Reprodução/Freepik
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A síndrome do pânico envolve ataques de pânico frequentes, que são períodos de medo extremo e desconforto que surgem de repente e sem aviso. Por diversas vezes os sintomas se confundem com os portadores de doenças cardiovasculares.

Os sintomas comuns incluem:

– palpitações ou batimentos cardíacos acelerados
– sudorese
– tremores
– falta de ar
– dor ou desconforto no peito
– náusea ou desconforto abdominal
– tontura ou sensação de desmaio
– medo de morrer.

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Embora a síndrome do pânico seja uma condição psicológica, os sintomas físicos que a acompanham podem imitar os problemas cardíacos. A ansiedade e o estresse crônico associados à síndrome do pânico podem ter efeitos prejudiciais a saúde cardiovascular.

Pessoas com síndrome do pânico podem adotar comportamentos que aumentam o risco cardiovascular, como sedentarismo, tabagismo e alimentação inadequada, devido a dificuldade em lidar com o estresse e a ansiedade.

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O estresse crônico e a ansiedade, presentes na síndrome do pânico, promovem aumento da frequência cardíaca, da pressão arterial, da liberação de fatores inflamatórios que prejudicam a saúde do coração.

O tratamento dessa condição é multifatorial com apoio de especialistas, psicólogo, psiquiatra, técnicas de relaxamento, busca de estilo de vida saudável, exames para avaliar a saúde cardiovascular.

Cuidar da mente é tão importante quanto cuidar do corpo, e ambos estão intimamente ligados.

Dra. Tatiane Mascarenhas Santiago Emerich Colunista
Colunista
Médica pela Escola de Medicina da Santa Casa de Vitória. Residência em Clínica médica pela Santa Casa de São Paulo. @tatianeemerich