
Um homem foi detido após serem encontrados diversos comprimidos de ecstasy em uma mala, na noite desta quarta-feira (19), em uma região próxima ao terminal de Carapina, na Serra.
Segundo o relato de testemunhas, o rapaz discutia com uma mulher em frente ao terminal em um tom alto e agressivo. O suspeito, no entanto, segurava uma mala durante toda a briga.
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Agentes da Guarda Municipal que realizavam algumas rondas no local em uma viatura perceberam a situação e decidiram se aproximar, no entanto, ao avistar os guardas, o homem tentou fugir enquanto carregava uma mala.
“A princípio parecia ser uma briga de casal comum em ocorrências. Quando a viatura se aproximou, o indivíduo efetuou fuga correndo para dentro do terminal. Resolvemos averiguar, pois poderia ser um caso de Lei Maria da Penha”, relatou o agente César.
Jovem carregava comprimidos de ecstasy
Ainda de acordo com os guardas, o jovem suspeito abandonou a parceira e tentou se esconder com a mala, mas foi alcançado e questionado pelos agentes.
Na mala do rapaz, porém, foram encontrados cerca de 396 comprimidos de ecstasy, além de 2 aparelhos celulares e uma quantia em dinheiro.
“Conversamos e ele confessou que estava fazendo o tráfico de drogas ali na região, de uma substância chamada ecstasy, e que era um fato corriqueiro. Ele vinha de fora aqui para o terminal, fazia o tráfico aqui no bairro”, explicou o agente.
O rapaz de 24 anos, identificado como Matheus Athaíde, confessou ter saído de Guarapari com a namorada de 26 anos na intenção de vender todos os comprimidos no entorno do terminal de Carapina. Segundo ele, o valor da venda seria alto.
Os guardas levaram o casal para a delegacia do município e o material apreendido foi entregue para a Polícia Militar (PM).
Em nota, a PM informou que o jovem traficante foi autuado em flagrante por tráfico de drogas e encaminhado para o Centro de Triagem de Viana (CTV).
Já a mulher que estava presente no momento da abordagem foi ouvida, na Delegacia Regional da Serra, e liberada pela autoridade de plantão.
Para os guardas, o que chama atenção é o fato da droga ecstasy não ser vendida com frequência próximo ao terminal.
“Não é uma droga muito usual. Geralmente encontramos apenas maconha, cocaína, crack, mas ecstasy não é algo comum por aqui”, finalizou.
*Com informações da repórter Marla Bermudes, da TV Vitória / Record TV