

Uma operação envolvendo a inteligência da Policia Militar e do Batalhão de Missões Especiais (BME) terminou com a prisão de Alessandro Guimarães de Oliveira, de 24 anos. Ele foi detido em Minas Gerais e estava escondido na cidade de Betim. O jovem é acusado de ter atirado contra o soldado Ítalo Bruno Pereira Rocha.
De acordo com a polícia, um cerco foi montado no local em que Alessandro estava. O acusado não reagiu à prisão e confessou a participação na morte do militar. A polícia ainda procura mais dois suspeitos. São eles: Cleiton de Jesus Viana, conhecido como Baiano, e Eduardo Vinícius Gonçalves Moreira.
O soldado foi executado a tiros e pedradas na noite do dia 30 de agosto, em Jardim Carapina, na Serra. Ele e outro PM foram ao bairro se encontrarem com duas garotas, mas foram recebidos a tiros.
Prisões
Até o início de setembro deste ano, sete pessoas haviam sido presas por participação no crime, mas apenas três confessaram. Para a polícia não há dúvidas sobre a participação de todos.
Em depoimento à Polícia Civil, o colega de farda de Ítalo, o também soldado Alan Carlos Ferreira Neto, que estava junto da vítima no momento em que ela foi assassinada, declarou que os dois foram a Jardim Carapina, na noite do crime, para encontrar duas garotas, conhecidas do PM morto.
Neto contou que, próximo a um baile funk, ele e Ítalo foram surpreendidos por tiros, na rua onde acontecia a festa. Os dois policiais tentaram fugir de carro, mas acabaram batendo. Ele conseguiu fugir dos bandidos pulando muros de casas. Já Ítalo acabou indo para a rua, onde foi morto pelos criminosos.