Sobe para 5 o número de casos confirmados de varíola dos macacos no ES

Saúde

Sobe para 5 o número de casos confirmados de varíola dos macacos no ES

Segundo a secretaria de Estado da Saúde, outros 30 estão em investigação. Até agora, o Espírito Santo tem 47 casos notificados da doença

Foto: Divulgação

A secretaria de Estado da Saúde (Sesa) atualizou nesta quinta-feira (4), os números da varíola dos macacos no Espírito Santo. Segundo o boletim epidemiológico, referente a SE 31 (semana epidemiológica), outros 3 novos casos da doença foram confirmados, subindo para 5 o total de testes positivos.

Até agora, o Estado soma 47 notificações da monkeypox. Desse total, 30 estão em investigação e outros 12 foram descartados. Os pacientes são tomerdos dos sexo masculino: três têm entre 30 e 39 anos de idade, um tem entre 20 e 29 anos e o outro entre 40 e 49 anos. São moradores de Guarapari (1), Vila Velha (2) e Vitória (2).

Os principais sintomas apresentados pelos pacientes infectados pelo vírus, são: erupção cutânea, febre súbita, cefaléia, adenomegalia (crescimento dos linfonodos, também conhecido por "íngua"), astenia (fraqueza), suor/calafrios e dor de garganta. 

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Emergência internacional de Saúde

No fim do mês de julho, a Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou que a varíola do macaco configura emergência internacional de saúde. 

O vírus é transmitido pelo contato próximo com uma pessoa contaminada e com lesões na pele. Autoridades alertam que a melhor maneira de conter a doença é a prevenção. Isolar casos suspeitos também é fundamental para impedir novas contaminações. 

Saiba como prevenir a varíola dos macacos

Os casos confirmados no país têm apresentado características leves. Porém, mesmo nestas situações, o isolamento do paciente é necessário e se caracteriza como uma das medidas mais importantes para se evitar a transmissão do vírus. O contágio pode acontecer por contato direto com lesões, fluidos corporais, gotículas respiratórias e materiais contaminados, como roupas de cama.

Além do isolamento tanto para casos leves, feito em casa, quanto para casos mais graves (hospitalar), outras medidas são necessárias:

- Evitar contato próximo com casos suspeitos e/ou confirmados, como toques e beijos, especialmente daqueles que estejam com sintomas visíveis;
- Manter superfícies limpas;
- Higienização constante das mãos;
- Uso de máscara caso for preciso estar próximo de casos suspeitos e/ou confirmados, como utilizar o mesmo cômodo;

Conheça os sintomas da doença

Os sintomas da doença costumam aparecer entre de 5 e 21 dias após o contato com o vírus. Os principais são:

- Dor nas costas;

- Dor no corpo;

- Cansaço excessivo;

- Febre;

- Dor de cabeça;

- Feridas e bolhas na pele.

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