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Modestas: capixabas preferem prótese de silicone mais discreta

Em diferentes opções de formato, preenchimento e revestimento, as próteses de silicone se adequam aos diferentes tipos de mama e se moldam ao corpo de cada mulher

Capixabas são modestas e preferem próteses menores Foto: R7

As capixabas estão ficando cada vez mais turbinadas. Na hora de escolher o tamanho do implante de silicone para os seios, preferem próteses mais discretas. Enquanto na Bahia o implante “mais pedido” é o de 300 ml e em Sergipe 350 ml, as capixabas são as mais modestas.

Elas costumam turbinar a comissão de frente com implantes de 285 ml.  Os dados são da Silimed, empresa especializada em implantes de silicone. Quando o assunto é o formato, o queridinho das capixabas é o implante perfil alto, que deixa o peito bem projetado.

Cinquenta anos de evolução do silicone

Em diferentes opções de formato, preenchimento e revestimento, as próteses de silicone se adequam aos diferentes tipo de mama e se moldam ao corpo de cada mulher. 

Quer comportamento que mude mais ao longo dos anos do que a relação da mulher com a própria imagem? Da minissaia ao estilo boyfriend, do cabelo aprumado com laquê à escova progressiva, o estilo feminino é mutante. Da mesma forma que os anos 60 celebraram a magreza nas passarelas e os tempos atuais defendem a aceitação do próprio corpo, muita coisa aconteceu nas últimas décadas em uma área bastante valorizada no quesito beleza e autoestima da mulher – os implantes de silicone.

A disponibilidade de uma enorme gama de opções, considerando o formato (anatômicas, redondas, cônicas), o revestimento (texturizadas, lisas ou de poliuretano) e características como projeção, largura e altura resulta de 50 anos de evolução que nos trouxeram a próteses mais seguras, duráveis e adaptáveis ao corpo da mulher e aos diferentes tipos de mama.

 A primeira geração, nos anos 60, era composta de próteses de formato anatômico, lisas, preenchidas por gel viscoso e com alto índice de contratura capsular, problema que diminuiu na geração seguinte, na década de 1970, ao mesmo tempo em que aumentou o índice de ruptura e difusão do silicone através do envelope externo. A maior segurança das próteses de silicone foi o principal ganho da geração dos anos 80, quando uma nova camada se uniu ao conjunto envelope + preenchimento: a barreira de difusão, que evita que o gel de silicone do interior da prótese extravase para seu o exterior.

As próteses de quarta e quinta gerações, ambas da década de 1990, são as que permanecem até hoje e têm como diferenciais o formato ainda mais anatômico e a forma estável de preenchimento, com menos ondulações (quinta), ambas mais seguras e menos suscetíveis a vazamento do conteúdo. Em 2008, surgiu o modelo cônico, que não se deforma com o passar do tempo.

Com relação ao volume, era de 140 ml a 180 ml nos anos 80, passou de 200 ml na década seguinte, ficou na média de 300 ml a 350 ml nos anos 2000 e, atualmente, apesar de maiores, têm o aspecto bem mais natural.

Um ganho importante na linha do tempo das próteses de silicone são as revestidas de poliuretano, presentes no mercado desde o início dos anos 70. Usadas inicialmente para aumentar a aderência entre o implanta e os tecidos, hoje se aplicam a qualquer formato e, desde a década de 90, são produzidas no Brasil com exclusividade pela Silimed. Outro exemplo do pioneirismo da empresa é a nova linha de próteses com três modelos anatômicas e as opções redonda e cônica. As novas próteses da Silimed foram desenvolvidas especialmente para a mulher brasileira, cujo biótipo difere da americana e da europeia.

Testada e aprovada

As próteses de silicone da Silimed passam por severos testes e o controle de qualidade ocorre em todas as etapas do processo produtivo, o que garante a excelência e segurança dos implantes. Se por acaso um implante apresentar alguma irregularidade é  descartado imediatamente. Todas as próteses são esterilizadas e para evitar qualquer tipo de contaminação microbiológica os produtos são submetidos a equipamentos qualificados. Até o ar da fábrica é monitorado e filtrado. Seguindo padrões nacionais e internacionais os ambientes são rigorosamente controlados e monitorados. Há controle da temperatura e umidade do ar.

Resistência: para assegurar a  resistência dos implantes são realizados testes que avaliam a ruptura, alongamento, retorno elástico e resistência ao rasgo. Todas essas aferições são feitas com equipamentos específicos requeridos por padrões nacionais e internacionais. O teste de impacto é um exemplo. O implante é submetido a uma força de impacto de dispositivo que sofre queda livre, com altura proporcional a sua massa. Além de testes mecânicos são realizados também testes químicos e toxicológicos. Cerca de 40 funcionários trabalham no departamento de qualidade da empresa.

Selos: Os implantes mamários SIlimed são aprovados no Brasil (Registro ANVISA e selo INMETRO), Europa (marca CE) Estados Unidos (aprovação pela FDA). Existem somente três fabricantes de implantes mamários gel nos Estados Unidos, sendo um deles a SILIMED), Coréia e vários outros países do mundo.