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Defesa Civil de Vitória interdita 21 casas em áreas de risco em Jaburu

Coordenador explicou que, além do trabalho de monitoramento diário da Defesa Civil, uma equipe está à disposição 24 horas para atender a qualquer demanda da população

Defesa Civil monitora áreas consideradas de risco na Capital Foto: Divulgação/Prefeitura

A Prefeitura de Vitória, por meio da Defesa Civil Municipal e da Secretaria Municipal de Obras (Semob), está realizando um trabalho intenso para atualizar o Plano Municipal de Redução de Riscos (PMRR) e reforçar o monitoramento das áreas vulneráveis. Na tarde desta sexta-feira (15), uma equipe esteve no bairro Jaburu para iniciar os trabalhos de interdição de 21 casas que foram identificadas em áreas de risco.

Os técnicos informaram aos moradores os procedimentos a serem adotados e os orientaram que eles seriam encaminhados para os projetos habitacionais da Prefeitura de Vitória.

Segundo o coordenador da Defesa Civil Municipal, Jonathan Jantorno Rocha, há 25 áreas de risco na capital, situadas em 137 setores. “Todas as áreas são monitoradas diariamente. Atuamos também com 25 grupos voluntários, devidamente capacitados e habilitados, diretamente dentro das comunidades”.

O coordenador explicou que, além do trabalho de monitoramento diário da Defesa Civil, uma equipe está à disposição 24 horas para atender a qualquer demanda da população. O munícipe pode acionar o plantão da Defesa Civil através do número 98818-4432.

Obras de contenção

De 2013 até hoje, a Prefeitura já realizou 43 obras de contenção de encostas na capital, em um investimento de R$ 25 milhões.

Com o objetivo de evitar deslizamentos de terra em áreas de risco, atualmente, a Prefeitura de Vitória está investindo em obras de contenção de encostas. Os trabalhos tiveram início em dezembro de 2015 nos bairros Andorinhas (comunidade Mangue Seco), Santa Tereza, Forte São João e Comdusa e têm previsão de serem concluídos no início de março deste ano.

Os locais foram escolhidos de acordo com laudos da Defesa Civil Municipal, sendo priorizados aqueles que apresentam maior potencial de deslizamento e impacto na estrutura urbana e residencial.