A depressão atinge 340 milhões de pessoas em todo o mundo e não faz distinção de idade, muito menos classes sociais.
Não é mimimi, nem doença de rico, como alguns pessoas pensam. Muitos preconceitos e tabus cercam a doença. “Quando as pessoas sentem dor, vão procurar um médico, mas quando estão tristes, elas acham que vai passar e não buscam tratamento adequado”, observa a neuro-psicanalista com doutorado pela USP (Universidade de São Paulo) Priscila Gasparini.
A depressão é uma doença que se caracteriza por uma tristeza profunda, que pode vir acompanhada de alguns sintomas como: taquicardia, oscilação da pressão arterial, alterações no sono (dorme muito ou tem insônia) alteração na alimentação – pessoas que não se alimentam ou comem demais para compensar as frustrações. “O corpo dá sinais de que algo não vai bem, a tristeza não dura mais de três semanas e o luto por uma pessoa querida não pode passar dos seis meses, passado esse tempo, é bom procurar ajuda. Até bebês podem ser diagnosticados com depressão, isso se deve porque algumas mulheres fazem uso de substâncias proibidas durante a gestação. A depressão atinge todas as idades e todas as classes sociais, explicou.
De acordo com Priscila, a doença tem níveis. Pode ser leve, moderada ou grave, para estes dois últimos casos é preciso consultar um médico e tratar com ajuda de medicamentos. No primeiro, terapia é o mais indicado. “Uma boa alimentação também ajuda o corpo na liberação de neuro transmissores, como comer castanhas, grãos e alimentos ricos em ômega. Atividades físicas liberam endorfina, um antidepressivo que o próprio organismo fabrica. O indicado é se exercitar ao menos 40 minutos por dia.”
Com informações do Portal R7!