As impressões digitais de “Clarinha”, que se encontra em coma há 15 anos no Hospital da Polícia Militar, em Vitória, serão coletadas pela Polícia Federal nesta quarta-feira (20).
A história de “Clarinha” foi divulgada pela TV Vitória/ Record, em 2009. Na época, uma aposentada de São Paulo veio ao Estado para realizar exames que pudessem comprovar suposto parentesco com a mulher. Recentemente, o caso ganhou repercussão nacional.
A coleta será realizada por uma equipe de Papiloscopistas Policiais Federais do Estado. Com o uso de métodos tradicionais, a equipe vai enviar as impressões para o Instituto Nacional de Identificação – INI, da Polícia Federal em Brasília, que realizará a pesquisa no Cadastro Biométrico de Desaparecidos – CADÊ?.
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O CADÊ? é um cadastro de biometrias de pessoas desaparecidas que conta atualmente com o registro de 200 pessoas, pois somente o Estado de Goiás aderiu ao sistema. Mesmo assim, já conseguiu identificar 1 pessoa desaparecida. Nesse sistema, as impressões de pessoas desaparecidas são enviadas à Polícia Federal pelos Institutos de Identificação estaduais e pesquisadas numa base biométrica de 20 milhões de pessoas.