Política

Protestos contra Bolsonaro em Vitória e outras capitais têm baixa adesão

As manifestações ocorreram em seis capitais brasileiras e mais atos estão previstos em outras capitais para a tarde deste domingo (12). Os manifestantes pedem o impeachment do presidente Jair Bolsonaro

Foto: Gabriela Valdetaro | TV Vitória

Os atos que ocorreram na manhã deste domingo (12), em defesa do impeachment do presidente Jair Bolsonaro, foram marcados por baixa adesão do público.

No Espírito Santo, a concentração na Grande Vitória aconteceu às 9h30, na rua lateral à Praça do Papa, na Enseada do Suá, na capital. O grupo seguiu com destino ao Parque Prainha, em Vila Velha.

Segundo informações da Polícia Militar, a carreata contou com 80 veículos e saiu do ponto de concentração por volta de 10h20, com destino à Prainha, em Vila Velha, os manifestantes passaram pela Terceira Ponte em carros e com um trio elétrico. 

Segundo uma das lideranças do Livres no Espírito Santo, Gabriel Spalenza, o impeachment de Bolsonaro será a principal pauta do movimento. Além disso, ele informou que o protesto é realizado sem aglomeração.

O protesto também é uma resposta aos atos com pautas antidemocráticas e discursos contra o Supremo Tribunal Federal (STF) por parte do presidente Bolsonaro, que ocorreram no feriado da Independência pelo país.

 As manifestações no Espírito Santo e em outras capitais foram organizadas pelos grupos de centro-direita Movimento Brasil Livre (MBL), Vem Pra Rua (VPR) e Livres. Ainda nesta tarde estão previstas manifestações em outras dez capitais, como São Paulo e Brasília.

Belo Horizonte e Rio reuniram os maiores contingentes até agora. Na capital fluminense, o grupo começou a se concentrar em Copacabana às 10h. No carro do VPR, um cartaz mostrava o presidente Jair Bolsonaro e o ex-presidente Lula (PT) atrás das grades, rompendo a trégua declarada para atrair representantes da esquerda. Organizadores haviam deixado de lado o mote “Nem Bolsonaro, nem Lula” e decidido focar somente no impeachment do presidente da República.

*Com informações do Estadão