Polícia

Motorista suspeito de atropelar e matar sambista pode pegar até 10 anos de prisão

O suspeito de cometer o crime, o vigilante Reginaldo de Jesus Silva, de 36 anos, já confessou os crimes e pode pegar até 10 anos e 6 meses de prisão

O sambista estava voltando de um ensaio da Unidos de Jucutuquara quando foi atropelado Foto: Divulgação

O inquérito da morte do sambista Carlos Henrique Pimentel, mais conhecido como “Pelé”, foi concluído pela Delegacia de Delitos de Trânsito. A informação foi divulgada pela assessoria de imprensa da Polícia Civil na tarde desta sexta-feira (3).

O suspeito de cometer o crime, o vigilante Reginaldo de Jesus Silva, de 36 anos, já confessou os crimes e pode pegar até 10 anos e 6 meses de prisão.

De acordo com a polícia, o indiciado vai  responder por homicídio culposo; falsa comunicação de crime; por fugir do local do acidente, para se eximir de responsabilidade civil e criminal  e por dirigir veículo sem possuir Carteira Nacional de Habilitação, causando perigo de dano. 

O proprietário do veículo, que é irmão do indiciado, vai responder judicialmente por entregar veículo à pessoa não habilitada.

Entenda o caso

“Pelé” morreu atropelado na Avenida Marechal Campos, em Vitória, na noite do dia 2 de outubro. O motorista responsável pelo acidente fugiu do local sem prestar socorro à vítima.

O sambista estava voltando de um ensaio da Unidos de Jucutuquara,que acontecia próximo ao local do acidente, na Ilha de Santa Maria. Segundo testemunhas, ele caminhava pela avenida, quando um carro invadiu a contramão e atropelou o sambista.

‘Pelé’ era o intérprete oficial da Rosas de Ouro e também participou de diversas escolas de samba da Grande Vitória.