De acordo com dados da Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica Estética (ISAPS), em 2017, foram feitas 465.296 lifting facial (cirurgia de rejuvenescimento da face), no mundo todo. O Brasil, com 69.465, ficou atrás dos EUA que lidera o ranking com o índice de 83.572 cirurgias de face realizadas. Segundo o cirurgião plástico Ariosto Santos, no Espírito Santo, em 2017 foram feitas aproximadamente 1.750 cirurgias desse tipo.
A face é uma das áreas do corpo em que mais se deseja realizar modificações, principalmente a partir dos 45 e 50 anos, quando os sinais de envelhecimento, as mudanças hormonais, perda de elasticidade e espessura da pele, efeitos de anos de exposição excessiva a luz solar, entre outros fatores, começam a incomodar as pessoas.
De acordo com o cirurgião, é muito comum também a procura pelo Facelift por pacientes que utilizam vários recursos não invasivos, porém não conseguem os resultados que gostariam. “É uma cirurgia crescente em números, e devido ao aumento da longevidade, a necessidade de ter uma qualidade de vida entre os mais velhos, que querem se cuidar e se produzir mais, se faz muito presente”.
Ainda segundo o cirurgião plástico, a tendência desse tipo de cirurgia é aumentar justamente por esse tipo de comportamento cultural da terceira idade, que busca cada vez ter uma aparência mais jovial.
“Do número total de cirurgias de face realizada, 85,6% são em mulheres e 14,4% em homens. E também, sempre de maio a setembro há um incremento nesse tipo de cirurgia, pois a incidência de raios solares e o calor é menor, o que favorece a cicatrização, assim como o resultado final”, concluiu.