Polícia

Cocaína apreendida em marina de Guarapari é avaliada em R$ 150 milhões

Foi apreendida aproximadamente uma tonelada da droga, que estava acondicionada de forma para ser transportado no casco de um navio

Uma tonelada de cocaína foi apreendida em marina de Guarapari

Reprodução/TV Vitória
Uma tonelada de cocaína foi apreendida em marina de Guarapari Reprodução/TV Vitória

O comandante-geral da Polícia Militar, Douglas Caus, informou que a cocaína apreendida em uma marina no bairro Perocão, em Guarapari, na manhã desta quarta-feira (02), é avaliada em R$ 150 milhões.

Foi apreendida aproximadamente uma tonelada da droga, que estava acondicionada de forma para ser transportado no casco de um navio ou à bordo de uma embarcação. A cocaína seria levada provavelmente para a Europa.

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No mercado nacional, o valor vira em torno R$ 150 milhões, no mercado europeu, ele quadruplica, então está sendo abastecido pelas facções e de grande rentabilidade, disse.

De acordo com Caus, além da droga, também foram encontrados sinalizadores, o que demonstra que o entorpecente seria levado a outro país, este tipo de tráfico é especialidade de facções como o Primeiro Comando da Capital (PCC) ou Comando Vermelho.

A droga foi encontrada após os policiais realizarem uma busca dentro da marina, depois de serem autorizados pelo dono do local.

Fuzil apreendido

A Polícia Militar esteve na marina com a equipe de Cães e realizou uma busca por um mangue próximo á marina. No local, foi encontrado um fuzil AR-15.

A busca foi feita após um funcionário da marina informar aos policiais que havia encontrado um carregador de fuzil na região.

A Polícia foi acionada durante a madrugada após ser informada de que dois homens saíram de um carro na área da marina portando fuzis e foram direto para o local.

Passamos o cão no mangue, porque as filmagens nos mostravam que eles saíam do carro e iam em direção ao mangue. No mangue, o cão conseguir farejar um fuzil, que também foi apreendido, relatou Caus.

Além das apreensões, uma pessoa foi presa. De acordo com Caus, a identidade do detido ainda é investigada, assim como a pessoa que locou o imóvel na marina.