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Sirene em Kiev é acionada pela 3ª vez no dia e alerta para bombardeio iminente

O alerta significa iminência de bombardeio por parte das tropas russas, que se aproximam da capital ucraniana a cada instante

Foto: OLEKSANDR RATUSHNIAK ASSOCIATED PRESS ESTADÃO CONTEÚDO

A sirene de emergência de Kiev foi acionada no início desta tarde, no horário local, início da manhã pelo horário de Brasília, pela terceira vez nesta sexta-feira (25). 

O alerta significa iminência de bombardeio por parte das tropas russas, que se aproximam da capital ucraniana a cada instante. 

 A orientação em caso de sirene de emergência é proteger-se em bunkers. O som das bombas se intensifica em Kiev desde o início da madrugada desta sexta.

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Forças russas chegam ao centro 

Forças russas chegaram ao centro de Kiev nesta sexta-feira (25), segundo dia da invasão russa à Ucrânia. Durante a noite, duas fortes explosões foram ouvidas na capital e incêndios foram registrados em áreas residenciais.

“Os ataques contra Kiev com mísseis de cruzeiro ou balísticos recomeçaram. Ouvi duas explosões fortes”, disse o vice-ministro do Interior ucraniano, Anton Herashchenko. Segundo ele, um avião russo foi derrubado pela defesa ucraniana.

Invasão à Ucrânia começou na quinta-feira

A Rússia iniciou nesta quinta-feira (24) um ataque a diversas partes da Ucrânia, com bombardeios contra alvos militares em Kiev, Kharkiv e outras cidades no centro e no leste do país vizinho.

O presidente Vladimir Putin autorizou uma operação militar nos enclaves separatistas do leste do país, segundo o Ministério da Defesa russo.

Em pronunciamento na TV, Putin afirmou que a ação visa desmilitarizar a Ucrânia, mas não ocupá-lo. O presidente russo justificou sua decisão por um pedido de ajuda dos separatistas pró-russos e pela política agressiva da Otan com Moscou.

No pronunciamento, Putin também pediu que os ucranianos “larguem as armas e voltem para casa” e que os soldados que desistirem não serão atingidos. O presidente afirmou que se houver derramamento de sangue, será responsabilidade do governo ucraniano.

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