação.
Mas sem ter a clareza do ganho que essa meta pode trazer, o que fazer para não procrastinar?
“A primeira coisa é tomar a decisão de mudar. A ação vai fazer com que você se movimente, busque uma vida diferente, um ano diferente. Uma das oportunidades é realmente investir em si, no seu conhecimento, nos seus relacionamentos e no seu trabalho”, disse Salume.
Os especialistas deram algumas dicas de como melhorar o desempenho profissional, apesar do cansaço mental de um ciclo que se encerra e outro que se inicia.
– Não comece várias coisas ao mesmo tempo;
– Não encare deslizes como falhas. Identifique o sabotador e ajuste o comportamento;
– Crie premiação para cada conquista;
– Assuma compromissos públicos seja com a família, amigos ou colegas de trabalho;
– Dedique mais tempo para você fazendo uma atividade física, mental e espiritual;
– Evite estar com pessoas negativas, ambientes que não te elevam e que não te acrescentam em nada;
– Cuide da saúde, da parte espiritual e mental, e se relacione com pessoas em ambientes que realmente te impulsione;
– Evite ficar na mesmice com coisas do passado e que tirem a sua energia.
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Além disso, com as metas que podem ser traçadas ao longo do ano, algumas podem não ser cumpridas ou finalizadas, e muitas vezes as pessoas ficam sem saber o que fazer ou como lidar com as frustrações.
Com isso em mente, Roberta Kato aconselha escolher uma meta que será a “super meta”.
“Ver o resultado desta lhe trará mais ânimo para seguir as demais”.
Já Rogério Salume afirma que as metas não alcançadas devem ser entendidas como aprendizado e que muitas coisas podem acontecer ao longo do caminho. Além disso, ele ressalta que não podemos controlar tudo.
“Temos que entender e pensar: o que deixei de fazer, de estudar e de aplicar? O que aprendo para que no próximo ciclo não cometa esse mesmo erro? Essa frustração tem que ser um aprendizado daquilo que está sob nosso controle para que não se repita. Você tem que ter coragem para, nesse momento, tentar achar os atalhos e reprogramar a rota, mas continuar seguindo o rumo para o objetivo”.
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Texto sob supervisão da editora Thamiris Guidoni.