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“A Justiça decretou”: Renata para Jornal Nacional com falência de empresa gigantesca com R$1,4 trilhão em dívidas

Desde 2021, a empresa Evergrande enfrentava dificuldades para pagar suas dívidas e tentava implementar um plano de reestruturação

Falência de grande empresa (foto/reprodução: x)
Falência de grande empresa (foto/reprodução: x)

A Justiça de Hong Kong decretou a falência da Evergrande, uma das maiores incorporadoras imobiliárias da China, após a empresa não apresentar documentos exigidos dentro do prazo judicial.

Com uma dívida superior a R$ 1,4 trilhão (US$ 300 bilhões), o colapso da companhia marca um dos capítulos mais dramáticos da crise no setor imobiliário chinês e pode desencadear uma reação em cadeia na economia global, especialmente considerando a falência da empresa.

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O que levou à falência da Evergrande?

Desde 2021, a empresa enfrentava dificuldades para pagar suas dívidas offshore e tentava implementar um plano de reestruturação. No entanto, o crescimento acelerado e o endividamento excessivo fizeram com que a companhia não conseguisse cumprir seus compromissos financeiros, levando à falência da empresa.

A crise da Evergrande começou quando a China endureceu as regulamentações do setor imobiliário, limitando o acesso das incorporadoras ao crédito. Isso afetou diretamente a liquidez da empresa, que passou a atrasar pagamentos a fornecedores, credores e investidores. Esses desafios financeiros foram cruciais na falência da empresa.

Impactos da falência da Evergrande

A falência da gigante chinesa pode afetar diversos setores da economia mundial. Especialistas apontam três principais preocupações:

  • Crise no setor imobiliário: Com milhares de projetos inacabados, compradores de imóveis correm o risco de não receber suas propriedades. O mercado imobiliário da China pode enfrentar uma onda de desvalorização devido à falência da empresa.
  • Efeito dominó no sistema financeiro: Bancos e instituições financeiras expostos à dívida da Evergrande podem sofrer perdas significativas, aumentando a volatilidade dos mercados internacionais. A falência da empresa cria instabilidade.
  • Risco para outras incorporadoras: A confiança no setor imobiliário chinês pode se deteriorar ainda mais, levando outras empresas ao colapso financeiro, especialmente após a falência da gigante Evergrande.

Reação do governo chinês e do mercado global

O governo chinês tem adotado medidas para conter os danos da crise, como o estímulo ao crédito para outras incorporadoras e o incentivo à conclusão de projetos inacabados. No entanto, Pequim evita um resgate total da Evergrande, tentando evitar precedentes que incentivem práticas financeiras irresponsáveis no setor, mesmo após a falência desta empresa.

No mercado global, investidores seguem atentos ao desdobramento da falência. Bolsas de valores da Ásia e da Europa registraram quedas após o anúncio, e o temor é que o impacto possa se espalhar para economias emergentes com forte ligação comercial com a China. A falência da empresa causa preocupações generalizadas.

É possível reverter a falência?

Embora a Justiça tenha decretado a falência da Evergrande, a empresa ainda pode buscar alternativas legais para reverter a decisão. Algumas das opções incluem:

Recuperação judicial: A empresa pode apresentar um novo plano de reestruturação para tentar pagar credores e continuar operando, tentando assim reverter a falência declarada.
Venda de ativos: A liquidação parcial de propriedades e participações em outras empresas pode gerar recursos para reduzir a dívida.
Intervenção do governo: Embora Pequim tenha adotado uma postura cautelosa, uma eventual ajuda estatal não está descartada, caso o impacto da falência se agrave.

O que esperar nos próximos meses?

Os próximos passos do caso Evergrande serão decisivos para o futuro do mercado imobiliário chinês e para a confiança dos investidores internacionais. Caso o governo da China consiga conter os efeitos da falência, o impacto global pode ser limitado. Caso contrário, o setor financeiro pode enfrentar uma crise de grandes proporções, exacerbada pela falência desta empresa.

A situação reforça a necessidade de maior regulamentação no setor imobiliário e de uma gestão financeira mais prudente por parte das incorporadoras diante da falência de uma grande empresa.

Dona Déa fica aos beijos no Domingão e faz Huck arrebentar na audiência

dona déia beija no huck
(Foto: Reprodução/TV Glopo)

Luciano Huck bate recorde de audiência na Globo com atitude inesperada de Dona Déa. No último domingo, 23, Luciano Huck garantiu altos índices de audiência com o Domingão da Globo.

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O BEIJO DE DONA DÉA

Um dos momentos mais marcantes do programa foi protagonizado por Dona Déa, que surpreendeu a todos ao se envolver em um beijo quente na Globo.

Durante o quadro “Fora da Casinha”, Ed Gama interagiu com o ator italiano Giuseppe, conhecido por suas participações em novelas da TV Globo, como “Terra Nostra” e “Que Rei Sou Eu?”.

Em determinado momento, o humorista foi até a plateia e perguntou quem queria recriar uma cena debaixo do edredom do BBB 25. Ao se aproximar de Giuseppe, Ed decidiu apresentá-lo a Dona Déa. “O senhor pode sentar aqui por favor. Essa aqui é Dona Déa”, disse o humorista.

MOMENTO INUSITADO

A plateia logo começou a gritar: “Beija, beija, beija!”, e Ed perguntou a Dona Déa se ela havia gostado do ator.

“Eu só vou saber depois de experimentar”, respondeu a mãe de Paulo Gustavo.

Sem hesitar, Dona Déa puxou Giuseppe e repetiu a cena do beijo, arrancando aplausos do público e deixando Luciano Huck e os demais participantes surpresos.

Para completar a brincadeira, o apresentador entrou no clima e levantou a camisa, simulando que o ambiente estava esquentando ainda mais no palco da Globo.

PRINCIPAIS AUDIÊNCAS DA GLOBO:

  • Domingão com Huck: 12,1
  • Fantástico: 16,7
  • Big Brother Brasil 25: 14,4

Com um desempenho de 12,1 pontos, Luciano Huck se destacou no fim de semana, impulsionado pelo momento inesperado de Dona Déa e seu beijo no ator Giuseppe.